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*Procuram-se novos especialistas* - Analistas de palavra-chave, arquitetos da informação e cientistas do exercício são alguns dos novos profissionais que, ainda raros no Brasil, começam a ser bastante requisitados por certas empresas.
Muitas dessas ocupações estão ligadas à área de tecnologia, cujo avanço permanente cria novas demandas por gente mais especializada. Um analista de palavra-chave, por exemplo, tem a única missão de combinar as palavras de um site de modo que as ferramentas de busca o situem, sempre, entre os primeiros da lista. Numa outra frente, surgiram funções relativas a assuntos ambientais, como a do "consultor de sustentabilidade", profissional que, entre outras coisas, faz estudos de impacto sobre o ambiente. É algo básico para muitos negócios. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas selecionou seis dos novos tipos de profissional que hoje mais despertam interesse nas empresas. Falam sobre suas atribuições - e dizem qual o melhor caminho, afinal, para se tornar um deles.
Um "arquiteto" de internet *Jeferson Jess,* 25 anos, já conhecia outros arquitetos da informação e ficou interessado no ofício. Depois de uma especialização em estratégias de comunicação para a internet, foi treinado para desempenhar a função numa consultoria, onde trabalha até hoje: *"Meu objetivo é facilitar a navegação" *
*Arquiteto da informação* - O que faz: enquanto o web designer se encarrega da concepção gráfica dos sites, esses "arquitetos" organizam o conteúdo para que as pessoas encontrem as informações com facilidade e façam suas compras na rede sem que esse seja um processo demorado demais Candidatos à vaga: analistas de sistemas ou cientistas da computação - ambos pelo conhecimento técnico de internet e por suas noções de design gráfico. Tem mais chance quem fizer ainda uma especialização em marketing para a web
*Salário inicial*: *3 500 reais
*Quem mais contrata: *empresas com sites de venda on-line, como Lojas Americanas e Ponto Frio. Também provedores de internet e agências de publicidade
*Analista de palavra-chave* - O que faz: trata-se de função bem técnica. Espera-se de um analista desses que consiga relacionar certas palavras num site de modo que a página apareça entre as primeiras referências da lista quando alguém pesquisa aquele tema na internet Candidatos à vaga: programadores ou analistas de sistemas, porque combinam domínio técnico da internet a conhecimentos de estatística e matemática. Na ausência de formação específica para a função, costumam ser treinados pelas próprias empresas
*Salário inicial*: *2 000 reais
*Quem mais contrata: *agências de publicidade e consultorias que produzem os sites das grandes companhias
Arquiteto da informação é uma "paulada" nos webdesigners! Por até onde eu sabia, era da OBRIGAÇÃO do webdesigner saber organizar a informação de forma clara e simples bem como criar a interface de modo a facilitar o acesso a esta informação. Ou seja? dar tudo mastigado para o usuário.
Isso pra mim é como contratar alguém só pra "pegar" a secretária (coisa que o chefe e o office boy fazem muito bem). Como webdesigner me senti desmoralizado!!!! Porque se existe procura, então existe a deficiência.
----- Original Message ----- From: Irapuan Martinez
To: Lista ArqHp
Sent: Saturday, November 22, 2008 3:04 PM
Subject: [arqHP: 41177] Procuram-se novos especialistas
Procuram-se novos especialistas - Analistas de palavra-chave, arquitetos da informação e cientistas do exercício são alguns dos novos profissionais que, ainda raros no Brasil, começam a ser bastante requisitados por certas empresas.
Muitas dessas ocupações estão ligadas à área de tecnologia, cujo avanço permanente cria novas demandas por gente mais especializada. Um analista de palavra-chave, por exemplo, tem a única missão de combinar as palavras de um site de modo que as ferramentas de busca o situem, sempre, entre os primeiros da lista. Numa outra frente, surgiram funções relativas a assuntos ambientais, como a do "consultor de sustentabilidade", profissional que, entre outras coisas, faz estudos de impacto sobre o ambiente. É algo básico para muitos negócios. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas selecionou seis dos novos tipos de profissional que hoje mais despertam interesse nas empresas. Falam sobre suas atribuições - e dizem qual o melhor caminho, afinal, para se tornar um deles.
