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Trabalho em uma Rede Municipal de Ensino e gostaria de oferecer aos
alunos cursarem dependência
atráves da modalidade semipresencial. Alguém já teve alguma
experiência nesse tipo de ensino em escolas regulares ? Poderiam dar
algumas dicas , falar dos prós e contras , etc .
Outra dúvida :o Moodle seria uma boa opção ? Seria fácil capaciatar os
professores para esta ferramenta ? Qual o tempo estimado para se
capacitar professores ? E para o aluno , seria fácil ele acessar em
sua casa ou precisa de algo especial ?
Tive a informação que o Moodle é complicado , de difícil intalação e
pesado para o servidor , procede? Poderiam me falar um pouco sobre o
que é necesário para utilizá-lo .
Desculpem a minha total ignorância ,mas por ter mesmo pessoas tão
capacitadas como vocês que vim busar ajuda aqui .Espero não estar
atrapalhando o andamento do grupo com minhas questões .
Em primeiro lugar: de forma alguma voce atrapalha quando lanca
perguntas sobre EaD numa comunidade sobre EaD. Pelo contrario, so'
contribui para enriquecer a discussao com questoes que emergem da
pratica.
Gostaria de ajudar fazendo voce pensar em duas dimensoes:
1. Pedagogica
2. Tecnologica
A mais importante, a decisiva, a mais fundamental capacitacao de que
professores precisam para atuarem com recursos de educacao online e' a
primeira, a pedagogica. Ela simplesmente pode definir fracasso ou
sucesso numa iniciativa. Portanto, sugiro colocar em primeiro lugar o
que merece o primeiro lugar.
Em um projeto educacional a tecnologia deve se sujeitar aos objetivos
pedagogicos, nao o oposto.
O Moodle nao e' a unica e com frequencia nao e' a melhor ferramenta
para o ensino online. E' muito usado, sem duvida. Mas eu mesmo, por
exemplo, trabalho com educacao online faz mais de 10 anos e nao adoto
no meu trabalho o Moodle nem qualquer outro sistema do genero, os
chamados LMS ou AVA.
Portanto, a primeira e mais importante coisa que recomendo voce fazer
e' pensar na capacitacao pedagogica dos seus professores para uso de
tecnologia em educacao -- e isto independente do sistema ou combinacao
de recursos que voces vierem a adotar. Estou comecando nesta segunda-
feira uma turma de um curso de capacitacao pedagogica especifica para
educacao a distancia via Internet -- mais detalhes em
http://www.aquifolium.com.br/educacional/capacitacao
Se interessar ainda ha' tempo para ingressar neste turma que comeca
nesta segunda-feira.
As escolhas tecnologicas serao melhor feitas, com mais seguranca e de
forma mais sensata se voces estiverem pedagogicamente capacitados para
avaliarem as varias opcoes. Ha' varios fatores a se considerar. Por
exemplo, numero total de alunos a serem envolvidos nisto. Estamos
falando de dezenas, de centenas, de milhares ou de milhoes de alunos?
Se estamos falando de dezenas ou de algumas centenas, ha' alternativas
bem mais simples e eficazes que o Moodle. E mesmo se estivermos
falando de milhares ou milhoes de alunos, e um sistema como o Moodle
se mostrar recomendavel, ha' como descomplicar o Moodle para os
professores e para os alunos, de modo a reduzir o impacto negativo que
interfaces confusas, repletas de links redundantes desnecessarios,
podem produzir.
Enfim, recomendo nao perder de vista a perspectiva pedagogica.
Tecnologia tem poder para ofuscar e cegar, momentanea ou
permanentemente. O olhar pedagogico ajudara' a evitar as armadilhas no
caminho do uso de tecnologia em educacao.
Wilson
On 3 jul, 20:19, Liliane <proflili...@aim.com> wrote:
> Trabalho em uma Rede Municipal de Ensino e gostaria de oferecer aos
> alunos cursarem dependência
> atráves da modalidade semipresencial. Alguém já teve alguma
> experiência nesse tipo de ensino em escolas regulares ? Poderiam dar
> algumas dicas , falar dos prós e contras , etc .
> Outra dúvida :o Moodle seria uma boa opção ? Seria fácil capaciatar os
> professores para esta ferramenta ? Qual o tempo estimado para se
> capacitar professores ? E para o aluno , seria fácil ele acessar em
> sua casa ou precisa de algo especial ?
> Tive a informação que o Moodle é complicado , de difícil intalação e
> pesado para o servidor , procede? Poderiam me falar um pouco sobre o
> que é necesário para utilizá-lo .
> Desculpem a minha total ignorância ,mas por ter mesmo pessoas tão
> capacitadas como vocês que vim busar ajuda aqui .Espero não estar
> atrapalhando o andamento do grupo com minhas questões .
Desculpe não poder te ajudar no quesito da educação em si mas posso te ajudar no Moodle, sou administrador da ferramenta Moodle aqui onde trabalho, Na minha opinião de algumas ferramentas que testamos o Moodle é o melhor, quando a facilidade ele é bem intuitivo e há muito material na web tanto para instalação, manutenção e capacitação, quanto ao "peso" é Mito ele foi elaborado para rodar em qualquer plataforma tanto quanto o windows e Linux, no proprio site do moodle tem tutoriais para a instalação. - www.moodle.org Espero ter te ajudado, qualquer duvida que tenha em questão da ferramenta estou a tua disposição
> Trabalho em uma Rede Municipal de Ensino e gostaria de oferecer aos > alunos cursarem dependência > atráves da modalidade semipresencial. Alguém já teve alguma > experiência nesse tipo de ensino em escolas regulares ? Poderiam dar > algumas dicas , falar dos prós e contras , etc .
> Outra dúvida :o Moodle seria uma boa opção ? Seria fácil capaciatar os > professores para esta ferramenta ? Qual o tempo estimado para se > capacitar professores ? E para o aluno , seria fácil ele acessar em > sua casa ou precisa de algo especial ? > Tive a informação que o Moodle é complicado , de difícil intalação e > pesado para o servidor , procede? Poderiam me falar um pouco sobre o > que é necesário para utilizá-lo .
> Desculpem a minha total ignorância ,mas por ter mesmo pessoas tão > capacitadas como vocês que vim busar ajuda aqui .Espero não estar > atrapalhando o andamento do grupo com minhas questões .
Oi Felipe Tens alguns dados sobre Laboratório de Avaliação do Moodle, estamos em fase de instalação e estudo do Moodle e esse e estudando esse ítem nesse momento.Tens algum material sobre isso? Abraços Ana Cecília
----- Original Message ----- From: Felipe Cidade To: eadbr@googlegroups.com Sent: Saturday, July 04, 2009 9:25 AM Subject: [EADBR] Re: Dependência online/ Moodle
Bom dia Liliane
Desculpe não poder te ajudar no quesito da educação em si mas posso te ajudar no Moodle, sou administrador da ferramenta Moodle aqui onde trabalho, Na minha opinião de algumas ferramentas que testamos o Moodle é o melhor, quando a facilidade ele é bem intuitivo e há muito material na web tanto para instalação, manutenção e capacitação, quanto ao "peso" é Mito ele foi elaborado para rodar em qualquer plataforma tanto quanto o windows e Linux, no proprio site do moodle tem tutoriais para a instalação. - www.moodle.org Espero ter te ajudado, qualquer duvida que tenha em questão da ferramenta estou a tua disposição
Trabalho em uma Rede Municipal de Ensino e gostaria de oferecer aos alunos cursarem dependência atráves da modalidade semipresencial. Alguém já teve alguma experiência nesse tipo de ensino em escolas regulares ? Poderiam dar algumas dicas , falar dos prós e contras , etc .
Outra dúvida :o Moodle seria uma boa opção ? Seria fácil capaciatar os professores para esta ferramenta ? Qual o tempo estimado para se capacitar professores ? E para o aluno , seria fácil ele acessar em sua casa ou precisa de algo especial ? Tive a informação que o Moodle é complicado , de difícil intalação e pesado para o servidor , procede? Poderiam me falar um pouco sobre o que é necesário para utilizá-lo .
Desculpem a minha total ignorância ,mas por ter mesmo pessoas tão capacitadas como vocês que vim busar ajuda aqui .Espero não estar atrapalhando o andamento do grupo com minhas questões .
Pelo jeito, continuo sendo um dos poucos que NÃO GOSTA do Moodle.
Por ser programador e professor, concordo com o Wilson sobre as
dimensões pedagógica e tecnológica das ferramentas (que são apenas
isso: ferramentas. Não se podem esperar MILAGRES de um conjunto de
linhas de programação).
Assim, o Moodle virou uma "febre" do e-learning (que é OUTRO termo mal
empregado, mas muito na moda).
Há "n" plataformas mais decentes e com navegabilidade SUPERIOR, que
sequer são conhecidas...
É como a "briga" Windows x LINUX. O segundo é melhor, mais estável e
gratuito, mas o povo insiste em utilizar o primeiro.
Comodismos e modismos à parte, não quero polemizar (ainda mais) o
propósito da utilização de um L(C)MS, mas o Moodle, certamente, não
faz parte da minha "to do list".
Ainda vou de e-Front (como back end).
E, se possível, algum front end em Flex, pois muita gente acha que "se
o software é bonito, funciona".
