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Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
while true if value < random pulse low else pulse high
Note: this is not a positional number system where subsequent bits represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent is equally likely to influence a receiver by the same amount.
Statistical Measurement
A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively better estimate of the value present. For example, 100 samples can yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
result = 0 for 100 times if input is high result = result + 1
A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver detects a weighted average of the transmitted signal.
hum...
perdi o papo sobre "random endorsements", não entendi o contexto.
Interessante.
Pelo que entendi, o protocolo bynase, fazendo uma analogia grosseira,
parece um protocolo de pwm por amostragem.
Ele serve para "collision avoidance" em uma linha serial.
No geral, acredito que a latência seja grande, pois funciona por
estatística, ou seja, é preciso fazer várias coletas para se
determinar o valor.
Tem a vantagem de não exigir sincronização na comunicação e o código
de "rede" ser mínimo (bem melhor que um tcp stack..), e este é um dos
motivos de ser utilizado em pics, mas acho que já passamos desta fase
na tecnologia de redes né?... :)
Como fica roteamento, prioridade, qos, filtering, heheh. Bom... vou
dar uma trégua... em uma estrutura distribuída, cada peer, como no
sneer, pode cuidar do roteamento, qos, etc:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ad-hoc_routing_protocols http://wiki.laptop.org/go/Mesh_Network_Details
Mas um lembrete, redes mesh atualmente sofrem do mesmo mal das redes
p2p. não conseguem crescer para milhares de nodos sem "superpeers" e
diretórios servidores.
[]s, gandhi
2009/11/5 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
> Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low
> drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
> while true
> if value < random
> pulse low
> else
> pulse high
> Note: this is not a positional number system where subsequent bits
> represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent
> is equally likely to influence a receiver by the same amount.
> Statistical Measurement
> A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively
> better estimate of the value present. For example, 100 samples can
> yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
> result = 0
> for 100 times
> if input is high
> result = result + 1
> A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed
> the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver
> detects a weighted average of the transmitted signal.
O contexto não é protocolos de redes mas como fazer um peer ter uma
visão dos dados dos demais peers, que se modificam constantemente, da
forma mais simples possível, levando em conta as restrições de uma
rede com banda limitada com falhas parciais a qq momento.
Quero ter uma visão do "dir" da sua biblioteca de MP3, por exemplo.
Posso implementar um esquema de transferencia, com polling, deltas e
tudo (especificação incompleta); ou vc pode me mandar o nome de um
arquivo aleatório seu a cada X segundos (especificação completa).
Minha visão não vai ser sempre completa nem sempre 100% atual mas não
é necessário q seja.
Klaus
2009/11/6 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
> hum...
> perdi o papo sobre "random endorsements", não entendi o contexto.
> Interessante.
> Pelo que entendi, o protocolo bynase, fazendo uma analogia grosseira,
> parece um protocolo de pwm por amostragem.
> Ele serve para "collision avoidance" em uma linha serial.
> No geral, acredito que a latência seja grande, pois funciona por
> estatística, ou seja, é preciso fazer várias coletas para se
> determinar o valor.
> Tem a vantagem de não exigir sincronização na comunicação e o código
> de "rede" ser mínimo (bem melhor que um tcp stack..), e este é um dos
> motivos de ser utilizado em pics, mas acho que já passamos desta fase
> na tecnologia de redes né?... :)
> Como fica roteamento, prioridade, qos, filtering, heheh. Bom... vou
> dar uma trégua... em uma estrutura distribuída, cada peer, como no
> sneer, pode cuidar do roteamento, qos, etc:
> http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ad-hoc_routing_protocols > http://wiki.laptop.org/go/Mesh_Network_Details
> Mas um lembrete, redes mesh atualmente sofrem do mesmo mal das redes
> p2p. não conseguem crescer para milhares de nodos sem "superpeers" e
> diretórios servidores.
> []s, gandhi
> 2009/11/5 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>> Pra vcs entenderem o q está me influenciando qdo proponho coisas como
>> os random endorsements (uma visão parcial das infos do outro):
>> Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low
>> drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
>> while true
>> if value < random
>> pulse low
>> else
>> pulse high
>> Note: this is not a positional number system where subsequent bits
>> represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent
>> is equally likely to influence a receiver by the same amount.