Um "arquiteto" de internet
Jeferson Jess, 25 anos, já conhecia outros arquitetos da informação e ficou interessado no ofício. Depois de uma especialização em estratégias de comunicação para a internet, foi treinado para desempenhar a função numa consultoria, onde trabalha até hoje: "Meu objetivo é facilitar a navegação"
Arquiteto da informação - O que faz: enquanto o web designer se encarrega da concepção gráfica dos sites, esses "arquitetos" organizam o conteúdo para que as pessoas encontrem as informações com facilidade e façam suas compras na rede sem que esse seja um processo demorado demais
Candidatos à vaga: analistas de sistemas ou cientistas da computação - ambos pelo conhecimento técnico de internet e por suas noções de design gráfico. Tem mais chance quem fizer ainda uma especialização em marketing para a web
Salário inicial*: 3 500 reais
Quem mais contrata: empresas com sites de venda on-line, como Lojas Americanas e Ponto Frio. Também provedores de internet e agências de publicidade
Analista de palavra-chave - O que faz: trata-se de função bem técnica. Espera-se de um analista desses que consiga relacionar certas palavras num site de modo que a página apareça entre as primeiras referências da lista quando alguém pesquisa aquele tema na internet
Candidatos à vaga: programadores ou analistas de sistemas, porque combinam domínio técnico da internet a conhecimentos de estatística e matemática. Na ausência de formação específica para a função, costumam ser treinados pelas próprias empresas
Salário inicial*: 2 000 reais
Quem mais contrata: agências de publicidade e consultorias que produzem os sites das grandes companhias
com todo respeito, mas acho que você está confundindo as coisas.
Existem especializações. Se você como Webdesigner acha que vai
entender tudo sobre projeto gráfico, css, flash, php, asp, java, html,
ajax, javascript, prototipagem em papel, sistema de rotulação,
tesaurus, wireframes, design centrado no usuario e mais trocentos
assuntos, sinto informá-lo, mas você está enganado.
Arquitetos da informação não entram em projetos de site com "Empresa,
Produtos e Contato". Esses sites não precisam disso. Assim como esses
sites não precisam de um especialista em Grid de Bancos de Dados. Mas
nem por isso esse profissionais não são necessários.
E, sinceramente, se você está com medo de perder espaço de trabalho,
está na hora de repensar suas metas.
> Arquiteto da informação é uma "paulada" nos webdesigners! Por até onde eu
> sabia, era da OBRIGAÇÃO do webdesigner saber organizar a informação de forma
> clara e simples bem como criar a interface de modo a facilitar o acesso a
> esta informação. Ou seja? dar tudo mastigado para o usuário.
> Isso pra mim é como contratar alguém só pra "pegar" a secretária (coisa que
> o chefe e o office boy fazem muito bem). Como webdesigner me senti
> desmoralizado!!!! Porque se existe procura, então existe a deficiência.
> ----- Original Message -----
> From: Irapuan Martinez
> To: Lista ArqHp
> Sent: Saturday, November 22, 2008 3:04 PM
> Subject: [arqHP: 41177] Procuram-se novos especialistas
> Procuram-se novos especialistas - Analistas de palavra-chave, arquitetos da
> informação e cientistas do exercício são alguns dos novos profissionais que,
> ainda raros no Brasil, começam a ser bastante requisitados por certas
> empresas.
> Muitas dessas ocupações estão ligadas à área de tecnologia, cujo avanço
> permanente cria novas demandas por gente mais especializada. Um analista de
> palavra-chave, por exemplo, tem a única missão de combinar as palavras de um
> site de modo que as ferramentas de busca o situem, sempre, entre os
> primeiros da lista. Numa outra frente, surgiram funções relativas a assuntos
> ambientais, como a do "consultor de sustentabilidade", profissional que,
> entre outras coisas, faz estudos de impacto sobre o ambiente. É algo básico
> para muitos negócios. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas selecionou
> seis dos novos tipos de profissional que hoje mais despertam interesse nas
> empresas. Falam sobre suas atribuições - e dizem qual o melhor caminho,
> afinal, para se tornar um deles.
> Um "arquiteto" de internet
> Jeferson Jess, 25 anos, já conhecia outros arquitetos da informação e ficou
> interessado no ofício. Depois de uma especialização em estratégias de
> comunicação para a internet, foi treinado para desempenhar a função numa
> consultoria, onde trabalha até hoje: "Meu objetivo é facilitar a navegação"
> Arquiteto da informação - O que faz: enquanto o web designer se encarrega da
> concepção gráfica dos sites, esses "arquitetos" organizam o conteúdo para
> que as pessoas encontrem as informações com facilidade e façam suas compras
> na rede sem que esse seja um processo demorado demais
> Candidatos à vaga: analistas de sistemas ou cientistas da computação - ambos
> pelo conhecimento técnico de internet e por suas noções de design gráfico.
