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Pagar uma conta em um correspondente bancário, recarregar o celular online e sacar dinheiro em um caixa eletrônico. Atos que hoje são tão usuais só são possíveis graças à tecnologia. Só que muita gente não sabe que parte dos softwares responsáveis por essas transações foi desenvolvida na Paraíba – que vem se consolidando como referência nacional e até internacional na área da Tecnologia da Informação (TI). Os números comprovam um notável crescimento. Em dois anos, um grupo de 44 empresas cresceu o faturamento em 623%, passando de R$ 3,4 milhões em 2005 para R$ 24,6 milhões em 2007. As exportações aumentaram em 218%, estas feitas apenas por nove empresas que venderam seus produtos para 30 países de todos os continentes, entre os quais Estados Unidos, Canadá, Argentina, México, Portugal, Hungria, Espanha, China, Angola e Austrália. Ao todo, a Paraíba tem cerca de 300 empresas que trabalham com TI. Cerca de 5% do total, conforme informações da Unidade de Tecnologia da Informação do Sebrae, exportam. As 44 empresas integram o Farol Digital, que conta com a participação de outras 36 empresas, situadas em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Cajazeiras. Elas atuam basicamente com banco de dados, capacitação e treinamento, comércio, consultoria, desenvolvimento de software, desenvolvimento WEB, hospedagem na Internet, indústria de hardware, processamento de dados, publicidade e propaganda, redes, robótica, segurança de dados e telecomunicação. O Farol Digital é um projeto desenvolvido pelo Sebrae e instituições parceiras, é uma iniciativa voltada a promover a inovação e a fortalecer o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Paraíba.
*Igrejas nos EUA fazem transmissão ao vivo *Um software de transmissão ao vivo, produzido pela Ativa Web, tem sido um dos mais procurados, inclusive por algumas igrejas de outros países, principalmente dos Estados Unidos, que utilizam a tecnologia para transmitir as cerimônias para os fiéis de todo o mundo. A empresa, inclusive, foi a primeira da região Nordeste a utilizar a transmissão ao vivo, disse o empresário Aleksandro Maracajá, representante dos empresários no Comitê gestor do Farol Digital. Ele levou a sua tecnologia para apresentar durante a Uffizi PB 2008 – Oficinas para Negócios Inovadores m Tecnologias da Informação e Comunicação, que aconteceu no auditório da Fiep, na quinta e sexta-feira passada, e foi toda transmitida ao vivo pela internet. Sem detalhar os números, ele disse que a sua empresa, que atua no ramo da TIC há oito anos, teve um crescimento de 80% no faturamento e no número de clientes. Entre outros produtos oferecidos na área de desenvolvimento de soluções estão um software voltado para a web, que disponibiliza um link para as empresas com uma economia de 60% nos custos e um banco de dados para empresas, que já atingiu de forma exitosa os mercados do Estado e do País. O empresário disse que a tendência de crescimento é cada vez maior por causa da rede de relacionamentos gerada com o surgimento do Farol Digital.
*PB é o terceiro em gasto com pesquisas *A Paraíba é hoje o terceiro Estado da região em termos de gastos em pesquisa, com a verba de R$ 7,9 milhões destinada a pagamentos de bolsas de pesquisa científica. A Paraíba destina ainda 2,5% da receita orçamentária à Ciência e Tecnologia da Informação como incentivo. O Estado ainda figura como o segundo estado nordestino com o maior número de pesquisadores credenciados junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A gerente da Unidade de Tecnologia da Informação do Sebrae Paraíba, Jailma Araújo, credita a explosão do crescimento ao desenvolvimento dos produtos. "As empresas se preocuparam em agregar valor, em criar novos softwares que lidem principalmente com a otimização da gestão de grandes volumes de informações,, como portos e aeroportos e isso tem garantido grandes contratos", destacou. Jailma também lembrou que as empresas que já estavam consolidadas no mercado, como a Ligth Infocom e a Zenith, mantiveram suas posições. "As empresas estão conquistando novos mercados com novos produtos, deixando as informações mais acessíveis", frisou.