>> Statistical Measurement
>> A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively
>> better estimate of the value present. For example, 100 samples can
>> yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
>> result = 0
>> for 100 times
>> if input is high
>> result = result + 1
>> A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed
>> the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver
>> detects a weighted average of the transmitted signal.
entendi...
só acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música
dos strokes e eu não ver a música disponível na aba dele na hora.
Outra coisa interessante que pensei agora seria eu dizer que o meu
playlist é uma AND do playlist do andré e do paulo XOR o playlist da
Ana. :)
De fato, eu separaria a visão do playlist da visão do armazenamento,
ou seja, as músicas de algum modo teriam GUIDs baseadas no artista,
nome, formato, qualidade, e poderiam ser buscadas fisicamente no peer
de qualquer amigo.
[]s, gandhi
2009/11/6 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
> O contexto não é protocolos de redes mas como fazer um peer ter uma
> visão dos dados dos demais peers, que se modificam constantemente, da
> forma mais simples possível, levando em conta as restrições de uma
> rede com banda limitada com falhas parciais a qq momento.
> Quero ter uma visão do "dir" da sua biblioteca de MP3, por exemplo.
> Posso implementar um esquema de transferencia, com polling, deltas e
> tudo (especificação incompleta); ou vc pode me mandar o nome de um
> arquivo aleatório seu a cada X segundos (especificação completa).
> Minha visão não vai ser sempre completa nem sempre 100% atual mas não
> é necessário q seja.
> Klaus
> 2009/11/6 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
>> hum...
>> perdi o papo sobre "random endorsements", não entendi o contexto.
>> Interessante.
>> Pelo que entendi, o protocolo bynase, fazendo uma analogia grosseira,
>> parece um protocolo de pwm por amostragem.
>> Ele serve para "collision avoidance" em uma linha serial.
>> No geral, acredito que a latência seja grande, pois funciona por
>> estatística, ou seja, é preciso fazer várias coletas para se
>> determinar o valor.
>> Tem a vantagem de não exigir sincronização na comunicação e o código
>> de "rede" ser mínimo (bem melhor que um tcp stack..), e este é um dos
>> motivos de ser utilizado em pics, mas acho que já passamos desta fase
>> na tecnologia de redes né?... :)
>> Como fica roteamento, prioridade, qos, filtering, heheh. Bom... vou
>> dar uma trégua... em uma estrutura distribuída, cada peer, como no
>> sneer, pode cuidar do roteamento, qos, etc:
>> http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ad-hoc_routing_protocols >> http://wiki.laptop.org/go/Mesh_Network_Details
>> Mas um lembrete, redes mesh atualmente sofrem do mesmo mal das redes
>> p2p. não conseguem crescer para milhares de nodos sem "superpeers" e
>> diretórios servidores.
>> []s, gandhi
>> 2009/11/5 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>>> Pra vcs entenderem o q está me influenciando qdo proponho coisas como
>>> os random endorsements (uma visão parcial das infos do outro):
>>> Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low
>>> drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
>>> while true
>>> if value < random
>>> pulse low
>>> else
>>> pulse high
>>> Note: this is not a positional number system where subsequent bits
>>> represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent
>>> is equally likely to influence a receiver by the same amount.
>>> Statistical Measurement
>>> A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively
>>> better estimate of the value present. For example, 100 samples can
>>> yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
>>> result = 0
>>> for 100 times
>>> if input is high
>>> result = result + 1
>>> A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed
>>> the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver
>>> detects a weighted average of the transmitted signal.
> só acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música
> dos strokes e eu não ver a música disponível na aba dele na hora.
Acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música dos
strokes sejá lá como for...
O Wusic vai tbem mandar tuplas de "comecei a ouvir tal musica" e
"terminei de ouvir tal musica". Entao, se seu amigo ouvir a musica qdo
vcs se falarem vc tbem vai saber dela.
Flw
2009/11/9 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
> entendi...
> só acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música
> dos strokes e eu não ver a música disponível na aba dele na hora.
> Outra coisa interessante que pensei agora seria eu dizer que o meu
> playlist é uma AND do playlist do andré e do paulo XOR o playlist da
> Ana. :)
> De fato, eu separaria a visão do playlist da visão do armazenamento,
> ou seja, as músicas de algum modo teriam GUIDs baseadas no artista,
> nome, formato, qualidade, e poderiam ser buscadas fisicamente no peer
> de qualquer amigo.
