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> No, no estamos empatados, porque el castellano es oficial en Cataluña, pero el > catalán no es oficial en España, sino sólo en Cataluña. Así que, por favor, no > insistas con lo del empate, que no es verdad.
Estás mal informada: la oficialidad del catalán en Catalunya vincula legalmente a la administración del estado en Catalunya para con los ciudadanos de Catalunya.
>> Esto sería anticonstitucional. Los estatutos se refrendan sólo en las >> nacionalidades a cuyos ciudadanos afecta. Leete la constitución. > Una obligación impuesta a *todos* los españoles no puede ser aprobada tan sólo > por *algunos* españoles. Esa es una de las razones por las que el Estatut es > anticonstitucional.
¿Que obligación impone el Estatut a todos los españoles?
Assunto da discussão alterado para HISTORY OF ESTREMADURA, PART DEUX. Era: Los portugas tienen la suerte de tenernos como vecinos. Era: España, primer país exportador e importador de Portugal" de Gurriato
Assunto: HISTORY OF ESTREMADURA, PART DEUX. Era: Los portugas tienen la suerte de tenernos como vecinos. Era: España, primer país exportador e importador de Portugal
> Ora onde foste buscar essa Gurriato?O papa em 1552 era Julius III > O mais engraçado é o nome que foste a buscar: Escojoncio! Só podia vir de > um espanhol essa! É devido ler Escohhhhhoncio!
O LEGITIMO Papa em 1552 era o extremenho Escojoncio V. Julius III era um simples impostor na cadeira de Pedro.
Os escravos portugas é a recompensa para os espanhois que brigam pelo verdadeiro Papa de Roma.
O Papa Escojoncio V concediou a Espanha o domínio sobre as terras portugas e as águas atlânticas para além de 100 léguas de Cabo Verde acima de um paralelo localizado a sul das Canárias e a Portugal o domínio abaixo desse paralelo. Usufruindo da grande vantagem do Papa Escojoncio V ser extremenho, os espanhois conseguiram obter uma série de bulas que lhes asseguravam o direito de propriedade sobre as terras de Portugal e sobre as figas de todas as portuguesas bigodudas.
O lema «Spain is different» já era uma realidade nas consciências européias muito antes de seu uso pela propaganda turística. Nos somos os favoritos do Papa, os suos filhos prediletos porque Espanha é O MARTELO DE HEREGES, e os europeus, incluso os portugas, invejam e odiam os espanhois por isso. O espanhol é odiado e identificado com um objeto desprezado pela Europa - exceto pelo Papa, of course. Mas o altivo fidalgo espanhol que constata essa imagem negativa por toda a Europa "se pasa a toda Europa por el forro de los cojones".
A Europa vê na Espanha uma terra na qual não se havia realizado o protestantismo. Quando esses meio-cristãos começam a dominar com seus exércitos o norte de Europa, ergue-se a consciência anti-espanhola dessas nações cobrindo com um manto "religioso" tendências nacionalistas e racistas.
De fato os aragonesês têm culpa de todo.
Esta imagem negativa dos espanhois se propaga principalmente quando a casa real de Aragão começa a realizar suas pretensões imperialistas pelo mar Mediterrâneo. Aqueles mercadores guerreiros mercenários (os almogávares) que assolavam os centros do comercio marítimo na Itália setentrional ou entravam a sangue e fogo pelas terras da Grécia e da Sicília eram «hispani» e como tais eram denominados e temidos. As brutais aventuras do cavaleiro de origem germânica Roger de Flor ou daquele cavaleiro calabrês Roger de Launa a serviço de mercenários de Aragão entraram na história dos povos que as sofreram como obra de espanhóis.
É a imagem desses «espanhóis» a que ficava nos centros onde prevalecia a refinada cultura da nascente burguesia mercantil italiana. Por onde passavam, aqueles «hispani» impunham novos critérios de domínio, destruindo a formal e rígida estrutura social.
Essa imagem nascida na Itália propagou-se pelo norte da Europa como seqüela das guerras de religião. Foi usada como propaganda bélica para desprestigiar o inimigo espanhol; para ajudar a deter a expansão de uma nação orgulhosa defensora do Papa Escojoncio V, identificando-a com as odiadas raças africanas.
LE MARQUIS DE LA PATTE NOIRE -------------------------------------------------- ¡Caña al europedo! ¡Caña al portuga! ¡Viva el Papa Escojoncio V! --------------------------------------------------
Mira que yo temngo broncas con Toni. Casi a diario. Pero con todos mis respetos debo decirte que esto define a quien no tiene nada que decir, pero lo dice.