*Interpol e PF utilizam software produzido em CG *A Interpol, e as polícias federal brasileira e espanhola utilizam aplicações tecnológicas de softwares desenvolvido pela Light Infocom, situada em Campina Grande. A empresa, criada em 1995 a partir de fusão de duas outras empresas, tem faturamento anual em torno de R$ 5 milhões e R$ 10 milhões – 15% desse montante é resultado de exportações. A cifra tem aumentado, por ano, algo em torno de 10% a 12%, desde 2003, de acordo com o empresário Alexandre Moura. Ele também credita o crescimento da demanda ao fato oferecer sempre produtos atualizados, que estão "na ponta da tecnologia". "Além disso, a economia brasileira cresceu, o que possibilita o interesse e a necessidade pela tecnologia da informação", contou, destacando que "a Paraíba já alcançou o reconhecimento no ramo de TI". A Ligth Infocom, inclusive, já foi premiada quatro vezes, com três sistemas operacionais distintos: "Top of the World Award" nos EUA com o SpoolView; Editor's Choice da PC-World España e ASSESPRO'92 (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet) com o LigthBase for DOS/Unix. Para que não entende do que se tratam os produtos, Alexandre explica. "São programas aplicados para a gestão e a recuperação da informação. Desenvolvemos softwares específicos para isso, uma espécie de gerência eletrônica de documentos", contou. O custo de um produto destes varia de R$ 10 mil a até um milhão de reais. O LightBase, um Banco de Dados Documental Textual Multimídia utilizado para o desenvolvimento rápido de aplicações que necessitem dispor das funcionalidades de recuperação textual (FRT) e de características de multimídia, como som, imagem e vídeo simultaneamente. O produto hoje se encontra no estado da arte da tecnologia de FRT-GD (Funcionalidade de Recuperação Textual e Gerência de Documentos) e sua aceitação pelo mercado vem crescendo. Com contínuo desenvolvimento tecnológico, a Light Infocom mantém parcerias internacionais, a exemplo do convênio técnico com o Institute of Software of China Academy of Sciences de Beijing-China (ISCAS), e locais como é o caso da parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
*Navegadores de web *Outra empresa que tem exportado, mesmo não sendo este seu principal foco, como contou o diretor Tadeu Leite, é a Phoebus. "Quase que a totalidade dos produtos da Phoebus possui alto grau de customização, o que dificulta a exportação", explicou. No entanto, a Phoebus possui um produto "stand-alone", denomidado PhBrowser, que é um navegador WEB para terminais POS (Point-of-Sale). O PhBrowser permite a implementação ágil e flexível de aplicações para realizar captura de transações bancárias, financeiras e comerciais através da WEB. Em 2007 a Phoebus exportou 1000 licenças do PhBrowser para a Hungria. Atuando há 10 anos a Phoebus é especializada no desenvolvimento de aplicações para terminais chamados POS (Point-of-Sale), que são as máquinas empregadas para leitura de cartões de crédito. Os produtos são dedicados essencialmente para sistemas bancários, como as redes de correspondentes bancários, de cartões de crédito e de débito. A Phoebus dispõe também de um sistema para redes de venda de crédito digital para telefonia celular pré-paga. "Nossos principais clientes são os bancos e as redes de arrecadação de contas e de venda de crédito digital, assim como as concessionárias de energia elétrica. O sistema para correspondente bancário, por exemplo, está homologado em oito bancos", contou Tadeu Leite. O primeiro cliente da Phoebus foi o Banco do Brasil, ao implantar no Brasil o primeiro sistema automatizado de recebimento de contas utilizando os terminais POS. "Atualmente a Phoebus trabalha com clientes que tenham o perfil de redes de captura e processamento de transações multi-serviços", frisou.
*Faturamento deverá ter crescimento acima de 10% *Campina Grande – O faturamento das empresas deve crescer pelo menos mais 10% até o final deste ano. De acordo com o analista de mercado da Fundação Parque Tecnológico, Marly Medeiros, a pretensão é atingir cada vez mais o mercado internacional, uma vez que o maior mercado consumidor continua sendo o consumidor interno. Para ter idéia do crescimento, em 2002 quando surgiu o Farol Digital, apenas uma das empresas exportava. Os softwares produzidos incluem os programas de bancos de dados, gerenciamento eletrônico de dados, telecomunicações, transações financeiras, automação comercial e sistemas integrados. Eles podem ser prontos ou customizados, de acordo com a necessidade dos clientes, podendo custar a partir de R$ 500, como é o caso de um software utilizado por hotéis e pousadas. A TIC produzida em Campina Grande, exemplificou Marly Medeiros, é conhecida pela qualidade, as universidades são bem aparelhadas e bem conceituadas e o povo possui espírito empreendedor, fazendo com que o município seja pólo de referência, sobressaindo-se na região Nordeste, ao lado de Itabuna-BA e Recife-PE. Outra vantagem citada pela gestora do Farol Digital, Danyele Santana Raposo, é que, com o fortalecimentos das empresas de TIC, os recém-formados, que antes saíam do Estado, conseguem se manter. Portal Correio***Giselle Ponciano e Karina Araújo* http://www.portalcorreio.com.br/jornalcorreio/matLer.asp?newsId=39856
Parabéns à todos que contribuem com esse crescimento. Só engrandece nosso país e acaba com esse preconceito de senso comum para as cidades do Nordeste.