> []s, gandhi
> 2009/11/6 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>> O contexto não é protocolos de redes mas como fazer um peer ter uma
>> visão dos dados dos demais peers, que se modificam constantemente, da
>> forma mais simples possível, levando em conta as restrições de uma
>> rede com banda limitada com falhas parciais a qq momento.
>> Quero ter uma visão do "dir" da sua biblioteca de MP3, por exemplo.
>> Posso implementar um esquema de transferencia, com polling, deltas e
>> tudo (especificação incompleta); ou vc pode me mandar o nome de um
>> arquivo aleatório seu a cada X segundos (especificação completa).
>> Minha visão não vai ser sempre completa nem sempre 100% atual mas não
>> é necessário q seja.
>> Klaus
>> 2009/11/6 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
>>> hum...
>>> perdi o papo sobre "random endorsements", não entendi o contexto.
>>> Interessante.
>>> Pelo que entendi, o protocolo bynase, fazendo uma analogia grosseira,
>>> parece um protocolo de pwm por amostragem.
>>> Ele serve para "collision avoidance" em uma linha serial.
>>> No geral, acredito que a latência seja grande, pois funciona por
>>> estatística, ou seja, é preciso fazer várias coletas para se
>>> determinar o valor.
>>> Tem a vantagem de não exigir sincronização na comunicação e o código
>>> de "rede" ser mínimo (bem melhor que um tcp stack..), e este é um dos
>>> motivos de ser utilizado em pics, mas acho que já passamos desta fase
>>> na tecnologia de redes né?... :)
>>> Como fica roteamento, prioridade, qos, filtering, heheh. Bom... vou
>>> dar uma trégua... em uma estrutura distribuída, cada peer, como no
>>> sneer, pode cuidar do roteamento, qos, etc:
>>> http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ad-hoc_routing_protocols >>> http://wiki.laptop.org/go/Mesh_Network_Details
>>> Mas um lembrete, redes mesh atualmente sofrem do mesmo mal das redes
>>> p2p. não conseguem crescer para milhares de nodos sem "superpeers" e
>>> diretórios servidores.
>>> []s, gandhi
>>> 2009/11/5 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>>>> Pra vcs entenderem o q está me influenciando qdo proponho coisas como
>>>> os random endorsements (uma visão parcial das infos do outro):
>>>> Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low
>>>> drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
>>>> while true
>>>> if value < random
>>>> pulse low
>>>> else
>>>> pulse high
>>>> Note: this is not a positional number system where subsequent bits
>>>> represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent
>>>> is equally likely to influence a receiver by the same amount.
>>>> Statistical Measurement
>>>> A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively
>>>> better estimate of the value present. For example, 100 samples can
>>>> yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
>>>> result = 0
>>>> for 100 times
>>>> if input is high
>>>> result = result + 1
>>>> A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed
>>>> the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver
>>>> detects a weighted average of the transmitted signal.
Eu não acho nada estranho chegar para um colega e discutir uma nova música, banda, artista, que acabei de conhecer. Ao contrário, isto é muito comum, na minha experiência. Aliás, devo ter sido estranho com você algumas vezes :D
Pareceu-me que este protocolo é útil quando:
1) para se ter o dado exato, a quantidade de informação a transmitir é muito grande
2) é possível tomar decisões com uma visão parcial da informação.
Numa rede soberana, o meu interessante sobre as informações é em função do meu relacionamento com meus peers. Eu quero conhecer toda a biblioteca do meu melhor amigo, mas não quero saber nada de um cara que está a três peers de distância. É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me que de uma forma geral a quantidade de informação a transmitir diminui consideravelmente, e a importância da visão total da informação aumenta...
[]s
Humberto Francisco Soares
Objective Solutions
(55-11) 3176-8122
Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>
Sent by: sneercoders@googlegroups.com
09/11/2009 13:20
Please respond to sneercoders
To: sneercoders@googlegroups.com
cc: Subject: Re: Bynase Protocol
> só acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música
> dos strokes e eu não ver a música disponível na aba dele na hora.
Acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música dos
strokes sejá lá como for...
O Wusic vai tbem mandar tuplas de "comecei a ouvir tal musica" e
"terminei de ouvir tal musica". Entao, se seu amigo ouvir a musica qdo
vcs se falarem vc tbem vai saber dela.
Flw
2009/11/9 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
> entendi...
> só acho um pouco estranho um amigo me dizer que baixou a nova música
> dos strokes e eu não ver a música disponível na aba dele na hora.
> Outra coisa interessante que pensei agora seria eu dizer que o meu
> playlist é uma AND do playlist do andré e do paulo XOR o playlist da
> Ana. :)
> De fato, eu separaria a visão do playlist da visão do armazenamento,
> ou seja, as músicas de algum modo teriam GUIDs baseadas no artista,
> nome, formato, qualidade, e poderiam ser buscadas fisicamente no peer
> de qualquer amigo.
> []s, gandhi
> 2009/11/6 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>> O contexto não é protocolos de redes mas como fazer um peer ter uma
>> visão dos dados dos demais peers, que se modificam constantemente, da
>> forma mais simples possível, levando em conta as restrições de uma
>> rede com banda limitada com falhas parciais a qq momento.
>> Quero ter uma visão do "dir" da sua biblioteca de MP3, por exemplo.
>> Posso implementar um esquema de transferencia, com polling, deltas e
>> tudo (especificação incompleta); ou vc pode me mandar o nome de um
>> arquivo aleatório seu a cada X segundos (especificação completa).
>> Minha visão não vai ser sempre completa nem sempre 100% atual mas não
>> é necessário q seja.
>> Klaus
>> 2009/11/6 Ricardo Andere de Mello <quilombodigi...@gmail.com>:
>>> hum...
>>> perdi o papo sobre "random endorsements", não entendi o contexto.
>>> Interessante.
>>> Pelo que entendi, o protocolo bynase, fazendo uma analogia grosseira,
>>> parece um protocolo de pwm por amostragem.
>>> Ele serve para "collision avoidance" em uma linha serial.
>>> No geral, acredito que a latência seja grande, pois funciona por
>>> estatística, ou seja, é preciso fazer várias coletas para se
>>> determinar o valor.
>>> Tem a vantagem de não exigir sincronização na comunicação e o código
>>> de "rede" ser mínimo (bem melhor que um tcp stack..), e este é um dos
>>> motivos de ser utilizado em pics, mas acho que já passamos desta fase
>>> na tecnologia de redes né?... :)
>>> Como fica roteamento, prioridade, qos, filtering, heheh. Bom... vou
>>> dar uma trégua... em uma estrutura distribuída, cada peer, como no
>>> sneer, pode cuidar do roteamento, qos, etc:
>>> http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ad-hoc_routing_protocols >>> http://wiki.laptop.org/go/Mesh_Network_Details
>>> Mas um lembrete, redes mesh atualmente sofrem do mesmo mal das redes
>>> p2p. não conseguem crescer para milhares de nodos sem "superpeers" e
>>> diretórios servidores.
>>> []s, gandhi
>>> 2009/11/5 Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>:
>>>> Pra vcs entenderem o q está me influenciando qdo proponho coisas como
>>>> os random endorsements (uma visão parcial das infos do outro):
>>>> Values are driven onto a net by choosing proportionally high or low
>>>> drive for subsequent pulses. Conceptually this is as simple as:
>>>> while true
>>>> if value < random
>>>> pulse low
>>>> else
>>>> pulse high
>>>> Note: this is not a positional number system where subsequent bits
>>>> represent progressively larger (or smaller) weight. Every pulse sent
>>>> is equally likely to influence a receiver by the same amount.
>>>> Statistical Measurement
>>>> A receiver samples the signal on a net and accumulates a progressively
>>>> better estimate of the value present. For example, 100 samples can
>>>> yield an accumulation between 0 and 100 inclusively.
>>>> result = 0
>>>> for 100 times
>>>> if input is high
>>>> result = result + 1
>>>> A receiver does not know which transmitter has most recently pulsed
>>>> the net. As such, when multiple transmitters compete, the receiver
>>>> detects a weighted average of the transmitted signal.
> É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me > que de uma forma geral a quantidade de informação a > transmitir diminui consideravelmente, e a importância da > visão total da informação aumenta...