Minha (humilde e sincera) opinião é: beleza não se põe em
computadores. E não é parâmetro.
A 'veia' de programador fala mais alto, então construo minhas
plafaformas "do zero". Em PERL com mySQL, sob ambiente LINUX. (Com uma
'pitada' de Flex).
Nada de JAVA, PHP, ASP ou .NET. Muito menos C#.
Estou falando em portabilidade, desempenho e custos.
PERL é "antigo"? Desde quando isso é fator determinante de qualidade
de uma linguagem?
PHP tem seu valor. Afinal, já escrevi MUITAS linhas nesta linguagem...
Mas o "bom e velho" PERL nunca me deixou na mão.
De aplicações WEB a análises FFT, tem-se módulos para tudo!
Se não houver, escreve-se um...
Vida longeva à modularidade!
Voltando às macérrimas vacas dos L(C)MS, embora o e-Front esteja em
PHP, está em BOM PHP (o que é diferente de apenas "estar escrito"
naquela linguagem).
Ou seja, documentação "in source", legível e compreensível.
Nada dos caminhos inexoráveis do Moodle (que se reflete para seus
usuários)...
O e-Front é "bonito", bem acabado e está nos padrões WEB 2.0 (AJAX &
cia).
De que mais precisa? Divulgação!
É como o caso Windows x LINUX, já citado.
Basta usar para não querer mais voltar...
Atenciosamente,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
- Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
- Cafè Scientifique - CURITIBA
- Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- --
O mais importante em um curso online é a forma como ele é apresentado,
e isso independe da plataforma.
Um curso bem formulado, onde o aluno, já de cara tem uma noção do que
vai fazer e como fazer é o mais importante. A ferramenta é só o
coadjuvante para que tudo dê certo.
O moodle facilita o gerenciamento dos alunos e cursos, envio de
mensagens, a comunicação nos fóruns, emaisl e chats, aplicação de
provas, wikis, blogs, pesquisas, etc. É muito mais fácil você ter isso
centralizado em um sistema do que em vários locais dificultando a sua
organização. E nada impede que se trabalhe com outros softwares
paralelamente ao moodle.
O que alguns acham complicado é a péssima interface inicial e o
montante de recursos que o ambiente oferece. Tudo pode ser resolvido
facilmente.
Fiz uma consulta no google trends para saber a utilização do moodle em
relação a outros ambientes.
Sou a favor da melhor ferramenta que atende às minhas necessidades e
de meus clientes e o moodle além de dar pouca dor de cabeça, tem uma
grande comunidade onde posso tirar dúvidas técnicas na hora de algum
sufoco.
Outros links:
Estudo de avaliação de plataformas open source. O resultado demonstra
que o Moodle tem uma performance superior a todas as outras
plataformas e tem maior capacidade de adaptação a diferentes
necessidades e contextos pedagógicos.
Liliane, tudo bem?
Creio que no seu caso o Moodle seja sim bem indicado. A ferramenta é
madura e muito utilizada no meio, tendo amplas referencias na
internet.
Prof. Paulo... taí.. realmente precisa de mais divulgação, eu mesmo
não conhecia. Quando o sr. diz que há "n" plataformas superiores,
poderia citar mais alguma além do e-front?
Acabei de usar o demo do site deles (e-front), me pareceu bastante
amigável.
Como está o suporte da comunidade, em termos de extensões (módulos,
plugins, etc)?
Tem bastante material de referência em portugues?
Quando voce fala em portabilidade, porque diz "nada de Java..", quando
o grande mérito do Java é rodar em diversas plataformas diferentes?
O front-end do E-front não é bom? Ou é só questao do seu gosto
pessoal? Ou o sr. quer sugerir algum para nós?
Achei a licença do e-front meio confusa... poderia resumir isso para
nós?
Agradeço antecipadamente!
sds
Silvio
On 6 jul, 05:24, Prof Paulo Maximo <pmax...@gmail.com> wrote:
> Pelo jeito, continuo sendo um dos poucos que NÃO GOSTA do Moodle.
> Por ser programador e professor, concordo com o Wilson sobre as
> dimensões pedagógica e tecnológica das ferramentas (que são apenas
> isso: ferramentas. Não se podem esperar MILAGRES de um conjunto de
> linhas de programação).
> Assim, o Moodle virou uma "febre" do e-learning (que é OUTRO termo mal
> empregado, mas muito na moda).
> Há "n" plataformas mais decentes e com navegabilidade SUPERIOR, que
> sequer são conhecidas...
> É como a "briga" Windows x LINUX. O segundo é melhor, mais estável e
> gratuito, mas o povo insiste em utilizar o primeiro.
> Comodismos e modismos à parte, não quero polemizar (ainda mais) o
> propósito da utilização de um L(C)MS, mas o Moodle, certamente, não
> faz parte da minha "to do list".
> Ainda vou de e-Front (como back end).
> E, se possível, algum front end em Flex, pois muita gente acha que "se
> o software é bonito, funciona".
> Minha (humilde e sincera) opinião é: beleza não se põe em
> computadores. E não é parâmetro.
> A 'veia' de programador fala mais alto, então construo minhas
> plafaformas "do zero". Em PERL com mySQL, sob ambiente LINUX. (Com uma
> 'pitada' de Flex).
> Nada de JAVA, PHP, ASP ou .NET. Muito menos C#.
> Estou falando em portabilidade, desempenho e custos.
> PERL é "antigo"? Desde quando isso é fator determinante de qualidade
> de uma linguagem?
> PHP tem seu valor. Afinal, já escrevi MUITAS linhas nesta linguagem...
> Mas o "bom e velho" PERL nunca me deixou na mão.
> De aplicações WEB a análises FFT, tem-se módulos para tudo!
> Se não houver, escreve-se um...
> Vida longeva à modularidade!
> Voltando às macérrimas vacas dos L(C)MS, embora o e-Front esteja em
> PHP, está em BOM PHP (o que é diferente de apenas "estar escrito"
> naquela linguagem).
> Ou seja, documentação "in source", legível e compreensível.
> Nada dos caminhos inexoráveis do Moodle (que se reflete para seus
> usuários)...
> O e-Front é "bonito", bem acabado e está nos padrões WEB 2.0 (AJAX &
> cia).
> De que mais precisa? Divulgação!
> É como o caso Windows x LINUX, já citado.
> Basta usar para não querer mais voltar...
> Atenciosamente,
> ---------------------------------------------------------------------------
> Prof Paulo Maximo, MSc
> - Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
> - Cafè Scientifique - CURITIBA
> - Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
> +55 41 9605.1681
> --------------------------------------------------------------------------- --
> Prof. Paulo... taí.. realmente precisa de mais divulgação, eu mesmo
> não conhecia. Quando o sr. diz que há "n" plataformas superiores,
> poderia citar mais alguma além do e-front?
Cito duas, bem recomendáveis: Joomla (pago, porém mais completo que o
Moodle), Sakai (necessita do Apache Tomcat, pois é escrito em Java),
> Acabei de usar o demo do site deles (e-front), me pareceu bastante
> amigável.
> Como está o suporte da comunidade, em termos de extensões (módulos,
> plugins, etc)?
Já há alguns módulos disponíveis e o "how-to-write-your-own-module" é
bem honesto, com um código limpo e bem documentado.
> Tem bastante material de referência em portugues?
Ainda não há manuais, mas há tradução da interface para nosso idioma.
> Quando voce fala em portabilidade, porque diz "nada de Java..", quando
> o grande mérito do Java é rodar em diversas plataformas diferentes?
Quando me refiro ao Java, cito a necessidade da "famosa" máquina
virtual (ou, no mínimo, da presença do JRE ou, em casos mais extremos,
de um servidor de aplicações Java em vez de um simples Apache).
Sendo uma linguagem poderosíssima (e portável, apenas necessitando -
às vezes - da geração dos bytecodes para determinada plataforma),
exige profundos conhecimentos para a criação de módulos/plugins/
customização dos programas, gerando um custo elevado em função de
programadores especializados nesta linguagem (não desmerecendo os
PHPzeiros e PERLzeiros de plantão).
> O front-end do E-front não é bom? Ou é só questao do seu gosto
> pessoal? Ou o sr. quer sugerir algum para nós?
Particularmente, gosto do front-end do e-Front (trocadilhos à parte),
mas acho que pode ser criado algo diferente em FLEX, com (maior)
capacidade para videoconferência, whiteboard e geração de gráficos on-
the-fly (e/ou importação de conteúdo .PPT).
> Achei a licença do e-front meio confusa... poderia resumir isso para
> nós?
Há, na verdade, DUAS versões: uma educacional e outra enterprise (com
"cara" de business, pois trata de gerenciamento de empregados -
colaboradores, como querem alguns - e departamentos).
A licença (CPAL - Common Public Attribution License) tem uma redação
confusa mesmo...
De forma resumida, a EPIGNOSIS LTD (criadora do e-Front) ainda detém
os direitos sobre o sistema, mesmo após sua modificação,
distriubuição, venda...
Mas uma referência CLARA à empresa deve ser feita em qualquer
interface (se for o caso) do programa.
É, assim, mais restrita que a GPL, mas apenas em termos de TER que
citar a EPIGNOSIS.