[]´s
2008/6/29 Thomas Cristanis Cabral Nogueira <thomascrista...@gmail.com>:
> Pagar uma conta em um correspondente bancário, recarregar o celular online > e sacar dinheiro em um caixa eletrônico. Atos que hoje são tão usuais só são > possíveis graças à tecnologia. Só que muita gente não sabe que parte dos > softwares responsáveis por essas transações foi desenvolvida na Paraíba – > que vem se consolidando como referência nacional e até internacional na área > da Tecnologia da Informação (TI). > Os números comprovam um notável crescimento. Em dois anos, um grupo de 44 > empresas cresceu o faturamento em 623%, passando de R$ 3,4 milhões em 2005 > para R$ 24,6 milhões em 2007. As exportações aumentaram em 218%, estas > feitas apenas por nove empresas que venderam seus produtos para 30 países de > todos os continentes, entre os quais Estados Unidos, Canadá, Argentina, > México, Portugal, Hungria, Espanha, China, Angola e Austrália. > Ao todo, a Paraíba tem cerca de 300 empresas que trabalham com TI. Cerca > de 5% do total, conforme informações da Unidade de Tecnologia da Informação > do Sebrae, exportam. As 44 empresas integram o Farol Digital, que conta com > a participação de outras 36 empresas, situadas em João Pessoa, Campina > Grande, Patos e Cajazeiras. > Elas atuam basicamente com banco de dados, capacitação e treinamento, > comércio, consultoria, desenvolvimento de software, desenvolvimento WEB, > hospedagem na Internet, indústria de hardware, processamento de dados, > publicidade e propaganda, redes, robótica, segurança de dados e > telecomunicação. > O Farol Digital é um projeto desenvolvido pelo Sebrae e instituições > parceiras, é uma iniciativa voltada a promover a inovação e a fortalecer o > setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Paraíba.
> *Igrejas nos EUA fazem transmissão ao vivo > *Um software de transmissão ao vivo, produzido pela Ativa Web, tem sido um > dos mais procurados, inclusive por algumas igrejas de outros países, > principalmente dos Estados Unidos, que utilizam a tecnologia para transmitir > as cerimônias para os fiéis de todo o mundo. > A empresa, inclusive, foi a primeira da região Nordeste a utilizar a > transmissão ao vivo, disse o empresário Aleksandro Maracajá, representante > dos empresários no Comitê gestor do Farol Digital. Ele levou a sua > tecnologia para apresentar durante a Uffizi PB 2008 – Oficinas para Negócios > Inovadores m Tecnologias da Informação e Comunicação, que aconteceu no > auditório da Fiep, na quinta e sexta-feira passada, e foi toda transmitida > ao vivo pela internet. > Sem detalhar os números, ele disse que a sua empresa, que atua no ramo da > TIC há oito anos, teve um crescimento de 80% no faturamento e no número de > clientes. Entre outros produtos oferecidos na área de desenvolvimento de > soluções estão um software voltado para a web, que disponibiliza um link > para as empresas com uma economia de 60% nos custos e um banco de dados para > empresas, que já atingiu de forma exitosa os mercados do Estado e do País. > O empresário disse que a tendência de crescimento é cada vez maior por > causa da rede de relacionamentos gerada com o surgimento do Farol Digital.
> *PB é o terceiro em gasto com pesquisas > *A Paraíba é hoje o terceiro Estado da região em termos de gastos em > pesquisa, com a verba de R$ 7,9 milhões destinada a pagamentos de bolsas de > pesquisa científica. A Paraíba destina ainda 2,5% da receita orçamentária à > Ciência e Tecnologia da Informação como incentivo. > O Estado ainda figura como o segundo estado nordestino com o maior número > de pesquisadores credenciados junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento > Científico e Tecnológico (CNPq). > A gerente da Unidade de Tecnologia da Informação do Sebrae Paraíba, Jailma > Araújo, credita a explosão do crescimento ao desenvolvimento dos produtos. > "As empresas se preocuparam em agregar valor, em criar novos softwares que > lidem principalmente com a otimização da gestão de grandes volumes de > informações,, como portos e aeroportos e isso tem garantido grandes > contratos", destacou. > Jailma também lembrou que as empresas que já estavam consolidadas no > mercado, como a Ligth Infocom e a Zenith, mantiveram suas posições. "As > empresas estão conquistando novos mercados com novos produtos, deixando as > informações mais acessíveis", frisou.