> Tem mais chance quem fizer ainda uma especialização em marketing para a web
> Salário inicial*: 3 500 reais
> Quem mais contrata: empresas com sites de venda on-line, como Lojas
> Americanas e Ponto Frio. Também provedores de internet e agências de
> publicidade
> Analista de palavra-chave - O que faz: trata-se de função bem técnica.
> Espera-se de um analista desses que consiga relacionar certas palavras num
> site de modo que a página apareça entre as primeiras referências da lista
> quando alguém pesquisa aquele tema na internet
> Candidatos à vaga: programadores ou analistas de sistemas, porque combinam
> domínio técnico da internet a conhecimentos de estatística e matemática. Na
> ausência de formação específica para a função, costumam ser treinados pelas
> próprias empresas
> Salário inicial*: 2 000 reais
> Quem mais contrata: agências de publicidade e consultorias que produzem os
> sites das grandes companhias
Estava conversando com um diretor de arte e ele disse que designer
geralmente sofre de síndrome de ilustrador. Sempre acha que o que tem que
entregar é algo bonitinho e visualmente atraente, quando na verdade
> com todo respeito, mas acho que você está confundindo as coisas.
> Existem especializações. Se você como Webdesigner acha que vai
> entender tudo sobre projeto gráfico, css, flash, php, asp, java, html,
> ajax, javascript, prototipagem em papel, sistema de rotulação,
> tesaurus, wireframes, design centrado no usuario e mais trocentos
> assuntos, sinto informá-lo, mas você está enganado.
> Arquitetos da informação não entram em projetos de site com "Empresa,
> Produtos e Contato". Esses sites não precisam disso. Assim como esses
> sites não precisam de um especialista em Grid de Bancos de Dados. Mas
> nem por isso esse profissionais não são necessários.
> E, sinceramente, se você está com medo de perder espaço de trabalho,
> está na hora de repensar suas metas.
> abs
> Ricardo.
> 2008/11/24 Guilherme Ferreira <guilherme.nu...@gmail.com>:
> > Arquiteto da informação é uma "paulada" nos webdesigners! Por até onde eu
> > sabia, era da OBRIGAÇÃO do webdesigner saber organizar a informação de
> forma
> > clara e simples bem como criar a interface de modo a facilitar o acesso a
> > esta informação. Ou seja? dar tudo mastigado para o usuário.
> > Isso pra mim é como contratar alguém só pra "pegar" a secretária (coisa
> que
> > o chefe e o office boy fazem muito bem). Como webdesigner me senti
> > desmoralizado!!!! Porque se existe procura, então existe a deficiência.
> > ----- Original Message -----
> > From: Irapuan Martinez
> > To: Lista ArqHp
> > Sent: Saturday, November 22, 2008 3:04 PM
> > Subject: [arqHP: 41177] Procuram-se novos especialistas
> > Procuram-se novos especialistas - Analistas de palavra-chave, arquitetos
> da
> > informação e cientistas do exercício são alguns dos novos profissionais
> que,
> > ainda raros no Brasil, começam a ser bastante requisitados por certas
> > empresas.
> > Muitas dessas ocupações estão ligadas à área de tecnologia, cujo avanço
> > permanente cria novas demandas por gente mais especializada. Um analista
> de
> > palavra-chave, por exemplo, tem a única missão de combinar as palavras de
> um
> > site de modo que as ferramentas de busca o situem, sempre, entre os
> > primeiros da lista. Numa outra frente, surgiram funções relativas a
> assuntos
> > ambientais, como a do "consultor de sustentabilidade", profissional que,
> > entre outras coisas, faz estudos de impacto sobre o ambiente. É algo
> básico
> > para muitos negócios. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas
> selecionou
> > seis dos novos tipos de profissional que hoje mais despertam interesse
> nas
> > empresas. Falam sobre suas atribuições - e dizem qual o melhor caminho,
> > afinal, para se tornar um deles.
> > Um "arquiteto" de internet
> > Jeferson Jess, 25 anos, já conhecia outros arquitetos da informação e
> ficou
> > interessado no ofício. Depois de uma especialização em estratégias de
> > comunicação para a internet, foi treinado para desempenhar a função numa
> > consultoria, onde trabalha até hoje: "Meu objetivo é facilitar a
> navegação"
> > Arquiteto da informação - O que faz: enquanto o web designer se encarrega
> da
> > concepção gráfica dos sites, esses "arquitetos" organizam o conteúdo para
> > que as pessoas encontrem as informações com facilidade e façam suas
> compras
> > na rede sem que esse seja um processo demorado demais
> > Candidatos à vaga: analistas de sistemas ou cientistas da computação -
> ambos
> > pelo conhecimento técnico de internet e por suas noções de design
> gráfico.