No mais, permite copiar, alterar, distribuir...
Desde que respeitados os direitos autorais (sem apagar o nome da
empresa ou dos autores dos módulos ou do próprio programa).
> Agradeço antecipadamente!
> sds
> Silvio
Atenciosamente e à disposição dos colegas,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
Cafè Scientifique - CURITIBA
Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- -
>> Prof. Paulo... taí.. realmente precisa de mais divulgação, eu mesmo >> não conhecia. Quando o sr. diz que há "n" plataformas superiores, >> poderia citar mais alguma além do e-front?
> Cito duas, bem recomendáveis: Joomla (pago, porém mais completo que o > Moodle), Sakai (necessita do Apache Tomcat, pois é escrito em Java),
Olhando o quadro de features do joomlalms, muitas das coisas que estão citadas como somente presente no joomlalms podem ser utilizadas através de módulos externos a instalação original.
Quanto ao Sakai eu realmente não conhecia, vou dar uma olhada.
> E uma que está em desenvolvimento: Amadeus (brasileiro!)
Já vi várias pessoas criticando o Amadeus, tanto em questão de desempenho, quanto instalação e manutenção. Realmente achas prudente citar um produto que ainda não tem maturidade?
>> Acabei de usar o demo do site deles (e-front), me pareceu bastante >> amigável. >> Como está o suporte da comunidade, em termos de extensões (módulos, >> plugins, etc)?
> Já há alguns módulos disponíveis e o "how-to-write-your-own-module" é > bem honesto, com um código limpo e bem documentado.
>> Tem bastante material de referência em portugues?
> Ainda não há manuais, mas há tradução da interface para nosso idioma.
>> Quando voce fala em portabilidade, porque diz "nada de Java..", quando >> o grande mérito do Java é rodar em diversas plataformas diferentes?
> Quando me refiro ao Java, cito a necessidade da "famosa" máquina > virtual (ou, no mínimo, da presença do JRE ou, em casos mais extremos, > de um servidor de aplicações Java em vez de um simples Apache). > Sendo uma linguagem poderosíssima (e portável, apenas necessitando - > às vezes - da geração dos bytecodes para determinada plataforma), > exige profundos conhecimentos para a criação de módulos/plugins/ > customização dos programas, gerando um custo elevado em função de > programadores especializados nesta linguagem (não desmerecendo os > PHPzeiros e PERLzeiros de plantão).
Ficou contraditório tua "critica" ao Java agora, pois um dos ambientes que citasse é baseado em Java, poderia esclarecer a confusão?
>> O front-end do E-front não é bom? Ou é só questao do seu gosto >> pessoal? Ou o sr. quer sugerir algum para nós?
> Particularmente, gosto do front-end do e-Front (trocadilhos à parte), > mas acho que pode ser criado algo diferente em FLEX, com (maior) > capacidade para videoconferência, whiteboard e geração de gráficos on- > the-fly (e/ou importação de conteúdo .PPT).
Realmente o front-end do E-front (quase um trocadilho...) é bem interessante, é mais centralizado e organizado do que grande parte das soluções existentes. Os opcionais citados são interessantes, mas não existe somente o FLEX para resolver estas questões, existem soluções alternativas já relativamente bem implementadas.
Importação de conteúdo PPT acho que não é uma boa, atrela o ambiente virtual a geração de PPTs, logo ao microoft office, e por final limita o ambiente em que alunos e professores podem trabalhar. Acho a alternativa mais interessante é trabalhar com flash, já existem diversas formas de trabalhar com este formato sem ficar atrelado a um programa em questão (apesar de infelizmente ainda ter algumas limitações devido ao formato fechado).
>> Achei a licença do e-front meio confusa... poderia resumir isso para >> nós?
> Há, na verdade, DUAS versões: uma educacional e outra enterprise (com > "cara" de business, pois trata de gerenciamento de empregados - > colaboradores, como querem alguns - e departamentos). > A licença (CPAL - Common Public Attribution License) tem uma redação > confusa mesmo... > De forma resumida, a EPIGNOSIS LTD (criadora do e-Front) ainda detém > os direitos sobre o sistema, mesmo após sua modificação, > distriubuição, venda... > Mas uma referência CLARA à empresa deve ser feita em qualquer > interface (se for o caso) do programa. > É, assim, mais restrita que a GPL, mas apenas em termos de TER que > citar a EPIGNOSIS. > No mais, permite copiar, alterar, distribuir... > Desde que respeitados os direitos autorais (sem apagar o nome da > empresa ou dos autores dos módulos ou do próprio programa).
Licenças a parte, e o desempenho? Não achei nada sobre estabilidade desta plataforma para uma grande quantidade de alunos ou acessos.
>> Agradeço antecipadamente! >> sds >> Silvio
> Atenciosamente e à disposição dos colegas, > --------------------------------------------------------------------------- > Prof Paulo Maximo, MSc > Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant) > Cafè Scientifique - CURITIBA > Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR) > +55 41 9605.1681 > --------------------------------------------------------------------------- -
Sr. Paulo
Interessante, só conhecia o Joomla "tradicional", esse voltado para
educação foi uma grata novidade.
Ainda não experimentei, porém nunca gostei do Joomla como CMS para
portais, por exemplo - achei muito desorganizada a interface. Quanto
ao LMS, vou instalar e testar.
Na minha opinião, o grande entrave para as aplicações em Java é um
serviço de hospedagem decente por um preço justo. Toda hospedagem Java
que vejo baseada no Tomcat ou JBoss se encaixa em uma das seguintes
situações: ou tem um preço bom mas é ruim em qualidade/estabilidade,
ou é bom mas cara demais (servidor dedicado, por exemplo). Não acho
que a questão de se programar em Java seja mais complexo que php ou
perl, por exemplo. A grande diferença é que em php é possível fazer
código funcional (leia-se POG) em menor tempo, porém abre-se aí a
possibilidade de exploits e injections - então, para fazer bem feito
mesmo, acho que teria o mesmo "custo" entre Java e PHP (não posso
citar Perl, pois não sei nada).
On 10 jul, 01:04, Prof Paulo Maximo <pmax...@gmail.com> wrote:
> > Prof. Paulo... taí.. realmente precisa de mais divulgação, eu mesmo
> > não conhecia. Quando o sr. diz que há "n" plataformas superiores,
> > poderia citar mais alguma além do e-front?
> Cito duas, bem recomendáveis: Joomla (pago, porém mais completo que o
> Moodle), Sakai (necessita do Apache Tomcat, pois é escrito em Java),
> > Acabei de usar o demo do site deles (e-front), me pareceu bastante
> > amigável.
> > Como está o suporte da comunidade, em termos de extensões (módulos,
> > plugins, etc)?
> Já há alguns módulos disponíveis e o "how-to-write-your-own-module" é
> bem honesto, com um código limpo e bem documentado.
> > Tem bastante material de referência em portugues?
> Ainda não há manuais, mas há tradução da interface para nosso idioma.
> > Quando voce fala em portabilidade, porque diz "nada de Java..", quando
> > o grande mérito do Java é rodar em diversas plataformas diferentes?
> Quando me refiro ao Java, cito a necessidade da "famosa" máquina
> virtual (ou, no mínimo, da presença do JRE ou, em casos mais extremos,
> de um servidor de aplicações Java em vez de um simples Apache).
> Sendo uma linguagem poderosíssima (e portável, apenas necessitando -
> às vezes - da geração dos bytecodes para determinada plataforma),
> exige profundos conhecimentos para a criação de módulos/plugins/
> customização dos programas, gerando um custo elevado em função de
> programadores especializados nesta linguagem (não desmerecendo os
> PHPzeiros e PERLzeiros de plantão).
> > O front-end do E-front não é bom? Ou é só questao do seu gosto
> > pessoal? Ou o sr. quer sugerir algum para nós?
> Particularmente, gosto do front-end do e-Front (trocadilhos à parte),
> mas acho que pode ser criado algo diferente em FLEX, com (maior)
> capacidade para videoconferência, whiteboard e geração de gráficos on-
> the-fly (e/ou importação de conteúdo .PPT).
> > Achei a licença do e-front meio confusa... poderia resumir isso para
> > nós?
> Há, na verdade, DUAS versões: uma educacional e outra enterprise (com
> "cara" de business, pois trata de gerenciamento de empregados -
> colaboradores, como querem alguns - e departamentos).
> A licença (CPAL - Common Public Attribution License) tem uma redação
> confusa mesmo...
> De forma resumida, a EPIGNOSIS LTD (criadora do e-Front) ainda detém
> os direitos sobre o sistema, mesmo após sua modificação,
> distriubuição, venda...
> Mas uma referência CLARA à empresa deve ser feita em qualquer
> interface (se for o caso) do programa.
> É, assim, mais restrita que a GPL, mas apenas em termos de TER que
> citar a EPIGNOSIS.
> No mais, permite copiar, alterar, distribuir...
> Desde que respeitados os direitos autorais (sem apagar o nome da
> empresa ou dos autores dos módulos ou do próprio programa).
> > Agradeço antecipadamente!