> Pareceu-me que este protocolo é útil quando:
> 1) para se ter o dado exato, a quantidade de informação a
transmitir é muito grande
> 2) é possível tomar decisões com uma visão parcial da informação."
Estou assumindo que esta interpretação do protocolo está correta e que você entendeu. Vou dar uns exemplos:
Imagine que eu vou requisitar a informação sobre qual música cada peer conectado na rede está ouvindo.
Numa rede não soberana os peers tem pesos iguais para mim. Se pensarmos na web, pela quantidade de peers, não faz sentido eu olhar para a informação de cada um. Vou querer alguma medida estatística, tipo as 10 músicas mais ouvidas. Só que, para ter a informação exata, eu precisaria receber uma quantidade de informação muito grande (de todos os peers conectados na rede!). Só que, com apenas uma amostra desta informação eu já posso ter uma boa visão do todo. Este caso cai como uma luva nos 2 pontos acima que eu comentei.
Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me contrário ao item 1).
É claro que dependendo do contexto (informação a ser pesquisada), estas variáveis podem se comportar diferente.
[]s
Humberto Francisco Soares
Objective Solutions
(55-11) 3176-8122
Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>
Sent by: sneercoders@googlegroups.com
10/11/2009 00:20
Please respond to sneercoders
To: sneercoders@googlegroups.com
cc: Subject: Re: Bynase Protocol
> É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me
> que de uma forma geral a quantidade de informação a
> transmitir diminui consideravelmente, e a importância da
> visão total da informação aumenta...
> Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No
> fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho
> relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o
> João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas
> dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo
> inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me
> contrário ao item 1).
Acho que justamente pela sua 1a frase você *não* quer uma visão total. Se
entendi o conceito até o momento, cada peer seu tem um grau de "confiança"
que você estabelece par cada "assunto". Então se o João tem 100% da sua
confiança no quesito "gosto musical" você, sim, quer ter uma visão total do
que ele está ouvindo. Já do Zé, que tem apenas 85% da sua confiança, você
não precisaria ter uma visão total.... Não seria essa uma lógica mais
adequada à rede soberana?
> > Pareceu-me que este protocolo é útil quando:
> > 1) para se ter o dado exato, a quantidade de informação a
> transmitir é muito grande
> > 2) é possível tomar decisões com uma visão parcial da informação."
> Estou assumindo que esta interpretação do protocolo está correta e que você
> entendeu. Vou dar uns exemplos:
> Imagine que eu vou requisitar a informação sobre qual música cada
> peer conectado na rede está ouvindo.
> Numa rede não soberana os peers tem pesos iguais para mim. Se
> pensarmos na web, pela quantidade de peers, não faz sentido eu olhar para a
> informação de cada um. Vou querer alguma medida estatística, tipo as 10
> músicas mais ouvidas. Só que, para ter a informação exata, eu precisaria
> receber uma quantidade de informação muito grande (de todos os peers
> conectados na rede!). Só que, com apenas uma amostra desta informação eu já
> posso ter uma boa visão do todo. Este caso cai como uma luva nos 2 pontos
> acima que eu comentei.
> Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No
> fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho
> relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o
> João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas
> dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo
> inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me
> contrário ao item 1).
> É claro que dependendo do contexto (informação a ser pesquisada),
> estas variáveis podem se comportar diferente.
> *Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>*
> Sent by: sneercoders@googlegroups.com
> 10/11/2009 00:20
> Please respond to sneercoders
> To: sneercoders@googlegroups.com
> cc:
> Subject: Re: Bynase Protocol
> > É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me
> > que de uma forma geral a quantidade de informação a
> > transmitir diminui consideravelmente, e a importância da
> > visão total da informação aumenta...
Acredito que quando tratamos de soberania, queremos copiar o mundo real.
Então eu escolho o que você pode ou não ver das minhas músicas, e você
escolhe o que quer ver das minhas músicas.
Pense assim, você vai até a minha casa e quer ver meus CDs, eu te
mostro o que eu quero te mostrar e escondo o resto.
Se você quizer ver todos os meus CDs você vai me encher o saco, pois
tenho mais de 5 mil CDs, porém, se você me disser
que só quer ver os de rock anos 80, fica muito mais fácil e rápido.