Assunto da discussão alterado para O FATO DIFERENCIAL EXTREMENHO. Era: NO AL MERCADO CAUTIVO UNICO IBERICO. Era: Curiosa encuesta en Portugal" de Gurriato
> É hora que os povos ibéricos abram as suas asas! Tem que se destacar que é > do interesse de Portugal também que todos os povos da Ibéria se tornem > livres, para que finalmente possamos ser irmãos de novo.
É hora que os povos ibéricos abram as suas carteiras, cojones!
As we say in Extremadura: "Los Iberos seremos hermanos, pero no somos primos"
O ponto de vista iberico deve ser bem esclarecido: Os povos ibericos não querem ser irmãos. O que os povos ibericos querem é não pagar impostos (y chupar del bote)
Para não pagar impostos primeiro é necessário un fato diferencial. Os extremenhos não temos nenhum fato diferencial (exceto Olivenza), puta que pariu! e vamos tomar no cu com os impostos.
Mesmo os andaluzês agora têm uma fartura de fato diferencial. Com nossa democracia, veio a moda de inventar Autonomias, para as quais se necessita de uma base. E como na Andaluzia não há uma burguesia local independentista, nem uma língua diferente, a única saída - para o oportunismo dos políticos - era recorrer à geografia e à história.
Certamente, Andaluzia é a região da Espanha mais próxima do Marrocos e foi o último reduto de Al-Andalus, es isso constitui base histórica suficiente para não pagar impostos.
Essa história do nacionalismo andaluz é cópia do nacionalismo basco e catalão (embora tenha nascido nos anos trinta, mas era, então, uma coisa de Blas Infante e "cuatro señoritos" de Sevilha que queriam equiparar-se aos bascos e catalães), é uma piada...
No fundo, não é que adorem os árabes nem que queiram ser árabes nem se reconverter ao Islam..., mas, pura e simplesmente, precisam de um ponto de apoio para diferenciar-se politicamente e, no final das contas, pagar menos impostos, como os catalãos... Este é o fundo da questão para os que dirigem o movimento (não para os que vão na onda...), exatamente como acontece na Catalunha.
Saludos LE MARQUIS DE LA PATTE NOIRE
---------------------------------------------------------------- Lo que los extremeños necesitamos es un hecho diferencial de tamaño familiar o nos seguirán tomando el pelo misereablemente. -----------------------------------------------------------------
> Mira que yo temngo broncas con Toni. Casi a diario. Pero con todos mis > respetos debo decirte que esto define a quien no tiene nada que decir, > pero lo dice.
A tal señor tal honor. Ese mamacallos hipócrita se pasa el día llamando indigna a la gente. El otro día tachó de indigna a Anthea y hoy vuelve a hacerlo con otro contertulio. Y el simpátiquisimo contertulio ya se sumó en su día al grupito que se entretenía en enviar obscenidades contra mi familia cada día.
> Ahora este pelma nos va a clavar el anuncio "Nacionalismo Excluyente lava > más blanco" unas dos millones de veces para la cosa de la promoción del > emperculizamiento de las masas charnegas.
Gurrumino, conviene aclarar a que me refiero exactamente cuando utilizo esta expresión:
Yo utilizo el término "nacionalismo excluyente" para referirme a aquellos nacionalismos que tienen la necesidad de negar la existencia de otras realidades nacionales en "su territorio" o en "su población" para que su nación sobreviva o prospere. Hay nacionalistas excluyentes catalanes y españoles.
Utilizo el término "nacionalismo incluyente" para referirme a aquellos nacionalismos que no tienen la necesidad de negar la existencia de otras realidades nacionales en "su territorio" o en "su población" para que su nación sobreviva o prospere. Hay nacionalistas incluyentes catalanes y españoles.
>>>>>Anthea, pareces desconocer que la circunscripción única electoral en toda >>>>>España favorecería mucho a los partidos que tu llamas nacionalistas como >>>>>ERC, CiU, PNV, y también a IU-ICV.
>>>>¿Yo he dicho eso? No, me parece que no. He dicho que los partidos que se >>>>presentaran al Congreso tendrían que presentarse en toda España. Es decir, en >>>>todas las CCAA españolas. Ahora mismo sólo se podrían presentar, con esta >>>>norma, PP, PSOE e IU. Los demás irían la Senado como cámara territorial.