> > sds
> > Silvio
> Atenciosamente e à disposição dos colegas,
> ---------------------------------------------------------------------------
> Prof Paulo Maximo, MSc
> Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
> Cafè Scientifique - CURITIBA
> Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
> +55 41 9605.1681
> --------------------------------------------------------------------------- -
Concordo também no caso da importação de PPT. Não acho que é uma boa
opção essa dependência do MS Office.
Não sei quanto a licença de FLEX ou FLASH, mas AJAX (Javascript) não
seria mais interessante para esse front-end?
On 10 jul, 10:06, Jerônimo Medina Madruga <jeronimo.madr...@gmail.com>
wrote:
> 2009/7/10 Prof Paulo Maximo <pmax...@gmail.com>:
> > Prezado Silvio e demais colegas do grupo EaD:
> >> Prof. Paulo... taí.. realmente precisa de mais divulgação, eu mesmo
> >> não conhecia. Quando o sr. diz que há "n" plataformas superiores,
> >> poderia citar mais alguma além do e-front?
> > Cito duas, bem recomendáveis: Joomla (pago, porém mais completo que o
> > Moodle), Sakai (necessita do Apache Tomcat, pois é escrito em Java),
> Olhando o quadro de features do joomlalms, muitas das coisas que estão
> citadas como somente presente no joomlalms podem ser utilizadas
> através de módulos externos a instalação original.
> Quanto ao Sakai eu realmente não conhecia, vou dar uma olhada.
> > E uma que está em desenvolvimento: Amadeus (brasileiro!)
> Já vi várias pessoas criticando o Amadeus, tanto em questão de
> desempenho, quanto instalação e manutenção. Realmente achas prudente
> citar um produto que ainda não tem maturidade?
> >> Acabei de usar o demo do site deles (e-front), me pareceu bastante
> >> amigável.
> >> Como está o suporte da comunidade, em termos de extensões (módulos,
> >> plugins, etc)?
> > Já há alguns módulos disponíveis e o "how-to-write-your-own-module" é
> > bem honesto, com um código limpo e bem documentado.
> >> Tem bastante material de referência em portugues?
> > Ainda não há manuais, mas há tradução da interface para nosso idioma.
> >> Quando voce fala em portabilidade, porque diz "nada de Java..", quando
> >> o grande mérito do Java é rodar em diversas plataformas diferentes?
> > Quando me refiro ao Java, cito a necessidade da "famosa" máquina
> > virtual (ou, no mínimo, da presença do JRE ou, em casos mais extremos,
> > de um servidor de aplicações Java em vez de um simples Apache).
> > Sendo uma linguagem poderosíssima (e portável, apenas necessitando -
> > às vezes - da geração dos bytecodes para determinada plataforma),
> > exige profundos conhecimentos para a criação de módulos/plugins/
> > customização dos programas, gerando um custo elevado em função de
> > programadores especializados nesta linguagem (não desmerecendo os
> > PHPzeiros e PERLzeiros de plantão).
> Ficou contraditório tua "critica" ao Java agora, pois um dos ambientes
> que citasse é baseado em Java, poderia esclarecer a confusão?
> >> O front-end do E-front não é bom? Ou é só questao do seu gosto
> >> pessoal? Ou o sr. quer sugerir algum para nós?
> > Particularmente, gosto do front-end do e-Front (trocadilhos à parte),
> > mas acho que pode ser criado algo diferente em FLEX, com (maior)
> > capacidade para videoconferência, whiteboard e geração de gráficos on-
> > the-fly (e/ou importação de conteúdo .PPT).
> Realmente o front-end do E-front (quase um trocadilho...) é bem
> interessante, é mais centralizado e organizado do que grande parte das
> soluções existentes. Os opcionais citados são interessantes, mas não
> existe somente o FLEX para resolver estas questões, existem soluções
> alternativas já relativamente bem implementadas.
> Importação de conteúdo PPT acho que não é uma boa, atrela o ambiente
> virtual a geração de PPTs, logo ao microoft office, e por final limita
> o ambiente em que alunos e professores podem trabalhar. Acho a
> alternativa mais interessante é trabalhar com flash, já existem
> diversas formas de trabalhar com este formato sem ficar atrelado a um
> programa em questão (apesar de infelizmente ainda ter algumas
> limitações devido ao formato fechado).
> >> Achei a licença do e-front meio confusa... poderia resumir isso para
> >> nós?
> > Há, na verdade, DUAS versões: uma educacional e outra enterprise (com
> > "cara" de business, pois trata de gerenciamento de empregados -
> > colaboradores, como querem alguns - e departamentos).
> > A licença (CPAL - Common Public Attribution License) tem uma redação
> > confusa mesmo...
> > De forma resumida, a EPIGNOSIS LTD (criadora do e-Front) ainda detém
> > os direitos sobre o sistema, mesmo após sua modificação,
> > distriubuição, venda...
> > Mas uma referência CLARA à empresa deve ser feita em qualquer
> > interface (se for o caso) do programa.
> > É, assim, mais restrita que a GPL, mas apenas em termos de TER que
> > citar a EPIGNOSIS.
> > No mais, permite copiar, alterar, distribuir...
> > Desde que respeitados os direitos autorais (sem apagar o nome da
> > empresa ou dos autores dos módulos ou do próprio programa).
> Licenças a parte, e o desempenho? Não achei nada sobre estabilidade
> desta plataforma para uma grande quantidade de alunos ou acessos.
Descultem-me pela demora em respondê-los . Fiquei sem acesso à
internet alguns dias .Obrigada a todos pela atenção.
Wilson ,
Obrigada pelo incentivo , agora me sinto mais segura em lançar
perguntas neste grupo. Gostei do sua colocação sobre as duas
dimensões ., A idéia de fazer a dependência dos alunos online ainda
está amadurecendo e pensamos em implantar por volta da metade de 2010
e o numero de alunos é pequeno , de 50 a 100. Foi bom saber que há
gente experiente no mercado com cursos . Vou levar essas questões para
a reunião com os outros professores .
Felipe,
Obrigada pelas informações .Foram úteis .
Prof. Paulo,
Obrigada pela resposta . Tenho consciência que são apenas ferramenta
s , busco apenas uma forma de facilitar aos alunos ,principalmente os
que moram distante em local d e difícil acesso e transporte uma forma
de estar mais em contato com o professor e ter acesso ao material
elaborado pela equipe pedagógica , ás vezes leva dias para o aluno vir
à cidade buscar as apostilas e os exercícios que precisa fazer em
casa . Como a maioria já usa internet em casa e outros têm Lan House
Publica próximo às suas residências , creio que se pudermos
disponibilizar o material online e resolvermos as dúvidas desses
alunos ,facilitaria a vida dessas pessoas .
Você falou em “Assim, o Moodle virou uma "febre" do e-learning (que é
OUTRO termo mal
empregado, mas muito na moda) “ fiquei curiosa , qual seria o uso
adequado deste termo .Não sei a diferença de e-lerning para EAD.
E também : “Há "n" plataformas mais decentes e com navegabilidade
SUPERIOR, que
sequer são conhecidas... “ Essas plataformas são de licença livre
também ?
Gilvan,
Obrigada pela as indicações dos links e pela resposta , também levarei
suas colocações para reunião com os outros envolvidos .
Se voce pretende atender menos de 100 alunos, entao Moodle sera' o
equivalente a usar uma jamanta para levar duas pessoas para fazerem
compras no supermercado trazendo 20 sacolas. Voce teria um veiculo
excessivamente pesado e grande, com dificuldades para manobrar e
estacionar. O que voce precisa pode ser resolvido facilmente e melhor
com um veiculo menor.
Para o uso que voce deseja eu recomendaria olhar servicos gratuitos
como este mesmo aqui que estamos usando, o Google Groups. Veja por
exemplo o site deste nosso grupo em http://groups.google.com/group/eadbr
Voce tem num grupo como este espaco para criar paginas com conteudo
educacional, oferecer arquivos para download ou espaco para upload de
arquivos por alunos e professores. E tem um sistema como este aqui, de
troca coletiva de mensagens. Crie um grupo para cada disciplina e voce
tem algo muito mais simples e agil de usar, que pode comecar a
utilizar agora mesmo, sem depender de instalar nada, de configurar
nada, de profissionais especializados para montar nada. Um sistema
mais simples e facil de usar, que nao requer nenhum curso para ser
aprendido. E' intuitivo.
Se sentir necessidade de um site que reuna todas as disciplinas, basta
combinar este recurso aqui, o Google Groups, com o Google Sites. Veja
http://sites.google.com para mais informacoes.
Ou seja, voce estara' melhor servida usando recursos mais simples e
disponiveis. Voce nao precisa de uma jamanta para ir ao supermercado.
As coisas podem ser bem menos complicadas do que voce imagina.
Mas a questao pedagogica permanece sendo a questao central: invista
nela porque ela e' que fara' efetivamente a diferenca, nao importa o
ambiente tecnologico que voce utiliza.
Wilson
On 10 jul, 16:53, Liligirl <proflili...@aim.com> wrote:
> Descultem-me pela demora em respondê-los . Fiquei sem acesso à
> internet alguns dias .Obrigada a todos pela atenção.
> Wilson ,
> Obrigada pelo incentivo , agora me sinto mais segura em lançar
> perguntas neste grupo. Gostei do sua colocação sobre as duas
> dimensões ., A idéia de fazer a dependência dos alunos online ainda
> está amadurecendo e pensamos em implantar por volta da metade de 2010
> e o numero de alunos é pequeno , de 50 a 100. Foi bom saber que há
> gente experiente no mercado com cursos . Vou levar essas questões para
> a reunião com os outros professores .