> > Tem mais chance quem fizer ainda uma especialização em marketing para a
> web
> > Salário inicial*: 3 500 reais
> > Quem mais contrata: empresas com sites de venda on-line, como Lojas
> > Americanas e Ponto Frio. Também provedores de internet e agências de
> > publicidade
> > Analista de palavra-chave - O que faz: trata-se de função bem técnica.
> > Espera-se de um analista desses que consiga relacionar certas palavras
> num
> > site de modo que a página apareça entre as primeiras referências da lista
> > quando alguém pesquisa aquele tema na internet
> > Candidatos à vaga: programadores ou analistas de sistemas, porque
> combinam
> > domínio técnico da internet a conhecimentos de estatística e matemática.
> Na
> > ausência de formação específica para a função, costumam ser treinados
> pelas
> > próprias empresas
> > Salário inicial*: 2 000 reais
> > Quem mais contrata: agências de publicidade e consultorias que produzem
> os
> > sites das grandes companhias
Estava conversando com um diretor de arte e ele disse que designer geralmente sofre de síndrome de ilustrador. Sempre acha que o que tem que entregar é algo bonitinho e visualmente atraente, quando na verdadetem que entregar a solução. Ver como aquilo vai se comportar, qual vai ser a solução pro funcionamento, etc.
Basicamente, ele quis dizer que um designer deve ter esses conhecimentos que o pessoal de AI estuda (imagino que não tão profundamente, mas deve conhecer alguma coisa) pra saber executar um projeto e resolver os problemas que ele necessita.
Alguns estudos deviam ser comuns às duas áreas, parece que a maioria dos designers parou no tempo aí, e os arquitetos de informação tiveram mais disposição de aprender.
Bem... Obrigado Pelo esclarecimento Ricardo.
Mas eu não tive a intenção de dizer que não acho que devam haver "especialistas" por segmento. Apenas que a função específica de tornar a informação fácil de acessar de forma inteligível é sim função do designer. É difícil afirmar isto com toda certeza porque na verdade não existe curso de webdesigner (pelo menos nunca vi), e sendo assim fica obscuro as funções e conhecimentos de um "webdesigner". No meu entendimento, se o webdesigner não sabe deixar a informação fácil e intuitiva ele merece a morte (300 chibatadas antes)!
Tudo bem que talvez eu esteja substimando a profundidade do assunto. Derrepente é mais complexo do que imagino.
Fica critério dos futuros empregadores definirem o que afinal é conhecimento de um "Arquitetos da informação" que um Designer não faz. Porque como a profissão só existe de boca (não tem faculdade, grade e nem informação específica das suas qualidades e função) continuo achando que é a desmoralização dos webdesigner. Continuo sem ver a complexidade desta nova profissão.
----- Original Message ----- From: "Ricardo Couto" <couto.rica...@gmail.com>
To: <arqhp@googlegroups.com>
Sent: Monday, November 24, 2008 3:42 PM
Subject: [arqHP: 41190] Re: Procuram-se novos especialistas
Guilherme,
com todo respeito, mas acho que você está confundindo as coisas.
Existem especializações. Se você como Webdesigner acha que vai
entender tudo sobre projeto gráfico, css, flash, php, asp, java, html,
ajax, javascript, prototipagem em papel, sistema de rotulação,
tesaurus, wireframes, design centrado no usuario e mais trocentos
assuntos, sinto informá-lo, mas você está enganado.
Arquitetos da informação não entram em projetos de site com "Empresa,
Produtos e Contato". Esses sites não precisam disso. Assim como esses
sites não precisam de um especialista em Grid de Bancos de Dados. Mas
nem por isso esse profissionais não são necessários.
E, sinceramente, se você está com medo de perder espaço de trabalho,
está na hora de repensar suas metas.
abs
Ricardo.
2008/11/24 Guilherme Ferreira <guilherme.nu...@gmail.com>:
> Arquiteto da informação é uma "paulada" nos webdesigners! Por até onde eu
> sabia, era da OBRIGAÇÃO do webdesigner saber organizar a informação de > forma
> clara e simples bem como criar a interface de modo a facilitar o acesso a
> esta informação. Ou seja? dar tudo mastigado para o usuário.