Resumindo: Não é porque a minha irmã tem 100 % de minha confiança, que
eu quero que ela veja que estou assistindo um filme de sacanagem.
Carlos Eduardo Knippschild escreveu:
Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No
fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho
relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que
o João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total,
apenas dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não
conheço o mundo inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para
consultar. Isto parece-me contrário ao item 1).
Acho que justamente pela sua 1a frase você não quer uma
visão total. Se entendi o conceito até o momento, cada peer seu tem um
grau de "confiança" que você estabelece par cada "assunto". Então se o
João tem 100% da sua confiança no quesito "gosto musical" você, sim,
quer ter uma visão total do que ele está ouvindo. Já do Zé, que tem
apenas 85% da sua confiança, você não precisaria ter uma visão
total.... Não seria essa uma lógica mais adequada à rede soberana?
> Pareceu-me que este protocolo
é útil quando:
> 1) para se ter o dado
exato, a quantidade de informação a transmitir é muito grande
> 2) é possível tomar
decisões com uma visão parcial da informação."
Estou assumindo que esta
interpretação do protocolo está correta e que você entendeu. Vou dar
uns exemplos:
Imagine que eu vou
requisitar a informação sobre qual música cada peer conectado na rede
está ouvindo.
Numa rede não soberana os
peers tem pesos iguais para mim. Se pensarmos na web, pela quantidade
de peers, não faz sentido eu olhar para a informação de cada um. Vou
querer alguma medida estatística, tipo as 10 músicas mais ouvidas. Só
que, para ter a informação exata, eu precisaria receber uma quantidade
de informação muito grande (de todos os peers conectados na rede!). Só
que, com apenas uma amostra desta informação eu já posso ter uma boa
visão do todo. Este caso cai como uma luva nos 2 pontos acima que eu
comentei.
Já numa rede soberana, os
peer tem pesos diferentes para mim. No fundo, eu nem quero saber esta
informação dos peers que eu não tenho relação. Não quero uma medida
estatística, quero saber exatamente o que o João, o Zé e os caras estão
ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas dos meu peers,
contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo inteiro,
vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me
contrário ao item 1).
É claro que dependendo do
contexto (informação a ser pesquisada), estas variáveis podem se
comportar diferente.
[]s
Humberto Francisco Soares
Objective Solutions
(55-11) 3176-8122
> É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me
> que de uma forma geral a quantidade de informação a
> transmitir diminui consideravelmente, e a importância da
> visão total da informação aumenta...
> Acredito que quando tratamos de soberania, queremos copiar o mundo real.
> Então eu escolho o que você pode ou não ver das minhas músicas, e você
> escolhe o que quer ver das minhas músicas.
> Pense assim, você vai até a minha casa e quer ver meus CDs, eu te mostro o
> que eu quero te mostrar e escondo o resto.
> Se você quizer ver todos os meus CDs você vai me encher o saco, pois tenho
> mais de 5 mil CDs, porém, se você me disser
> que só quer ver os de rock anos 80, fica muito mais fácil e rápido.
> Resumindo: Não é porque a minha irmã tem 100 % de minha confiança, que eu
> quero que ela veja que estou assistindo um filme de sacanagem.
> Carlos Eduardo Knippschild escreveu:
> Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No
>> fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho
>> relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o
>> João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas
>> dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo
>> inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me
>> contrário ao item 1).
> Acho que justamente pela sua 1a frase você *não* quer uma visão total. Se
> entendi o conceito até o momento, cada peer seu tem um grau de "confiança"
> que você estabelece par cada "assunto". Então se o João tem 100% da sua
> confiança no quesito "gosto musical" você, sim, quer ter uma visão total do
> que ele está ouvindo. Já do Zé, que tem apenas 85% da sua confiança, você
> não precisaria ter uma visão total.... Não seria essa uma lógica mais
> adequada à rede soberana?
>> > Pareceu-me que este protocolo é útil quando:
>> > 1) para se ter o dado exato, a quantidade de informação a
>> transmitir é muito grande
>> > 2) é possível tomar decisões com uma visão parcial da
>> informação."
>> Estou assumindo que esta interpretação do protocolo está correta e que
>> você entendeu. Vou dar uns exemplos:
>> Imagine que eu vou requisitar a informação sobre qual música cada
>> peer conectado na rede está ouvindo.