> Se voce pretende atender menos de 100 alunos, entao Moodle sera' o > equivalente a usar uma jamanta para levar duas pessoas para fazerem > compras no supermercado trazendo 20 sacolas. Voce teria um veiculo > excessivamente pesado e grande, com dificuldades para manobrar e > estacionar. O que voce precisa pode ser resolvido facilmente e melhor > com um veiculo menor.
Não vejo desta maneira Wilson, o Moodle é feito para trabalhar com uma grande escala de alunos normalmente, mas nada impede que um número pequeno de alunos seja o alvo em questão.
> Para o uso que voce deseja eu recomendaria olhar servicos gratuitos > como este mesmo aqui que estamos usando, o Google Groups. Veja por > exemplo o site deste nosso grupo em http://groups.google.com/group/eadbr
Realmente as ferramentas de grupos do doogle são uma boa idéia.. Mas não existe nada ligado a avaliação de tarefas, envio das mesmas, ambiente para tirar dúvidas, etc. Seria basicamente e-mails de um lado para outro com um espaço para compartilhar arquivos para todos do grupo.
> Voce tem num grupo como este espaco para criar paginas com conteudo > educacional, oferecer arquivos para download ou espaco para upload de > arquivos por alunos e professores. E tem um sistema como este aqui, de > troca coletiva de mensagens. Crie um grupo para cada disciplina e voce > tem algo muito mais simples e agil de usar, que pode comecar a > utilizar agora mesmo, sem depender de instalar nada, de configurar > nada, de profissionais especializados para montar nada. Um sistema > mais simples e facil de usar, que nao requer nenhum curso para ser > aprendido. E' intuitivo.
É intuitivo, mas seria uma experiência valida? Criação de grupos para cada disciplina, cadastra e descadastra alunos para cada uma das disciplinas... Acho que essa plataforma seria viavel para um curso que seria feito somente uma vez na vida, para algo com uma possivel sequência ou reuso, acho que é muito melhor a idéia de um LMS.
> Se sentir necessidade de um site que reuna todas as disciplinas, basta > combinar este recurso aqui, o Google Groups, com o Google Sites. Veja > http://sites.google.com para mais informacoes.
> Ou seja, voce estara' melhor servida usando recursos mais simples e > disponiveis. Voce nao precisa de uma jamanta para ir ao supermercado. > As coisas podem ser bem menos complicadas do que voce imagina.
Melhor servida no momento, ou a longo prazo? Talvez uma reflexão maior seja necessária neste tema.
> Mas a questao pedagogica permanece sendo a questao central: invista > nela porque ela e' que fara' efetivamente a diferenca, nao importa o > ambiente tecnologico que voce utiliza.
----- Original Message ----- From: "Wilson Azevedo" <wil...@aquifolium.com>
To: "EAD - Educação a Distância" <eadbr@googlegroups.com>
Sent: Saturday, July 11, 2009 11:33 AM
Subject: [EADBR] Re: Dependência online/ Moodle
Liliane
Se voce pretende atender menos de 100 alunos, entao Moodle sera' o
equivalente a usar uma jamanta para levar duas pessoas para fazerem
compras no supermercado trazendo 20 sacolas. Voce teria um veiculo
excessivamente pesado e grande, com dificuldades para manobrar e
estacionar. O que voce precisa pode ser resolvido facilmente e melhor
com um veiculo menor.
Para o uso que voce deseja eu recomendaria olhar servicos gratuitos
como este mesmo aqui que estamos usando, o Google Groups. Veja por
exemplo o site deste nosso grupo em http://groups.google.com/group/eadbr
Voce tem num grupo como este espaco para criar paginas com conteudo
educacional, oferecer arquivos para download ou espaco para upload de
arquivos por alunos e professores. E tem um sistema como este aqui, de
troca coletiva de mensagens. Crie um grupo para cada disciplina e voce
tem algo muito mais simples e agil de usar, que pode comecar a
utilizar agora mesmo, sem depender de instalar nada, de configurar
nada, de profissionais especializados para montar nada. Um sistema
mais simples e facil de usar, que nao requer nenhum curso para ser
aprendido. E' intuitivo.
Se sentir necessidade de um site que reuna todas as disciplinas, basta
combinar este recurso aqui, o Google Groups, com o Google Sites. Veja
http://sites.google.com para mais informacoes.
Ou seja, voce estara' melhor servida usando recursos mais simples e
disponiveis. Voce nao precisa de uma jamanta para ir ao supermercado.
As coisas podem ser bem menos complicadas do que voce imagina.
Mas a questao pedagogica permanece sendo a questao central: invista
nela porque ela e' que fara' efetivamente a diferenca, nao importa o
ambiente tecnologico que voce utiliza.
Wilson
On 10 jul, 16:53, Liligirl <proflili...@aim.com> wrote:
> Pessoal,,
> Descultem-me pela demora em respondê-los . Fiquei sem acesso à
> internet alguns dias .Obrigada a todos pela atenção.
> Wilson ,
> Obrigada pelo incentivo , agora me sinto mais segura em lançar
> perguntas neste grupo. Gostei do sua colocação sobre as duas
> dimensões ., A idéia de fazer a dependência dos alunos online ainda
> está amadurecendo e pensamos em implantar por volta da metade de 2010
> e o numero de alunos é pequeno , de 50 a 100. Foi bom saber que há
> gente experiente no mercado com cursos . Vou levar essas questões para
> a reunião com os outros professores .
Ola !! Aproveitando a todas esta questões, gostaria de saber o seguinte, quantos alunos posso suportar em um curso ao mesmo tempo? o moodle suporta até quantos usuários logados simultaneamente? e quandos possiveis na mesma disciplina? tem alguma limitação para isto desde já agradeço Paulo Moraes
Se voce pretende atender menos de 100 alunos, entao Moodle sera' o
equivalente a usar uma jamanta para levar duas pessoas para fazerem
compras no supermercado trazendo 20 sacolas.
Discordo totalmente, Wilson, e concordo com o Jerônimo. O tempo
investido por um novato para aprender diferentes plataformas, simples
ou complexas, é mais ou menos o mesmo. O número de alunos não tem nada
a ver com a escalabilidade da plataforma, e sim o número e
flexibilidade das ferramentas e recursos que você pretende usar.
Minha recomendação geral é aprender o Moodle Mínimo (que você mesmo
preconizou e ensina), que serve para muita coisa. Se precisar de mais
ferramentas, elas estão lá, mudar de plataforma é IMENSAMENTE mais
traumático, exige iniciar NOVA curva e aprendizado cada vez, e chega a
ser inviável se tiver que converter, recarregar conteúdo, etc.
YahooGrupos, GoogleGroups, tudo isso já tentei usar para cursos, na
hora de mudar de plataforma você simplesmente morre de arrependimento.
Não pensou nisso, não??
Tenho um curso que ministro desde 2001, e já passei por: 1) site feito
à mão, em HTML, 2) YahooGrupos, 3) TelEduc, 4) Moodle. Não preciso
dizer o quanto sofri e quanto tempo joguei fora, por incompatibilidade
de armazenamento e linkagem de conteúdo entre todas essas plataformas.
Deus me livre de passar por isso de novo. Fixei no Moodle, que é
simplesmente EXCELENTE, tem evolução, compatibilidade total entre
versões, interoperabilidade (SCORM, etc.) e parece que não vai
desaparecer ou ficar obsoleto tão cedo. E dele não pretendo sair
mais... É o famoso pau-pra-toda-obra, até sites de telemedicina e
centros de comunicação de comunidades virtuais estamos implementando
com sucesso em Moodle.
Software e caminhão são duas coisas totalmente diferentes! Se fosse
assim, ninguem precisaria do MS Office ou OpenOffice, que têm milhares
de funções que a maioria dos usuários jamais usará....
Me diga uma coisa, sinceramente; você usa o WordPad (excelente
miniatura do Word), ou o Word, como ferrramenta de produtividade para
escrever no dia a dia? Que diferença faz, se você usa umas 10
funcionalidades, no máximo?
Dessa vez seu proverbial e infalivel bom senso te faltou, eheheh,
desculpe, amigo.
Como voce pode constatar, e' polemica a adocao de um sistema como o
Moodle -- e a esta altura voce ja' percebeu que ele nao e' o unico e
que ha' quem recomende outros sistemas que nao ele. Mas aqui preciso
ser absolutamente franco com voce: minha posicao e' bem minoritaria.
Sou parte de uma minuscula minoria que nao leva muita fe' (e no meu
caso nunca levei) em sistemas de gerenciamento de aprendizagem (LMS,
na sigla em ingles). E a sugestao que lhe dei segue esta linha: LMS
pode nao ser a melhor opcao e frequentemente nao usar LMS e' uma opcao
cujas vantagens superam as desvantagens, enquanto LMS apresentam
desvantagens que podem nao compensar eventuais vantagens.
Mas sou uma "voz que clama no deserto": uma esmagadora maioria hoje
defende o uso de LMS e dentro desta maioria um numero grande opta pelo
Moodle.