>>>No entiendo que pretendes conseguir obligando a que partidos como ERC, CiU, >>>PNV, ICV, PSC, EA, CC, BNG etc se presenten en todas las provincias españolas >>>si ya saben que no van a obtener diputados en estas circunscripciones >>>electorales. No veo en que cambiaría el panorama político.
>>>Deberías explicarte mejor.
>>Que no aplicaría el mismo sistema electoral, hombre.
> Pués yo continuo sin ver que cambie en nada el panorama electoral obligando a > todos los partidos a presentarse en todas las provincias. > Deberías explicarte mejor.
>>A segunda vuelta, modelo francés.
> Con el modelo presidencialista de segunda vuelta francés si que es un cambio > trascendente al obligar a los partidos a pactar antes y no después de las > elecciones para elegir al Jefe del Estado. Me gusta, porque se impone el voto > útil.
> El único problema es que en España no tenemos la figura del Presidente de la > República. La jefatura del Estado es hereditaria y recae en el Rey.
Lo aplicaría para escoger presidente del Gobierno en nuestro país.
>>Yo oí a valencianos decir otra cosa, pero el conflicto existe aunque tú >>prefieras obviarlo. Las Universidades catalanas pretenderán colocar a sus >>licenciados en catalán y las valencianas a sus licenciados en valenciano, de >>eso no cabe duda.
> El Tribunal Superior de Justicia de la Comunidad Valenciana ya falló que no > convalidar el título a los licenciados en filología catalana para las plazas de > las universidades valencianas no se ajustaba a derecho. Este conflicto, que > efectivamente existió, ya está superado.
>>>>Pero aunque nos tocara la lotería y los valencianos no exigieran sus horas >>>>como todo hijo de vecino, ten por seguro que los vascos y los gallegos sí, y >>>>las que se acaben metiendo de rondón con el tiempo. Ya me dirás tú que >>>>sistema educativo aguanta semejante dispendio. Aunque supongo que eso te >>>>traerá al pairo. Tú a lo tuyo. Es lo malo de los nacionalista, que sólo saben >>>>decir ¿y de lo mío qué? sin preocuparse de nada más.
>>>No deja de ser incoherente que quien pide machaconamente una segregación de >>>los niños en aulas o centros distintos en Catalunya por razones de lengua, en >>>cambio en el resto de España apele a razones económicas para no introducir >>>una asignatura optativa del resto de lenguas españolas.
>>¿Es incoherente en qué, exactamente?
> Escribías que el sistema educativo no aguanta el dispendio que significaría > impartir una asignatura optativa de las lenguas españolas, pero parece que las > "pegas" del dispendio desaparecen por arte de magia a la hora de duplicar aulas, > profesores o centros para segregar a los alumnos por razones de lengua durante > toda la enseñanza.
Oye, tener dos lenguas oficiales genera gastos. Eso es inevitable. Pero es la mayoría de las CCAA españolas no hay más que una lengua oficial.
> Es lo malo de los nacionalistas, que sólo saben decir ¿y de lo mío qué? sin > preocuparse de nada mas.
>>Ahora quieres meter todas las lenguas autonómicas en una sola asignatura. >>Menuda pérdida de tiempo. Ya es difícil aprender una lengua estudiándola muchas >>horas, no digamos tres o cuatro en una sola clase.
> Se podrían agrupar las de raiz latina (gallego y catalán) por un lado, > resaltando sus similitudes y diferencias incluso con el castellano, y el vasco > por otro.
> Opino que la primera opción sería muy provechosa. Casi que pienso que esta > opción mejor obligatoria que opcional, ya que complementaría la asignatura de > castellano.
Opino que podríais predicar con el ejemplo. Ten en cuenta que las competencias en materia de educación están transferidas. En temas sanitarios y de educación Cataluña ha tomado iniciativas por su cuenta distintas al resto de las Comunidades, así que no veo qué impide, si tan buena es la idea, que se dé vasco y gallego en las escuelas catalanas. Igual se hace ya y yo estoy desinformada.
>>¿Prepotencia? ¿Tú me hablas de prepotencia? Una persona que dice que el >>catalán no tiene "nada que envidiar al castellano" en cuanto a "literatura >>clásica" no es que no pueda dar lecciones de humildad, es que ni siquiera >>puede mencionar la palabra prepotencia refiriéndose a otra persona, por simple >>vergüenza torera. Es como si yo vengo y digo que el bable no tiene nada que >>envidiar al catalán, o más bien gallego, en cuanto a literatura. Una salida de >>pata de banco.