> *Interpol e PF utilizam software produzido em CG > *A Interpol, e as polícias federal brasileira e espanhola utilizam > aplicações tecnológicas de softwares desenvolvido pela Light Infocom, > situada em Campina Grande. > A empresa, criada em 1995 a partir de fusão de duas outras empresas, tem > faturamento anual em torno de R$ 5 milhões e R$ 10 milhões – 15% desse > montante é resultado de exportações. > A cifra tem aumentado, por ano, algo em torno de 10% a 12%, desde 2003, de > acordo com o empresário Alexandre Moura. Ele também credita o crescimento da > demanda ao fato oferecer sempre produtos atualizados, que estão "na ponta da > tecnologia". > "Além disso, a economia brasileira cresceu, o que possibilita o interesse e > a necessidade pela tecnologia da informação", contou, destacando que "a > Paraíba já alcançou o reconhecimento no ramo de TI". > A Ligth Infocom, inclusive, já foi premiada quatro vezes, com três sistemas > operacionais distintos: "Top of the World Award" nos EUA com o SpoolView; > Editor's Choice da PC-World España e ASSESPRO'92 (Associação das Empresas > Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet) com o > LigthBase for DOS/Unix. > Para que não entende do que se tratam os produtos, Alexandre explica. "São > programas aplicados para a gestão e a recuperação da informação. > Desenvolvemos softwares específicos para isso, uma espécie de gerência > eletrônica de documentos", contou. O custo de um produto destes varia de R$ > 10 mil a até um milhão de reais. > O LightBase, um Banco de Dados Documental Textual Multimídia utilizado > para o desenvolvimento rápido de aplicações que necessitem dispor das > funcionalidades de recuperação textual (FRT) e de características de > multimídia, como som, imagem e vídeo simultaneamente. > O produto hoje se encontra no estado da arte da tecnologia de FRT-GD > (Funcionalidade de Recuperação Textual e Gerência de Documentos) e sua > aceitação pelo mercado vem crescendo. > Com contínuo desenvolvimento tecnológico, a Light Infocom mantém parcerias > internacionais, a exemplo do convênio técnico com o Institute of Software of > China Academy of Sciences de Beijing-China (ISCAS), e locais como é o caso > da parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
> *Navegadores de web > *Outra empresa que tem exportado, mesmo não sendo este seu principal foco, > como contou o diretor Tadeu Leite, é a Phoebus. "Quase que a totalidade dos > produtos da Phoebus possui alto grau de customização, o que dificulta a > exportação", explicou. No entanto, a Phoebus possui um produto > "stand-alone", denomidado PhBrowser, que é um navegador WEB para terminais > POS (Point-of-Sale). > O PhBrowser permite a implementação ágil e flexível de aplicações para > realizar captura de transações bancárias, financeiras e comerciais através > da WEB. Em 2007 a Phoebus exportou 1000 licenças do PhBrowser para a > Hungria. > Atuando há 10 anos a Phoebus é especializada no desenvolvimento de > aplicações para terminais chamados POS (Point-of-Sale), que são as máquinas > empregadas para leitura de cartões de crédito. > Os produtos são dedicados essencialmente para sistemas bancários, como as > redes de correspondentes bancários, de cartões de crédito e de débito. A > Phoebus dispõe também de um sistema para redes de venda de crédito digital > para telefonia celular pré-paga. > "Nossos principais clientes são os bancos e as redes de arrecadação de > contas e de venda de crédito digital, assim como as concessionárias de > energia elétrica. O sistema para correspondente bancário, por exemplo, está > homologado em oito bancos", contou Tadeu Leite. > O primeiro cliente da Phoebus foi o Banco do Brasil, ao implantar no Brasil > o primeiro sistema automatizado de recebimento de contas utilizando os > terminais POS. "Atualmente a Phoebus trabalha com clientes que tenham o > perfil de redes de captura e processamento de transações multi-serviços", > frisou.
> *Faturamento deverá ter crescimento acima de 10% > *Campina Grande – O faturamento das empresas deve crescer pelo menos mais > 10% até o final deste ano. De acordo com o analista de mercado da Fundação > Parque Tecnológico, Marly Medeiros, a pretensão é atingir cada vez mais o > mercado internacional, uma vez que o maior mercado consumidor continua sendo > o consumidor interno. Para ter idéia do crescimento, em 2002 quando surgiu o > Farol Digital, apenas uma das empresas exportava. > Os softwares produzidos incluem os programas de bancos de dados, > gerenciamento eletrônico de dados, telecomunicações, transações financeiras, > automação comercial e sistemas integrados. Eles podem ser prontos ou > customizados, de acordo com a necessidade dos clientes, podendo custar a > partir de R$ 500, como é o caso de um software utilizado por hotéis e > pousadas. > A TIC produzida em Campina Grande, exemplificou Marly Medeiros, é conhecida > pela qualidade, as universidades são bem aparelhadas e bem conceituadas e o > povo possui espírito empreendedor, fazendo com que o município seja pólo de > referência, sobressaindo-se na região Nordeste,