A meu favor, porem, argumento que somos uma minoria crescente e de
futuro. Num certo sentido nos adiantamos um pouco e ja', hoje,
vislumbramos um futuro pos-LMS, e nos conduzimos segundo este futuro
ja' hoje.
Renato, antes de prosseguir, permita-me um momento de "tietagem":
ontem fui indicar numa comunidade no Orkut a sua traducao do artigo
sobre Educacao Online que voce compartilhou conosco outro dia e
imaginei que estivesse em seu blog. Entao Googlei "Renato Sabbatini"
blog e numa das primeiras opcoes veio um video no Youtube com mais de
20 minutos de uma entrevista sua no Programa do Jo -- alias
interessantissima entrevista. Quem, tal como eu, nao sabia dela, pode
assistir em:
Tanto Jeronimo quanto Renato defendem o uso do Moodle para o caso
apresentado pela Liliane, de uma iniciativa paralela ao ensino
presencial, para ser usada com alunos que ficam em dependencia/
recuperacao, e de pequeno porte, menos de 100 alunos. Eu gostaria de
situar esta defesa em perspectiva historica, e vou usar elementos
trazidos pelo proprio Renato em sua mensagem.
Primeiramente chama a atencao o fato de que em tao pouco tempo Renato
ter utilizado umas 4 ou 5 alternativas diferentes. E ele nem chegou a
percorrer todo o arco que o mercado percorreu nos ultimos 15 anos no
Brasil. Em cada momento deste curto periodo houve um sistema que foi o
"queridinho" do mercado, e uma especie de "efeito manada" tornou cada
um deles o mais usado em cada momento destes. Tivemos o momento
AulaNet, o momento Universite, o momento Teleduc, estamos hoje no
momento Moodle, e so' Deus sabe quem sera' o proximo queridinho para o
qual a manada correra' em alguns anos. Creio que uma reflexao sobre
esta historia merece inclusive investigacao cientifica, e deixo aqui
uma sugestao para os que estao atras de um bom tema para uma pesquisa
de mestrado ou doutorado: que licoes esta historia ensina, o que ela
revela sobre este mercado e sobre a propria ideia de LMS como algo
necessario ou fundamental em Educacao Online.
Mas ha' ja' hoje algumas tendencias futuras que sao perceptiveis e
Renato tambem as cita em sua mensagem. Ao defender o usuo do Moodle
Renato menciona o pacote Office e a caracteristica que de uma certa
forma foi ao longo dos anos tornando-o cada vez menos atraente para os
usuarios: o seu excesso de recursos, caracteristica que o Office
compartilha com o Moodle e os LMS em geral. Achei interessante Renato
me perguntar pelo Wordpad, um "mini-Word" que vem pre-instalado no
Windows e que nos tempos em que eu usava Windows era meu preferido
para abrir rapidamente arquivos DOC do Word sem ter de esperar a longa
inicializacao do Word e sem oferecer riscos de execucao nao autorizada
de macros, um tipo de virus que foi muito popular ate' o inicio desta
decada. Achei interessante Renato perguntar pelo Wordpad e sequer
mencionar um dos servicos que mais cresce no campo do processamento de
textos, planilhas e apresentacoes, que e' o Google Docs. Um
crescimento visto pela MicroSoft como uma ameaca maior 'a atual
hegemonia do Word que o proprio OpenOffice.
Hoje e' claramente perceptivel um certo cansaco generalizado de
usuarios com o que predominou por muitos anos na industria de
informatica: aquela coisa do "quanto mais, melhor". Hoje, cada vez
mais, usuarios querem menos, nao mais. Ou o mais que procuram e' um
menos: sistemas e computadores mais leves, mais ageis, menos
complicados, menos pesados, menos confusos, menos sobrecarregados de
funcoes. O chamado "fatware" cansou. E quando alternativas mais leves
e ageis aparecem, sao imediatamente um sucesso.
Nao acho nada impossivel que um proximo queridinho dos LMS a atrair a
manada seja um sistema com menos recursos, menos confuso, menos
repetitivo ou redundante, mais leve, mais agil, mais usavel. Mas eu
aposto ainda numa outra tendencia: o pos-LMS. Vejo LMS como algo cuja
historia teve um inicio, esta' tendo um meio e se aproxima de um fim.
E observo a tendencia crescente ao uso de recursos abertos, combinados
livremente pelos usuarios, os chamados "mash-ups" de servicos em nuvem
como nao apenas este nosso GoogleGroups ou GoogleDocs mas tambem os
blogs, servicos de distribuicao de video, podcasting etc. Esta
tendencia conflita com a ideia que e' o fundamento dos LMS: a de que
recursos para a aprendizagem devem estar fechados, empacotados e
controlados num sistema unico e fechado. A ideia que fundamenta os LMS
esta' na exata contramao da tendencia mais vigorosa que cresce
fortemente desde alguns anos para ca'. Por isto falo em pos-LMS, num
futuro (que na verdade para muitos ja' e' presente) sem LMS, ou que
dispensa sem menores problemas os LMS.
No entanto, como eu disse no inicio: sou minoria. Recolho-me a minha
insignificancia estatistica. Mas, com a mesma paciencia com que tenho
observado os movimentos da manada nos ultimos 15 anos, observo outros
movimentos que me parecem mais portadores de futuro, que de uma certa
maneira recuperam o que eu acho que andou se perdendo um pouco nesta
curta historia dos LMS: justamente o tal do bom senso. Vamos ver o que
o tempo dira'. E, em se tratando de Internet, este tempo tem por vezes
a mania de correr rapido, mais do que a gente imaginava a principio...
> Concordo também no caso da importação de PPT. Não acho que é uma boa
> opção essa dependência do MS Office.
Também não recomendo.
Só citei pelo fato de que alguns professores INSISTEM no uso deste
tipo de arquivo.
Defendo VEEMENTEMENTE o Flash como ferramenta de apresentação.
Mas isso implica em os professores aprenderem novos conceitos e
usos...
É aí que entra a equipe de EaD!
Uma (ou mais) pessoa(s) para "transformar" o conteúdo de .PPT
para .SWF, dando uma nova roupagem (inclusive com animações,
interações e outros chamarizes para os alunos).
> Não sei quanto a licença de FLEX ou FLASH, mas AJAX (Javascript) não
> seria mais interessante para esse front-end?
O FLEX gera um SWF. Portanto, um "executável" FLASH.
A Adobe resolveu deixar o FLEX 3 de graça. mas o Flex Builder (a
ferramenta de criação das UIs) é paga.
Mas um programador não necessita do Builder. Escreve código .mxml (uma
linguagem descritiva, basead em XML, usada no FLEX) "na unha".
Quanto a AJAX, não é um tipo de interface, mas um modo de se solicitar
informações do servidor.
Embora tenhamos "n" interfaces BASEADAS em AJAX, elas são puramente
arquivos .java, .php ou .pl que criam a interface, com o AJAX fazendo
a comunicação entre as páginas e o servidor.
O próprio e-Front, que defendo, tem características AJAX, pois só
atualiza partes da página, sem ter que recarregá-la totalmente a cada
vez.
Atenciosamente e à disposição,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
Cafè Scientifique - CURITIBA
Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- -
> Olhando o quadro de features do joomlalms, muitas das coisas que estão
> citadas como somente presente no joomlalms podem ser utilizadas
> através de módulos externos a instalação original.
O JoomlaLMS cresceu e está bem estável, com bom suporte a módulos.
> Quanto ao Sakai eu realmente não conhecia, vou dar uma olhada.
É mais uma opção, de qualquer forma.
> Já vi várias pessoas criticando o Amadeus, tanto em questão de
> desempenho, quanto instalação e manutenção. Realmente achas prudente
> citar um produto que ainda não tem maturidade?
A vantagem que vejo no Amadeus é a de estar nativamente em português e
com comentários no código (em português).
Embora ainda careça de um amadurecimento, nada impossível para um
grupo de programadores, certo?
> Ficou contraditório tua "critica" ao Java agora, pois um dos ambientes
> que citasse é baseado em Java, poderia esclarecer a confusão?
O que, particularmente, não gosto no Java é a sua dependência de um
application server decente.
O Apache Tomcat até resolve boa parte dos problemas, mas algo mais
robusto é recomendável.
Daí, esbarra-se em questões de hospedagem e manutenção.
Contudo, se o Java já está devidamente instalado e ter bom suporte,
ainda é uma excelente opção.
> Realmente o front-end do E-front (quase um trocadilho...) é bem
> interessante, é mais centralizado e organizado do que grande parte das
> soluções existentes. Os opcionais citados são interessantes, mas não
> existe somente o FLEX para resolver estas questões, existem soluções
> alternativas já relativamente bem implementadas.
Certamente. Mas estou, hoje, "namorando" o FLEX.
Mais pela gratuidade e beleza do que pelas funcionalidades...
> Importação de conteúdo PPT acho que não é uma boa, atrela o ambiente
> virtual a geração de PPTs, logo ao microoft office, e por final limita
> o ambiente em que alunos e professores podem trabalhar. Acho a
> alternativa mais interessante é trabalhar com flash, já existem
> diversas formas de trabalhar com este formato sem ficar atrelado a um
> programa em questão (apesar de infelizmente ainda ter algumas
> limitações devido ao formato fechado).