> Joanot Martorell, Ramon Llull, Ausiàs March o Bernat Metge no tienen nada que > envidiar al mejor escritor en lengua castellana de su época.
> Es opinión de muchos entendidos que la edad de oro de la literatura catalana fue > incluso superior a la de la literartura castellana en esta misma época. Yo > humildemente he dicho que no tiene nada que envidiar, pues no pretendo ser > prepotente ni herir susceptibilidades.
> La época dorada de la literatura castellana vendría mas tarde a partir de > Cervantes (por cierto, Cervantes se inspiró en Tirant lo Blanch), coincidiendo > con el declive de la literatura catalana.
> Tienes tendencia en pontificar sobre aquello que desconoces, y esto también es > prepotencia.
Que los autores que mencionas sean semidesconocidos se debe, supongo, a que los malvados castellanos decidieron ocultar sus méritos al mundo. Pero bueno, ahora una se entera de que eso es "literatura clásica".
>>Ahí le has dado, que se estudie aranés en toda Cataluña, y nos den ejemplo de >>cómo se hacen bien las cosas y como se respeta la diversidad.
> ¿Tanto cuesta establecer la lengua de una cuarta parte de los españoles como > oficial en España? En Catalunya el aranés mucho mas minoritario es oficial y > nadie protesta.
¿En qué se traduce que sea oficial? ¿La gente puede ser atendida en cualquier punto de Cataluña por la Administración en aranés? ¿Los niños de lengua materna aranesa pueden estudiar, en toda Cataluña, en aranés? Tal vez haya una optativa, o mejor dicho, una asignatura obligatoria (al fin y al cabo es oficial) de aranés en todas las escuelas catalanas, no lo sé. ¿En qué se manifiesta esto?
> Por cierto, en el parlamento catalán no está prohibido el aranés, y parece que > nadie ha sufrido todavía un infarto por ello.
Y supongo que lo usa mucha gente en dicho parlamento, claro.
>>No, no estamos empatados, porque el castellano es oficial en Cataluña, pero el >>catalán no es oficial en España, sino sólo en Cataluña. Así que, por favor, no >>insistas con lo del empate, que no es verdad.
> Estás mal informada: la oficialidad del catalán en Catalunya vincula legalmente > a la administración del estado en Catalunya para con los ciudadanos de > Catalunya.
> Estamos empatados.
Si así fuera ya los habría llevado la Generalitat a los tribunales. La administración del estado se rige por las normas estatales.
>> Estás mal informada: la oficialidad del catalán en Catalunya vincula >> legalmente a la administración del estado en Catalunya para con los >> ciudadanos de Catalunya. >> Estamos empatados. > Si así fuera ya los habría llevado la Generalitat a los tribunales. La > administración del estado se rige por las normas estatales.
Habrías perdido el tiempo y el dinero: el Estatut es una ley orgánica española que vincula al Estado y con la que las normas estatales no se pueden contradecir.
>>>Estás mal informada: la oficialidad del catalán en Catalunya vincula >>>legalmente a la administración del estado en Catalunya para con los >>>ciudadanos de Catalunya.
>>>Estamos empatados.
>>Si así fuera ya los habría llevado la Generalitat a los tribunales. La >>administración del estado se rige por las normas estatales.
> Habrías perdido el tiempo y el dinero: el Estatut es una ley orgánica española > que vincula al Estado y con la que las normas estatales no se pueden > contradecir.
Será que el Estatuto no puede contradecir leyes orgánicas estatales, no al revés.
>>>Ahí le has dado, que se estudie aranés en toda Cataluña, y nos den >>>ejemplo de cómo se hacen bien las cosas y como se respeta la diversidad.
>> ¿Tanto cuesta establecer la lengua de una cuarta parte de los españoles >> como oficial en España? En Catalunya el aranés mucho mas minoritario es >> oficial y nadie protesta.
> ¿En qué se traduce que sea oficial? ¿La gente puede ser atendida en > cualquier punto de Cataluña por la Administración en aranés? ¿Los niños de > lengua materna aranesa pueden estudiar, en toda Cataluña, en aranés? Tal > vez haya una optativa, o mejor dicho, una asignatura obligatoria (al fin y > al cabo es oficial) de aranés en todas las escuelas catalanas, no lo sé. > ¿En qué se manifiesta esto?
