O grupo no qual você está postando é um grupo da Usenet. As mensagens postadas neste grupo farão com que o seu e-mail fique visível para qualquer pessoa na Internet
> Há pelo menos três anos telefone celular vem se tornando um termo impreciso > para definir grande parte desses equipamentos que também fazem ligações > telefônicas. Em 2008, essa denominação praticamente caiu em desuso. Os novos > aparelhos que chegaram ao mercado, muitos deles expostos nesta reportagem, > poderiam ser mais bem definidos como "internet de bolso" ou, quem sabe, > ressuscitar uma terminologia antiquada de quando não havia redes telefônicas > celulares nem, menos ainda, acesso sem fio à web, fosse por wi-fi, fosse > pelas redes 3G. Naquele tempo, os ancestrais desses aparelhos eram chamados > de "organizadores portáteis". Mas a terminologia que deve predominar é > "plataforma móvel de acesso".
> Esses modelos se consolidaram como máquinas que fazem conexões velozes e > permitem o uso de quase todos os recursos disponíveis via internet – troca > de e-mails, acesso a páginas da web, a discos virtuais e até a administração > remota de sites e de computadores pessoais. Lançado em junho de 2007, o > iPhone foi o primeiro aparelho a radicalizar essa proposta. A maneira > simples e intuitiva de interagir com o celular da Apple tornou-se uma > obsessão na indústria. Todos copiaram. A versão 3G do iPhone, que, em > setembro, chegou ao Brasil trazida pela Vivo e pela Claro, reproduziu aqui > em escala maior um fenômeno observado antes na Europa e em parte dos Estados > Unidos: o iPhone se tornou para muita gente a porta mais utilizada de > entrada na internet. Uma pesquisa da consultoria comScore indicou também que > os consumidores americanos de baixa renda são os que mais compram iPhones > nos EUA. Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é óbvio: o preço desabou > (de 400 para 200 dólares). O segundo é uma surpresa: muitos usuários estão > deixando de adquirir computadores e os vêm trocando por telefones com acesso > à web. O iPhone não vai ficar sozinho por muito tempo como uma referência de > celular que conjuga telefonia e internet. A Apple tem concorrentes > qualificados. Entre os mais notórios está o G1, com máquina da taiwanesa HTC > e sistema operacional, o Android, do Google – não por acaso, a > empresa-símbolo da web.
Claro, conta-se nos dedos as pessoas que tem um iPhone hoje no Brasil, ou que estariam dispostas em tentar acessar nossos sites com um visorzinho mixuruca como aquele, pagando o resgate de um petroleiro pela tarifa.
Mas o panorama mudou. Deste 1996, a pergunta mais recorrente do web design é "Em que resolução você cria?". Passamos do 640x420 para 800x600 com alegria. Começamos a rascunhar em 1024 x 768 quando o mercado foi tomado pelo widescreen... Só que esta lei progressiva de repente perdeu a lógica: Iremos retroceder para 480 x 320 - imagina você falando isto numa lista de discussão sobre web design, há 10 anos. Ririam de você.
Embora portáteis possam ser desbragadamente girados, a mudança de resolução não é apenas escalar, mas o monitor também perde sua proporção "horizontal" e passa a ser "vertical".
Mas e o CSS, Ira?
Bem lembrado. Com ele, isto não figura necessariamente um problema (exceto, claro, se você não o usa e apela pra coisas como, eca, Flash). Mas a mudança de paradigma do web design deixa de ser meramente técnica. Como sempre, a mudança que a internet nos traz é, sobretudo, social.
Preparamos nossos sites para rodar no Firefox, com tableless, com CSS, com Flash, com Ajax, com Safari, com Linux, com bloqueadores de pop ups, com CSS media types... Mas alguma vez, nos preocupamos EM QUE LUGAR o usuário acessa?
Não é sobre acessibilidade. Esta matéria prevê sobre a possibilidade de usar dispositivos diversos para ter acesso a informação. Mas nunca, versou sobre AONDE o usuário estaria, se na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê.