>> Numa rede não soberana os peers tem pesos iguais para mim. Se
>> pensarmos na web, pela quantidade de peers, não faz sentido eu olhar para a
>> informação de cada um. Vou querer alguma medida estatística, tipo as 10
>> músicas mais ouvidas. Só que, para ter a informação exata, eu precisaria
>> receber uma quantidade de informação muito grande (de todos os peers
>> conectados na rede!). Só que, com apenas uma amostra desta informação eu já
>> posso ter uma boa visão do todo. Este caso cai como uma luva nos 2 pontos
>> acima que eu comentei.
>> Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No
>> fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho
>> relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o
>> João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas
>> dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo
>> inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me
>> contrário ao item 1).
>> É claro que dependendo do contexto (informação a ser pesquisada),
>> estas variáveis podem se comportar diferente.
>> *Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com>*
>> Sent by: sneercoders@googlegroups.com
>> 10/11/2009 00:20
>> Please respond to sneercoders
>> To: sneercoders@googlegroups.com
>> cc:
>> Subject: Re: Bynase Protocol
>> > É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me
>> > que de uma forma geral a quantidade de informação a
>> > transmitir diminui consideravelmente, e a importância da
>> > visão total da informação aumenta...
A questão não é sobre quais dados virão, e sim quando eles virão. O Bynase Protocol propõe que a informação seja construída aos poucos. Você vai receber toas as informações do João 100%, só não vai receber tudo de uma vez...
[]s
Humberto Francisco Soares
Objective Solutions
(55-11) 3176-8122
Carlos Eduardo Knippschild <carlos.ch...@gmail.com>
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cc: Subject: Re: Bynase Protocol
Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me contrário ao item 1).
Acho que justamente pela sua 1a frase você não quer uma visão total. Se entendi o conceito até o momento, cada peer seu tem um grau de "confiança" que você estabelece par cada "assunto". Então se o João tem 100% da sua confiança no quesito "gosto musical" você, sim, quer ter uma visão total do que ele está ouvindo. Já do Zé, que tem apenas 85% da sua confiança, você não precisaria ter uma visão total.... Não seria essa uma lógica mais adequada à rede soberana?
> Pareceu-me que este protocolo é útil quando: > 1) para se ter o dado exato, a quantidade de informação a
transmitir é muito grande
> 2) é possível tomar decisões com uma visão parcial da
informação."
Estou assumindo que esta interpretação do protocolo está correta e que você entendeu. Vou dar uns exemplos:
Imagine que eu vou requisitar a informação sobre qual música cada peer conectado na rede está ouvindo.
Numa rede não soberana os peers tem pesos iguais para mim. Se pensarmos na web, pela quantidade de peers, não faz sentido eu olhar para a informação de cada um. Vou querer alguma medida estatística, tipo as 10 músicas mais ouvidas. Só que, para ter a informação exata, eu precisaria receber uma quantidade de informação muito grande (de todos os peers conectados na rede!). Só que, com apenas uma amostra desta informação eu já posso ter uma boa visão do todo. Este caso cai como uma luva nos 2 pontos acima que eu comentei.
Já numa rede soberana, os peer tem pesos diferentes para mim. No fundo, eu nem quero saber esta informação dos peers que eu não tenho relação. Não quero uma medida estatística, quero saber exatamente o que o João, o Zé e os caras estão ouvindo. Assim, eu quero uma visão total, apenas dos meu peers, contradizendo o item 2. Só que, como eu não conheço o mundo inteiro, vou ter apenas dezenas de pessoas para consultar. Isto parece-me contrário ao item 1).
É claro que dependendo do contexto (informação a ser pesquisada), estas variáveis podem se comportar diferente.
[]s
Humberto Francisco Soares
Objective Solutions
(55-11) 3176-8122
Klaus Wuestefeld <klauswuestef...@gmail.com> Sent by: sneercoders@googlegroups.com 10/11/2009 00:20 Please respond to sneercoders
To: sneercoders@googlegroups.com cc: Subject: Re: Bynase Protocol
> É claro que isto depende de cada contexto, mas parece-me
> que de uma forma geral a quantidade de informação a
> transmitir diminui consideravelmente, e a importância da
> visão total da informação aumenta...