Deja de darle cuerda al ese gilipollas, cagüensampedo. ¿No te das cuenta que lo que anda buscando ese tío es que le des ocasión de repetir incesantemente el infundio que los tres millones que chapurrean el polako son una cuarta parte de los españoles?
¿Qué necesidad tenemos en los foros de una cacatúa fascista dale que te pego, día y noche con las patrañas sectarias de los *usureros*, el nacionalismo "excluyente", los once millones y la serie de consignas absurdas con las que intenta inundar la discusión? Ese tío es un coñazo de lo más irritante y el darle conversación no logra más que empeorar las cosas. La oscilación laternante entre los dos úncos temas que trata ( los *usurarios y los nacionalismos "excluyentes", se debe a que, en el ritual acto de pelarse la pera, ha menester de cambiar de mano por causa de la fatiga.
¡Que tolerancia tenéis las mujeres con los gilipollas, mecachisenlamar! Ese tipo es tonto de aquella parte de su organismo por do mas torpezas había. Estoy seguro que hasta juega al bingo.
Anda y que vaya a restregarse las pelotas con jabón de olor y que deje de dar la murga con el puto monotema cataplásmico.
> Yo utilizo el término "nacionalismo excluyente" para referirme a aquellos > nacionalismos que tienen la necesidad de negar la existencia de otras > realidades > nacionales en "su territorio" o en "su población" para que su nación > sobreviva o > prospere. Hay nacionalistas excluyentes catalanes y españoles.
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¿Y quién decide cuándo existe una realidad nacional? ¿Sus partidarios? Pues entonces, ¡Viva la realidad nacional de la Comunidad de Vecinos de Reyes Godos 22!
>> Ese Toni es un pelma que lleva años repitiendo las mismas monsergas >> propagandísticas una y otra vez con la idea de que si una mentira se >> repite tropecientas veces acaba convirtiéndose en verdad.
> Gurrumino, las nius es un medio que se presta a que si alguien dice una > falsedad quede públicamente con el culo al aire, aportando las referencias > que se precisen para ello. Tu culo está muy ventilado.
> No desprecies la inteligencia del avispado lector que no se deja > engatusar.
>> Te equivocas si piensas que con Toni hay debate e intercambio de ideas. >> Ese tiparraco hipócrita sólo está interesado en la propaganda falaz de >> sus rollos sectarios. Con su camandulería untuosa os está dando por >> retambufa soberanamente, pero un servidor no permite que se la cuelen por >> mucha vaselina que le pongan.
> Ya ves que contigo, tengo muy poco de untuoso e hipócrita y te digo lo que > pienso llamando a cada cosa por su nombre, querido gurrumino.
> Por favor serénate y hablemos como personas civilizadas.
>>>> Ahí le has dado, que se estudie aranés en toda Cataluña, y nos den >>>> ejemplo de cómo se hacen bien las cosas y como se respeta la >>>> diversidad.
>>> Esto parece un "tiro al Toni".
>>> Pero dice el Estatut referente al aranés...
>>> **************
>>> ARTÍCULO 6. LA LENGUA PROPIA Y LAS LENGUAS OFICIALES
>>> {...}
>>> 6. La lengua occitana, denominada aranés en Arán, es la lengua propia de >>> este territorio y es oficial en Cataluña, de acuerdo con lo establecido >>> por el presente Estatuto y las leyes de normalización lingüística.
>>> *************
>>> ¿Tanto cuesta establecer la lengua de una cuarta parte de los españoles >>> como oficial en España? En Catalunya el aranés mucho mas minoritario es >>> oficial y nadie protesta.
>>> Por cierto, en el parlamento catalán no está prohibido el aranés, y >>> parece que nadie ha sufrido todavía un infarto por ello.
>> No has contestado a porqué no se puede hablar castellano en el Parlament >> de Cataluña ni porqué no se dan clases de aranés en todo el territorio >> catalán.
> Axò lo haurias de sâbre tu matex, oficial vol dir per funcionaris. Si > qualquun vol parlar gascon (de Aran) an el parlament, avisa i se li posan > interpretes. Cosa que el parlament castellan no tolera.
> Els funcionaris de Aran hauran de sêbre tres llenguas.
> Els ciutadans no tenen obligation de conexer la llengua castellana, però > la llei obliga a conexer la llengua castellana a ils ciutadans cosa que ès > un abús i un acte totalitari (comunista, fascista i socialista).