Seu site já substitui o endereço por um link no Google Maps? Não? Já começou perdendo o bonde do Web design 2.0. Isto é o que se imagina ser o básico de um acesso móvel, localizar rapidamente endereços. E conta-se nos dedos quais celulares chiquetéssimos que não trazem aplicativos geográficos e GPS embutido.
Claro, toda minha retórica é gritar com surdos, se considerarmos que a realidade brasileira de telefonia móvel é algo diferente da telefonia gringa. Por aqui, não notamos que as pessoas estão deixando os computadores e migrando para celulares.
> Pode me chamar de "plataforma" - O fenômeno ainda é incipiente, mas vai
>> crescer: muitos usuários
> preferem comprar celulares com banda larga a computadores
>> Há pelo menos três anos telefone celular vem se tornando um termo
>> impreciso para definir grande parte desses equipamentos que também fazem
>> ligações telefônicas. Em 2008, essa denominação praticamente caiu em desuso.
>> Os novos aparelhos que chegaram ao mercado, muitos deles expostos nesta
>> reportagem, poderiam ser mais bem definidos como "internet de bolso" ou,
>> quem sabe, ressuscitar uma terminologia antiquada de quando não havia redes
>> telefônicas celulares nem, menos ainda, acesso sem fio à web, fosse por
>> wi-fi, fosse pelas redes 3G. Naquele tempo, os ancestrais desses aparelhos
>> eram chamados de "organizadores portáteis". Mas a terminologia que deve
>> predominar é "plataforma móvel de acesso".
>> Esses modelos se consolidaram como máquinas que fazem conexões velozes e
>> permitem o uso de quase todos os recursos disponíveis via internet – troca
>> de e-mails, acesso a páginas da web, a discos virtuais e até a administração
>> remota de sites e de computadores pessoais. Lançado em junho de 2007, o
>> iPhone foi o primeiro aparelho a radicalizar essa proposta. A maneira
>> simples e intuitiva de interagir com o celular da Apple tornou-se uma
>> obsessão na indústria. Todos copiaram. A versão 3G do iPhone, que, em
>> setembro, chegou ao Brasil trazida pela Vivo e pela Claro, reproduziu aqui
>> em escala maior um fenômeno observado antes na Europa e em parte dos Estados
>> Unidos: o iPhone se tornou para muita gente a porta mais utilizada de
>> entrada na internet. Uma pesquisa da consultoria comScore indicou também que
>> os consumidores americanos de baixa renda são os que mais compram iPhones
>> nos EUA. Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é óbvio: o preço desabou
>> (de 400 para 200 dólares). O segundo é uma surpresa: muitos usuários estão
>> deixando de adquirir computadores e os vêm trocando por telefones com acesso
>> à web. O iPhone não vai ficar sozinho por muito tempo como uma referência de
>> celular que conjuga telefonia e internet. A Apple tem concorrentes
>> qualificados. Entre os mais notórios está o G1, com máquina da taiwanesa HTC
>> e sistema operacional, o Android, do Google – não por acaso, a
>> empresa-símbolo da web.
> Claro, conta-se nos dedos as pessoas que tem um iPhone hoje no Brasil, ou
> que estariam dispostas em tentar acessar nossos sites com um visorzinho
> mixuruca como aquele, pagando o resgate de um petroleiro pela tarifa.
> Mas o panorama mudou. Deste 1996, a pergunta mais recorrente do web design
> é "Em que resolução você cria?". Passamos do 640x420 para 800x600 com
> alegria. Começamos a rascunhar em 1024 x 768 quando o mercado foi tomado
> pelo widescreen... Só que esta lei progressiva de repente perdeu a lógica:
> Iremos retroceder para 480 x 320 - imagina você falando isto numa lista de
> discussão sobre web design, há 10 anos. Ririam de você.
> Embora portáteis possam ser desbragadamente girados, a mudança de resolução
> não é apenas escalar, mas o monitor também perde sua proporção "horizontal"
> e passa a ser "vertical".
> Mas e o CSS, Ira?
> Bem lembrado. Com ele, isto não figura necessariamente um problema (exceto,
> claro, se você não o usa e apela pra coisas como, eca, Flash). Mas a mudança
> de paradigma do web design deixa de ser meramente técnica. Como sempre, a
> mudança que a internet nos traz é, sobretudo, social.