Quando me referi a conteúdos em .PPT, só quis fazer o que a maioria
dos professores fazem: usar recursos disponíveis.
De forma alguma incentivo a "amarração" a esta ou aquela plataforma.
Por isso não recomendo o Silverlight (embora a versão 3 tenha features
interessantes) ou qualquer outra solução proprietária.
Voto no Flash, sem dúvida!
> Licenças a parte, e o desempenho? Não achei nada sobre estabilidade
> desta plataforma para uma grande quantidade de alunos ou acessos.
Pelo que notei, poucas instituições a adotaram.
Talvez pelo excesso de confiança no Moodle (ou por puro comodismo, já
que "ouviu falar do tal Moodle"...)
Ainda creio que, por rodar sob Apache, usar PHP/mySQL, deva oferecer
uma boa estabilidade, mesmo para "n" acessos simultâneos.
Estou montando uma sanding box com ele e pretendo disponibilizá-la
para testes em breve.
Atenciosamente,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
Cafè Scientifique - CURITIBA
Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- -
> Sr. Paulo
> Interessante, só conhecia o Joomla "tradicional", esse voltado para
> educação foi uma grata novidade.
Foi foi isso que eu trouxe o assunto à baila...
Antes um simples CMS, agora um completo LMS!
> Ainda não experimentei, porém nunca gostei do Joomla como CMS para
> portais, por exemplo - achei muito desorganizada a interface. Quanto
> ao LMS, vou instalar e testar.
Também, não sou fã do CMS.
Mas prefiro acreditar que a interface do LMS é melhor e possui
navegabilidade mais racional.
> Na minha opinião, o grande entrave para as aplicações em Java é um
> serviço de hospedagem decente por um preço justo. Toda hospedagem Java
> que vejo baseada no Tomcat ou JBoss se encaixa em uma das seguintes
> situações: ou tem um preço bom mas é ruim em qualidade/estabilidade,
> ou é bom mas cara demais (servidor dedicado, por exemplo). Não acho
> que a questão de se programar em Java seja mais complexo que php ou
> perl, por exemplo. A grande diferença é que em php é possível fazer
> código funcional (leia-se POG) em menor tempo, porém abre-se aí a
> possibilidade de exploits e injections - então, para fazer bem feito
> mesmo, acho que teria o mesmo "custo" entre Java e PHP (não posso
> citar Perl, pois não sei nada).
Concordo plenamente!
O calcanhar de Aquiles ainda é a POG, típica de algumas empresas.
Mas parece que o paradigma do workaround (POG) é típico da linguagem
PHP. (Por isso voltei para a PERL)
De qualquer modo, o grande gap financeiro é a hospedagem Java. A menos
que a escola/faculdade/empresa já possua um servidor de aplicações
JBoss ou Tomcat.
Ainda assim, sou fã de qualquer aplicação para EaD, desde que seja
decente, funcional, estável e com baixo custo (a menos que EU a
desenvolva, daí posso fazer do meu jeito).
Brincadeiras à parte, por ser professor e programador, posso dizer que
o Moodle é, IMHO, "moda" para os que não têm tempo (ou não querem)
procurar alternativas.
Atenciosamente e à disposição,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
Cafè Scientifique - CURITIBA
Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- -
Olá, Wilson, Liliane e demais amigos envolvidos nessa saudável discussão.
Em primeiro lugar, parabéns a todos, pelas brilhantes exposições e pela
discussào sobre "ideias" e não sobre as pessoas - risco que, em listas,
sempre acabamos correndo. ;-) Há poucos dias, fui "conferir" em quantas
listas tenho andado, com maior ou menor participação, e tive um choque: o
maluco aqui está inscrito em quase seis dezenas delas. E, pasmem, leio
todas, e participo ativamente de umas boas três dezenas. Posso lhes
assegurar que nem sempre as pessoas conseguem manter esse nível de
não-consenso inteligente, refletivo e proveitoso para todos, já que a
discordância também nos aproxima do aprendizado, das boas metáforas, das
comparações.
Wilson, que conheço apenas virtualmente há bastante tempo, e por quem tenho
grande admiração - inclusive sendo citado por mim em diversas ocasiões,
palestras e encontros com educadores -, é conhecido por seu "gosto
minimalista". Risos. Confesso que ele me influenciou, por várias vezes, e eu
também tenho a tendência de preferir o mínimo, do que a parafernália maluca
que muitas vezes a tecnologia nos oferece - apesar de estar sempre antenado
com as "novidades". Certa vez, estive em um congressso de Educação a
Distância, desses bem famosos, no âmbito corporativo (e chega de pistas,
para não entregar... risos), e achei de uma chatisse medonha o discurso de
"inovação" da moçada engravatada que só fazia as mesmas coisas de sempre com
as suas tecnologias caras. Os poucos educadores lá presentes, deslumbrados
com aquele universo, não entendiam nada das linguagens em "americanês",
falado aos borbotões. Uma pena, já que os dois universos poderiam descer ao
planeta Terra e trocar boas experiências de reais demandas.
Nesta mensagem, creio que Wilson foi seminal:
"E observo a tendencia crescente ao uso de recursos abertos, combinados
livremente pelos usuarios, os chamados "mash-ups" de servicos em nuvem
como nao apenas este nosso GoogleGroups ou GoogleDocs mas tambem os
blogs, servicos de distribuicao de video, podcasting etc. Esta
tendencia conflita com a ideia que e' o fundamento dos LMS: a de que
recursos para a aprendizagem devem estar fechados, empacotados e
controlados num sistema unico e fechado."
Wilson, quando você fala em "combinados livremente pelos usuários", creio
que você traz a chave! Combinado, misturado, mesclado... E, aí, com bom
senso, cabe inclusive o Moodle. Estou prestes a colocar uma nova turma de
Produção Textual, usando a modalidade de Educação a Distância. Sob sua
influência, as primeiras turmas foram através do YahooGrupos, com um blog de
apoio. No entanto, tenho sentido a necessidade de uma plataforma simples,
sem muitos rebuscamentos, até para uma certa organização dos conteúdos em um
só lugar. E estou percebendo que é muito bom esta mistura saudável: vídeos
do Youtube ou do PortaCurtas dentro do próprio Moodle; o sistema de
indentação dos fóruns do Moodle, com a interface "híbrida" de entrega das
mensagens nas caixas dos usuários. Ao mesmo tempo, não dispensarei o blog,
para "cativar" determinada clientela, ou mesmo o Twitter, como "isca" para
outros. Entendo, perfeitamente, que são ferramentas que podem ser efêmeras,
mas elas estão aí, na pauta da hora. Dialogar com elas, "faz parte",
inclusive mercadologicamente falando. Há um certo prurido, às vezes, em se
enxergar a Educação TAMBÉM como negócio. Com ética e bom senso, ela pode
sim, ser um bom negócio. E estas ferramentas, muitas vezes, são o tempero
para determinados públicos.
Um grande abraço.
Ney Mourão
-----Mensagem original-----
De: eadbr@googlegroups.com [mailto:eadbr@googlegroups.com]Em nome de
Wilson Azevedo
Enviada em: domingo, 12 de julho de 2009 10:38
Para: EAD - Educação a Distância
Cc: wil...@aquifolium.com
Assunto: [EADBR] Re: Dependência online/ Moodle
Liliane
Como voce pode constatar, e' polemica a adocao de um sistema como o
Moodle -- e a esta altura voce ja' percebeu que ele nao e' o unico e
que ha' quem recomende outros sistemas que nao ele. Mas aqui preciso
ser absolutamente franco com voce: minha posicao e' bem minoritaria.
Sou parte de uma minuscula minoria que nao leva muita fe' (e no meu
caso nunca levei) em sistemas de gerenciamento de aprendizagem (LMS,
na sigla em ingles). E a sugestao que lhe dei segue esta linha: LMS
pode nao ser a melhor opcao e frequentemente nao usar LMS e' uma opcao
cujas vantagens superam as desvantagens, enquanto LMS apresentam
desvantagens que podem nao compensar eventuais vantagens.
Mas sou uma "voz que clama no deserto": uma esmagadora maioria hoje
defende o uso de LMS e dentro desta maioria um numero grande opta pelo
Moodle.
A meu favor, porem, argumento que somos uma minoria crescente e de
futuro. Num certo sentido nos adiantamos um pouco e ja', hoje,
vislumbramos um futuro pos-LMS, e nos conduzimos segundo este futuro
ja' hoje.
Renato, antes de prosseguir, permita-me um momento de "tietagem":
ontem fui indicar numa comunidade no Orkut a sua traducao do artigo
sobre Educacao Online que voce compartilhou conosco outro dia e
imaginei que estivesse em seu blog. Entao Googlei "Renato Sabbatini"
blog e numa das primeiras opcoes veio um video no Youtube com mais de
20 minutos de uma entrevista sua no Programa do Jo -- alias
interessantissima entrevista. Quem, tal como eu, nao sabia dela, pode
assistir em:
Tanto Jeronimo quanto Renato defendem o uso do Moodle para o caso
apresentado pela Liliane, de uma iniciativa paralela ao ensino
presencial, para ser usada com alunos que ficam em dependencia/
recuperacao, e de pequeno porte, menos de 100 alunos. Eu gostaria de
situar esta defesa em perspectiva historica, e vou usar elementos
trazidos pelo proprio Renato em sua mensagem.