> No se pot parlar castellan an el parlament de Catalunya per la matexa > raon que els parlaments castellans no permeten parlar catalonès a ils > seus.
>>> Ben cordialment, >>> Toni
Concordo que o socialismo, comunismo, fascismo, vai tudo dar ao mesmo. Tava pensando... e aquelas famosas ideias de anarquia? Foram por gota abaixo? Ainda ha anarquistas em Catalunha ou tornou-se totalmente um movimento independentista?
Paulo wrote: > Concordo que o socialismo, comunismo, fascismo, vai tudo dar ao mesmo. Tava
Como vai tudo dar ao mesmo? Pues si que estas tu enterao...
> pensando... e aquelas famosas ideias de anarquia? Foram por gota abaixo? > Ainda ha anarquistas em Catalunha ou tornou-se totalmente um movimento > independentista?
Se tergiversaron ampliamente y estan siendo aprovechadas intensamente por el Movimiento Kataliban para infundir un cierto toque "progre" a sus campañas xenófobas.
>>Ya estamos, hecha la división: >>Valencia, Baleares, Canarias, parte de Aragón, Galicia, País Vasco y >>Cataluña... el resto todos castellanos y tal pascual.
> Las cosas no son todas blancas o negras, tienen matices de grises.
Sólo repetía lo qeu tu habías puesto, conste.
> Podriamos decir que estas comunidades son la que se sienten menos castellanas, > porque historicamente han tenido menos relación con el Reino de Castilla.
No tengo ni idea sobre qué se sienten las comunidades, tampoco está claro que las comunidades se sientan.
>>Pero aquí Toni dice otra cosa porque incluye la totalidad de Valencia, y por >>lengua solo la mitad de Valencia habla catalán, y Canarias también habla >>castellano. Lo que no entiendo es porqué se empeñan en meter a todos los de la >>antigua Corona de Castilla en el mismo saco si más de la mitad de ellos se >>sienten de otra identidad cultural a la castellana.
> Tienes razón, 25 años de comunidades autónomas no pasan en balde. Seguro que > incluso hay quien se siente madrileño pero no castellano...
¿Quien eres tu para dictar ni dar lecciones sobre eso? Ocupate de Cataluña, que de lo demás vas más perdido que Españuelo
>>No has contestado a porqué no se puede hablar castellano en el Parlament de >>Cataluña
> El castellano no está prohibido en el Parlament catalán como lo está el catalán > en el Parlamento español.
> Referente a los silbidos al PP de Vidal Quadras hace 12 o 15 años en el > Parlament, en mi opinión estaban bien merecidos por la demagogia y electoralismo > mezquino de su discurso provocador, pero no por la lengua castellana que se > empleó para realizar este discurso mezquino. Esto no justifica los silbidos ya > que los diputados deben guardar las formas, aunque otros parlamentos europeos > como la británica cámara de los comunes parezca a diario la casa de tócame roque > con múltiples abucheos y formas descorteses.
Vidal Quadras tenía un bonito catalán y siempre habló en catalán. No me estoy refiriendo a él, aunque también era del PP, era un castellanohablante que no se sentía cómodo haciendo un discurso en catalán. No fueron unos silbidos, fue una matraca horrorosa.
Pero como los malos son siempre los castellanos, y aquí somo ángelitos trabajadores con mucho seny.
> Silbar por el mero hecho del uso de una lengua es efectivamente mezquino, pero > el observador perspicaz sabe diferenciar los contenidos de la lengua empleada > para ello.
>>ni porqué no se dan clases de aranés en todo el territorio catalán.
> Hay 192 poderosas razones. Lo explico:
> El Valle de Arán tiene 9.219 habitantes, de los cuales el 92% entiende el > aranés. Catalunya tiene 7 millones de habitantes.
> 9.219 / 7.000.000 = 0,13 % de los catalanes son *usuarios* del aranés.
> España tiene 40 millones de habitantes de los cuales 10 millones son *usuarios* > de catalán:
> 10.000.000 / 40.000.000 = 25 % de los españoles son *usuarios* del catalán.
> Comparemos los dos ratios: 25% / 0,13% = 192
> CONCLUSIÓN: Las razones para una asignatura de catalán en España son *192 veces* > mas poderosas que las razones para una asignatura de aranés en Catalunya.
¿Te das cuenta de que es un argumento rastrero que te deja muy mal y un aranés se podría sentir ofendido? No, no creo que te des cuenta.