> Preparamos nossos sites para rodar no Firefox, com tableless, com CSS, com
> Flash, com Ajax, com Safari, com Linux, com bloqueadores de pop ups, com CSS
> media types... Mas alguma vez, nos preocupamos EM QUE LUGAR o usuário
> acessa?
> Não é sobre acessibilidade. Esta matéria prevê sobre a possibilidade de
> usar dispositivos diversos para ter acesso a informação. Mas nunca, versou
> sobre AONDE o usuário estaria, se na rua, na chuva, na fazenda, ou numa
> casinha de sapê.
> Seu site já substitui o endereço por um link no Google Maps? Não? Já
> começou perdendo o bonde do Web design 2.0. Isto é o que se imagina ser o
> básico de um acesso móvel, localizar rapidamente endereços. E conta-se nos
> dedos quais celulares chiquetéssimos que não trazem aplicativos geográficos
> e GPS embutido.
> Claro, toda minha retórica é gritar com surdos, se considerarmos que a
> realidade brasileira de telefonia móvel é algo diferente da telefonia
> gringa. Por aqui, não notamos que as pessoas estão deixando os computadores
> e migrando para celulares.
> Mas o panorama mudou. Deste 1996, a pergunta mais recorrente do web design > é "Em que resolução você cria?". Passamos do 640x420 para 800x600 com > alegria. Começamos a rascunhar em 1024 x 768 quando o mercado foi tomado > pelo widescreen... Só que esta lei progressiva de repente perdeu a lógica: > Iremos retroceder para 480 x 320 - imagina você falando isto numa lista de > discussão sobre web design, há 10 anos. Ririam de você.
Curiosamente li ontem esse post que dizia algo parecido:
*5. 640×480 pixels* *I've got three high resolution screens on my desktop. My first computer didn't. In fact, I believe it had a resolution of 640×480 pixels, which, well, that's almost an ad format today… But what can you do if you're pressed for space? *
Ter uma largura maior (640 > 800> 1024) abriu espaço pra que pudéssemos ter, entre outras coisas, colunas mais largas de texto, que aparecessem junto com menus laterais, como também muita frescura gráfica (o que não é de todo mal). Agora parece que teremos que entender o significado real de "less is more", que não é necessariamente ser simplista, mas sim ter somente o que é efetivamente necessário (e o inverso exato do que eu pensava há algum tempo).
Acho que uma discussão vai permanecer um tempo, a de fazer ou não sites otimizados para mobiles. Se o iPhone exibe o layout dos sites igual à versão desktop, algum motivo deve existir para fazerem sites otimizados (sempre com poucos links - geralmente só os menus e o conteúdo em texto). Essa simplicidade imperará no mobile web design? (ou migrará pro desktop?)
Esses sites também geralmente não exibem publicidade, mas alguém vai arrumar um jeito de colocar isso lá dentro (google talvez?) e os banners? celulares suportarão flash ou voltaremos pro gif animado?
Outros dispositivos também mostram muito bem a interface desktop, como os Nokia E65 e o N95. Parece que o problema aí vai ficar na velocidade/banda/preço. Ou vamos ficar colocando na balança qual opção é mais viável.
Quando comecei a aprender CSS, diziam que no mundo dos sonhos eu não precisaria nunca otimizar um site pra nada, mobile, impressão, nada. Se feito corretamente, ele se adaptaria a cada situação sozinho. Não acho que é tão simples assim.
Sei lá, são só um monte de dúvidas. Acho que dava uma boa discussão.
Acho que ainda falta um pouco para que entender o equilibrio entre
estrura de site com o css.
Um site com boa estrutura é aquele que se deixa ser manipulado pelo
diversos css (ou pela ausencia do mesmo), voce pode estar carregando
muito estrutura e assim perdendo a flexibilidade.
Css não é o bolo, mas sim a cereja no topo dele.