Primeiramente chama a atencao o fato de que em tao pouco tempo Renato
ter utilizado umas 4 ou 5 alternativas diferentes. E ele nem chegou a
percorrer todo o arco que o mercado percorreu nos ultimos 15 anos no
Brasil. Em cada momento deste curto periodo houve um sistema que foi o
"queridinho" do mercado, e uma especie de "efeito manada" tornou cada
um deles o mais usado em cada momento destes. Tivemos o momento
AulaNet, o momento Universite, o momento Teleduc, estamos hoje no
momento Moodle, e so' Deus sabe quem sera' o proximo queridinho para o
qual a manada correra' em alguns anos. Creio que uma reflexao sobre
esta historia merece inclusive investigacao cientifica, e deixo aqui
uma sugestao para os que estao atras de um bom tema para uma pesquisa
de mestrado ou doutorado: que licoes esta historia ensina, o que ela
revela sobre este mercado e sobre a propria ideia de LMS como algo
necessario ou fundamental em Educacao Online.
Mas ha' ja' hoje algumas tendencias futuras que sao perceptiveis e
Renato tambem as cita em sua mensagem. Ao defender o usuo do Moodle
Renato menciona o pacote Office e a caracteristica que de uma certa
forma foi ao longo dos anos tornando-o cada vez menos atraente para os
usuarios: o seu excesso de recursos, caracteristica que o Office
compartilha com o Moodle e os LMS em geral. Achei interessante Renato
me perguntar pelo Wordpad, um "mini-Word" que vem pre-instalado no
Windows e que nos tempos em que eu usava Windows era meu preferido
para abrir rapidamente arquivos DOC do Word sem ter de esperar a longa
inicializacao do Word e sem oferecer riscos de execucao nao autorizada
de macros, um tipo de virus que foi muito popular ate' o inicio desta
decada. Achei interessante Renato perguntar pelo Wordpad e sequer
mencionar um dos servicos que mais cresce no campo do processamento de
textos, planilhas e apresentacoes, que e' o Google Docs. Um
crescimento visto pela MicroSoft como uma ameaca maior 'a atual
hegemonia do Word que o proprio OpenOffice.
Hoje e' claramente perceptivel um certo cansaco generalizado de
usuarios com o que predominou por muitos anos na industria de
informatica: aquela coisa do "quanto mais, melhor". Hoje, cada vez
mais, usuarios querem menos, nao mais. Ou o mais que procuram e' um
menos: sistemas e computadores mais leves, mais ageis, menos
complicados, menos pesados, menos confusos, menos sobrecarregados de
funcoes. O chamado "fatware" cansou. E quando alternativas mais leves
e ageis aparecem, sao imediatamente um sucesso.
Nao acho nada impossivel que um proximo queridinho dos LMS a atrair a
manada seja um sistema com menos recursos, menos confuso, menos
repetitivo ou redundante, mais leve, mais agil, mais usavel. Mas eu
aposto ainda numa outra tendencia: o pos-LMS. Vejo LMS como algo cuja
historia teve um inicio, esta' tendo um meio e se aproxima de um fim.
E observo a tendencia crescente ao uso de recursos abertos, combinados
livremente pelos usuarios, os chamados "mash-ups" de servicos em nuvem
como nao apenas este nosso GoogleGroups ou GoogleDocs mas tambem os
blogs, servicos de distribuicao de video, podcasting etc. Esta
tendencia conflita com a ideia que e' o fundamento dos LMS: a de que
recursos para a aprendizagem devem estar fechados, empacotados e
controlados num sistema unico e fechado. A ideia que fundamenta os LMS
esta' na exata contramao da tendencia mais vigorosa que cresce
fortemente desde alguns anos para ca'. Por isto falo em pos-LMS, num
futuro (que na verdade para muitos ja' e' presente) sem LMS, ou que
dispensa sem menores problemas os LMS.
No entanto, como eu disse no inicio: sou minoria. Recolho-me a minha
insignificancia estatistica. Mas, com a mesma paciencia com que tenho
observado os movimentos da manada nos ultimos 15 anos, observo outros
movimentos que me parecem mais portadores de futuro, que de uma certa
maneira recuperam o que eu acho que andou se perdendo um pouco nesta
curta historia dos LMS:
...
> Prof. Paulo,
> Obrigada pela resposta . Tenho consciência que são apenas ferramenta
> s , busco apenas uma forma de facilitar aos alunos ,principalmente os
> que moram distante em local d e difícil acesso e transporte uma forma
> de estar mais em contato com o professor e ter acesso ao material
> elaborado pela equipe pedagógica , ás vezes leva dias para o aluno vir
> à cidade buscar as apostilas e os exercícios que precisa fazer em
> casa . Como a maioria já usa internet em casa e outros têm Lan House
> Publica próximo às suas residências , creio que se pudermos
> disponibilizar o material online e resolvermos as dúvidas desses
> alunos ,facilitaria a vida dessas pessoas .
E é justamente esse um dos propósitos de um LMS (embora, neste caso,
como repositor de arquivos, um bom CMS já cumpra a função).
> Você falou em “Assim, o Moodle virou uma "febre" do e-learning (que é
> OUTRO termo mal empregado, mas muito na moda) “ fiquei curiosa , qual seria o uso
> adequado deste termo .Não sei a diferença de e-lerning para EAD.
O e-learning é a utilização de meios eletrônicos (Internet, a
princípio) para discutir, criar e resolver problemas entre alunos e
professores.
A EaD, por sua vez, pode usar ferramentas de e-learning, mas
caracteriza-se pelo processo ensino-aprendizagem, com ou sem o uso de
meios eletrônicos.
Dou aula via satélite para o Brasil inteiro há mais de 7 anos mas
recuso-me a usar a Internet como meio de transmissão das aulas.
Por questões meramente técnicas. Enquanto o satélite abrange o país
todo, ainda há alunos sem acesso à internet...
Custos elevados à parte, a qualidade também é indiscutível.
Raros são os casos nos quais o satélite "parou". E, no caso da
Internet?
Modems, ADSLs, emrpesas de telefonia, de TV a cabo, fibras ópticas...
Tudo isso é mais falível que o sinal via satélite.
Além da questão uso de banda (ou seja, QUAL o mínimo de velocidade
para ter uma conexão aceitável?)
> E também : “Há "n" plataformas mais decentes e com navegabilidade
> SUPERIOR, que sequer são conhecidas... “ Essas plataformas são de licença livre
> também ?
Muitos CMS e LMS são gratuitos.
Resta saber QUAL a sua necessidade.
Importar conteúdos SCORM não parece ser uma funcionalidade
absolutamente necessária em um primeiro momento.
Será, algum dia?
Então, é o caso de fazer um mining, em busca da uma ferramenta que se
ajuste às SUAS necessidades, em vez de colocar um elefante branco,
devorador de recursos, que será subutilizado!
Faço minhas as (sábias) palavras do Sabbatini, quando cita o Wordpad.
Quantos usam-no em detrimento do (caro e pesado) Word?
Quantos usam TODAS as funcionalidades do Word, a ponto de EXIGIR sua
utilização?
Atenciosamente e à disposição,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
Consultoria em EaD (Distance Learning Consultant)
Cafè Scientifique - CURITIBA
Member of lhc@home and seti@home (SETI-BR)
+55 41 9605.1681
--------------------------------------------------------------------------- -
> Me diga uma coisa, sinceramente; você usa o WordPad (excelente miniatura do Word), ou o Word, como ferrramenta de produtividade para escrever no dia a dia? Que diferença faz, se você usa umas 10 funcionalidades, no máximo?
Acabei de citá-lo em um post.
Mas fi-lo, também, sobre o Moodle.
Alguns coordenadores de EaD não necessitam do SCORM e ficariam
perdidos com a navegabilidade inexorável do Moodle.
Então, recomendo um simples CMS.
Afinal, algumas vezes só se necessita do feijão-e-arroz...
Atenciosamente e à disposição,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
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>Em cada momento deste curto periodo houve um sistema que foi o
>"queridinho" do mercado, e uma especie de "efeito manada" tornou cada
>um deles o mais usado em cada momento destes. Tivemos o momento
>AulaNet, o momento Universite, o momento Teleduc, estamos hoje no
>momento Moodle, e so' Deus sabe quem sera' o proximo queridinho para o
>qual a manada correra' em alguns anos.
Eu estive em TODAS elas...
E posso (podemos, na verdade) dizer que, para a época, eram boas
opções (pois eram únicas).
Hoje, o leque é maior!
Então, o "momento Moodle" é mais modismo (e comodismo) que outra coisa
(e não adianta o Google Trends me dizer o contrário).
Ainda penso no momento pós-LMS e prefiro apostar minhas fichas em
podcasts, wirecasts, GoogleLearning (não tem ainda?!?!) e cloud
computing.
(Isso tudo é só porque não gosto do Moodle e estou SEMPRE na
contramão... Sinceramente, eu acho aquele sistema um "jack-of-all-
trades, master-of-none"...)
Atenciosamente,
---------------------------------------------------------------------------
Prof Paulo Maximo, MSc
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