Ir para a pagina inicial dos Grupos do Google    soc.culture.portuguese
HISTORY OF ESTREMADURA, PART DEUX. Era: Los portugas tienen la suerte de tenernos como vecinos. Era: España, primer país exportador e importador de Portugal

Gurriato <patane...@netnitco.net>

"Paulo" <pow...@videotron.ca> wrote in message

news:w1cWg.4464$HE.92458@weber.videotron.net...

> Ora onde foste buscar essa Gurriato?O papa em 1552 era Julius III
> O mais engraçado é o nome que foste a buscar: Escojoncio! Só podia vir de
> um espanhol essa! É devido ler Escohhhhhoncio!

O LEGITIMO Papa em 1552 era o extremenho Escojoncio V.   Julius  III era um
simples impostor na cadeira de Pedro.

Os escravos portugas é a recompensa para os espanhois que brigam pelo
verdadeiro Papa de Roma.

O Papa Escojoncio V concediou a Espanha o domínio sobre as terras portugas
e as águas atlânticas para além de 100 léguas de Cabo Verde acima de um
paralelo localizado a sul das Canárias  e a Portugal o domínio abaixo desse
paralelo. Usufruindo da grande vantagem do Papa Escojoncio V ser extremenho,
os espanhois conseguiram obter uma série de bulas que lhes asseguravam o
direito de propriedade sobre as terras de Portugal e sobre as  figas de
todas as portuguesas bigodudas.

O lema «Spain is different» já era uma realidade nas consciências européias
muito antes de seu uso pela propaganda turística. Nos somos os favoritos do
Papa,  os suos  filhos prediletos porque Espanha é O MARTELO DE HEREGES,  e
os europeus, incluso os portugas,  invejam e odiam os espanhois por isso. O
espanhol é odiado e identificado com um objeto  desprezado pela Europa -
exceto pelo Papa, of course. Mas o altivo fidalgo espanhol que constata essa
imagem negativa por toda a Europa "se pasa a toda Europa por el forro de los
cojones".

A Europa vê na Espanha uma terra na qual não se havia realizado o
protestantismo. Quando esses meio-cristãos começam a dominar com seus
exércitos o norte de Europa, ergue-se a consciência anti-espanhola dessas
nações cobrindo com um manto "religioso" tendências nacionalistas e
racistas.

De fato os aragonesês têm culpa de todo.

Esta imagem negativa dos espanhois se propaga principalmente quando a casa
real de Aragão começa a realizar suas pretensões imperialistas pelo mar
Mediterrâneo. Aqueles mercadores  guerreiros mercenários (os almogávares)
que assolavam os centros do comercio marítimo na Itália setentrional ou
entravam a sangue e fogo pelas terras da Grécia e da Sicília eram «hispani»
e como tais eram denominados e temidos. As brutais aventuras do cavaleiro de
origem germânica Roger de Flor ou daquele cavaleiro calabrês Roger de Launa
a serviço de mercenários de Aragão entraram na história dos povos que as
sofreram como obra de espanhóis.

É a imagem desses «espanhóis» a que ficava nos centros onde prevalecia a
refinada cultura da nascente burguesia mercantil italiana. Por onde
passavam, aqueles «hispani» impunham novos critérios de domínio, destruindo
a formal e rígida estrutura social.

Essa imagem nascida na Itália propagou-se pelo norte da Europa como seqüela
das guerras de religião. Foi usada como propaganda bélica para desprestigiar
o inimigo espanhol; para ajudar a deter a expansão de uma nação orgulhosa
defensora do Papa Escojoncio V, identificando-a com as odiadas raças
africanas.

           LE MARQUIS DE LA PATTE NOIRE
--------------------------------------------------
¡Caña al europedo! ¡Caña al portuga!
      ¡Viva el Papa Escojoncio V!
--------------------------------------------------