Uma boa pesquisa é procura saber sobe media types que direciona um css
para diferentes dispositivos
On Nov 24, 4:02 pm, "Camilo Oliveira" <lis...@camilo87.com> wrote:
> > Mas o panorama mudou. Deste 1996, a pergunta mais recorrente do web design
> > é "Em que resolução você cria?". Passamos do 640x420 para 800x600 com
> > alegria. Começamos a rascunhar em 1024 x 768 quando o mercado foi tomado
> > pelo widescreen... Só que esta lei progressiva de repente perdeu a lógica:
> > Iremos retroceder para 480 x 320 - imagina você falando isto numa lista de
> > discussão sobre web design, há 10 anos. Ririam de você.
> Curiosamente li ontem esse post que dizia algo parecido:
> *5. 640×480 pixels* *I've got three high resolution screens on my desktop.
> My first computer didn't. In fact, I believe it had a resolution of 640×480
> pixels, which, well, that's almost an ad format today… But what can you do
> if you're pressed for space? *
> Ter uma largura maior (640 > 800> 1024) abriu espaço pra que pudéssemos ter,
> entre outras coisas, colunas mais largas de texto, que aparecessem junto com
> menus laterais, como também muita frescura gráfica (o que não é de todo
> mal). Agora parece que teremos que entender o significado real de "less is
> more", que não é necessariamente ser simplista, mas sim ter somente o que é
> efetivamente necessário (e o inverso exato do que eu pensava há algum
> tempo).
> Acho que uma discussão vai permanecer um tempo, a de fazer ou não sites
> otimizados para mobiles.
> Se o iPhone exibe o layout dos sites igual à versão desktop, algum motivo
> deve existir para fazerem sites otimizados (sempre com poucos links -
> geralmente só os menus e o conteúdo em texto). Essa simplicidade imperará no
> mobile web design? (ou migrará pro desktop?)
> Esses sites também geralmente não exibem publicidade, mas alguém vai arrumar
> um jeito de colocar isso lá dentro (google talvez?) e os banners? celulares
> suportarão flash ou voltaremos pro gif animado?
> Outros dispositivos também mostram muito bem a interface desktop, como os
> Nokia E65 e o N95. Parece que o problema aí vai ficar na
> velocidade/banda/preço. Ou vamos ficar colocando na balança qual opção é
> mais viável.
> Quando comecei a aprender CSS, diziam que no mundo dos sonhos eu não
> precisaria nunca otimizar um site pra nada, mobile, impressão, nada. Se
> feito corretamente, ele se adaptaria a cada situação sozinho.
> Não acho que é tão simples assim.
> Sei lá, são só um monte de dúvidas. Acho que dava uma boa discussão.
> Uma boa pesquisa é procura saber sobe media types que direciona um css > para diferentes dispositivos
Então, conheço media types, mas no tal mundo perfeito nem media types seriam necessários. CSS também entra como coadjuvante aqui. O mais bacana seria tentar discutir o balanço entre sites direcionados pra mobile ou não.
Para o lançamento do Fiat Punto desenvolveram um site mobile e disseram que o resultado foi muito bom (milhares de acessos em 2 semanas), considerando que esta versão foi lançada antes que a versão desktop.
Será que assim, como aperitivo funciona? Ou talvez um complemento da versão normal, com alguma feature que os telefones possuam...
Realmente, pra quem precisa acessar a web sem ser um heavy user,
comprar um desses ao invés de um computador faz muito sentido. Imagina
isso vendendo barato no Brasil. Algo como uns R$400.
>> Pode me chamar de "plataforma" - O fenômeno ainda é incipiente, mas vai
>> crescer: muitos usuários
>> preferem comprar celulares com banda larga a computadores
>> Há pelo menos três anos telefone celular vem se tornando um termo
>> impreciso para definir grande parte desses equipamentos que também fazem
>> ligações telefônicas. Em 2008, essa denominação praticamente caiu em desuso.
>> Os novos aparelhos que chegaram ao mercado, muitos deles expostos nesta
>> reportagem, poderiam ser mais bem definidos como "internet de bolso" ou,
>> quem sabe, ressuscitar uma terminologia antiquada de quando não havia redes
>> telefônicas celulares nem, menos ainda, acesso sem fio à web, fosse por
>> wi-fi, fosse pelas redes 3G. Naquele tempo, os ancestrais desses aparelhos
>> eram chamados de "organizadores portáteis". Mas a terminologia que deve
>> predominar é "plataforma móvel de acesso".
>> Esses modelos se consolidaram como máquinas que fazem conexões velozes e
>> permitem o uso de quase todos os recursos disponíveis via internet – troca
>> de e-mails, acesso a páginas da web, a discos virtuais e até a administração
>> remota de sites e de computadores pessoais. Lançado em junho de 2007, o
>> iPhone foi o primeiro aparelho a radicalizar essa proposta. A maneira
>> simples e intuitiva de interagir com o celular da Apple tornou-se uma
>> obsessão na indústria. Todos copiaram. A versão 3G do iPhone, que, em
>> setembro, chegou ao Brasil trazida pela Vivo e pela Claro, reproduziu aqui
>> em escala maior um fenômeno observado antes na Europa e em parte dos Estados
>> Unidos: o iPhone se tornou para muita gente a porta mais utilizada de
>> entrada na internet. Uma pesquisa da consultoria comScore indicou também que
>> os consumidores americanos de baixa renda são os que mais compram iPhones
>> nos EUA. Isso ocorre por dois motivos. O primeiro é óbvio: o preço desabou
>> (de 400 para 200 dólares). O segundo é uma surpresa: muitos usuários estão
>> deixando de adquirir computadores e os vêm trocando por telefones com acesso
>> à web. O iPhone não vai ficar sozinho por muito tempo como uma referência de
>> celular que conjuga telefonia e internet. A Apple tem concorrentes
>> qualificados. Entre os mais notórios está o G1, com máquina da taiwanesa HTC
>> e sistema operacional, o Android, do Google – não por acaso, a
>> empresa-símbolo da web.
> Claro, conta-se nos dedos as pessoas que tem um iPhone hoje no Brasil, ou
> que estariam dispostas em tentar acessar nossos sites com um visorzinho
> mixuruca como aquele, pagando o resgate de um petroleiro pela tarifa.
> Mas o panorama mudou. Deste 1996, a pergunta mais recorrente do web design é
> "Em que resolução você cria?". Passamos do 640x420 para 800x600 com alegria.
> Começamos a rascunhar em 1024 x 768 quando o mercado foi tomado pelo
> widescreen... Só que esta lei progressiva de repente perdeu a lógica: Iremos
> retroceder para 480 x 320 - imagina você falando isto numa lista de
> discussão sobre web design, há 10 anos. Ririam de você.
> Embora portáteis possam ser desbragadamente girados, a mudança de resolução
> não é apenas escalar, mas o monitor também perde sua proporção "horizontal"
> e passa a ser "vertical".
> Mas e o CSS, Ira?
> Bem lembrado. Com ele, isto não figura necessariamente um problema (exceto,
> claro, se você não o usa e apela pra coisas como, eca, Flash). Mas a mudança
> de paradigma do web design deixa de ser meramente técnica. Como sempre, a
> mudança que a internet nos traz é, sobretudo, social.
> Preparamos nossos sites para rodar no Firefox, com tableless, com CSS, com
> Flash, com Ajax, com Safari, com Linux, com bloqueadores de pop ups, com CSS
> media types... Mas alguma vez, nos preocupamos EM QUE LUGAR o usuário
> acessa?
> Não é sobre acessibilidade. Esta matéria prevê sobre a possibilidade de usar
> dispositivos diversos para ter acesso a informação. Mas nunca, versou sobre
> AONDE o usuário estaria, se na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de
> sapê.
> Seu site já substitui o endereço por um link no Google Maps? Não? Já começou
> perdendo o bonde do Web design 2.0. Isto é o que se imagina ser o básico de
> um acesso móvel, localizar rapidamente endereços. E conta-se nos dedos quais
> celulares chiquetéssimos que não trazem aplicativos geográficos e GPS
> embutido.
> Claro, toda minha retórica é gritar com surdos, se considerarmos que a
> realidade brasileira de telefonia móvel é algo diferente da telefonia
> gringa. Por aqui, não notamos que as pessoas estão deixando os computadores
> e migrando para celulares.
> Mas isto é questão de SE ou questão de QUANDO?