> Isso pra mim é como contratar alguém só pra "pegar" a secretária (coisa > que
> o chefe e o office boy fazem muito bem). Como webdesigner me senti
> desmoralizado!!!! Porque se existe procura, então existe a deficiência.
> ----- Original Message -----
> From: Irapuan Martinez
> To: Lista ArqHp
> Sent: Saturday, November 22, 2008 3:04 PM
> Subject: [arqHP: 41177] Procuram-se novos especialistas
> Procuram-se novos especialistas - Analistas de palavra-chave, arquitetos > da
> informação e cientistas do exercício são alguns dos novos profissionais > que,
> ainda raros no Brasil, começam a ser bastante requisitados por certas
> empresas.
> Muitas dessas ocupações estão ligadas à área de tecnologia, cujo avanço
> permanente cria novas demandas por gente mais especializada. Um analista > de
> palavra-chave, por exemplo, tem a única missão de combinar as palavras de > um
> site de modo que as ferramentas de busca o situem, sempre, entre os
> primeiros da lista. Numa outra frente, surgiram funções relativas a > assuntos
> ambientais, como a do "consultor de sustentabilidade", profissional que,
> entre outras coisas, faz estudos de impacto sobre o ambiente. É algo > básico
> para muitos negócios. A pedido de VEJA, um grupo de especialistas > selecionou
> seis dos novos tipos de profissional que hoje mais despertam interesse nas
> empresas. Falam sobre suas atribuições - e dizem qual o melhor caminho,
> afinal, para se tornar um deles.
> Um "arquiteto" de internet
> Jeferson Jess, 25 anos, já conhecia outros arquitetos da informação e > ficou
> interessado no ofício. Depois de uma especialização em estratégias de
> comunicação para a internet, foi treinado para desempenhar a função numa
> consultoria, onde trabalha até hoje: "Meu objetivo é facilitar a > navegação"
> Arquiteto da informação - O que faz: enquanto o web designer se encarrega > da
> concepção gráfica dos sites, esses "arquitetos" organizam o conteúdo para
> que as pessoas encontrem as informações com facilidade e façam suas > compras
> na rede sem que esse seja um processo demorado demais
> Candidatos à vaga: analistas de sistemas ou cientistas da computação - > ambos
> pelo conhecimento técnico de internet e por suas noções de design gráfico.
> Tem mais chance quem fizer ainda uma especialização em marketing para a > web
> Salário inicial*: 3 500 reais
> Quem mais contrata: empresas com sites de venda on-line, como Lojas
> Americanas e Ponto Frio. Também provedores de internet e agências de
> publicidade
> Analista de palavra-chave - O que faz: trata-se de função bem técnica.
> Espera-se de um analista desses que consiga relacionar certas palavras num
> site de modo que a página apareça entre as primeiras referências da lista
> quando alguém pesquisa aquele tema na internet
> Candidatos à vaga: programadores ou analistas de sistemas, porque combinam
> domínio técnico da internet a conhecimentos de estatística e matemática. > Na
> ausência de formação específica para a função, costumam ser treinados > pelas
> próprias empresas
> Salário inicial*: 2 000 reais
> Quem mais contrata: agências de publicidade e consultorias que produzem os
> sites das grandes companhias
----- Original Message ----- From: Camilo Oliveira
To: arqhp@googlegroups.com
Sent: Monday, November 24, 2008 4:16 PM
Subject: [arqHP: 41193] Re: Procuram-se novos especialistas
Estava conversando com um diretor de arte e ele disse que designer geralmente sofre de síndrome de ilustrador. Sempre acha que o que tem que entregar é algo bonitinho e visualmente atraente, quando na verdadetem que entregar a solução. Ver como aquilo vai se comportar, qual vai ser a solução pro funcionamento, etc.
Basicamente, ele quis dizer que um designer deve ter esses conhecimentos que o pessoal de AI estuda (imagino que não tão profundamente, mas deve conhecer alguma coisa) pra saber executar um projeto e resolver os problemas que ele necessita.
Alguns estudos deviam ser comuns às duas áreas, parece que a maioria dos designers parou no tempo aí, e os arquitetos de informação tiveram mais disposição de aprender.
Sou novo aqui na lista e gostaria de participar efetivamente, pois além de designer, atuo como professor também.
*Camilo em relação ao que você disse no e-mail anterior:* *(...) Basicamente, ele quis dizer que um designer deve ter esses conhecimentos que o pessoal de AI estuda (imagino que não tão profundamente, mas deve conhecer alguma coisa) pra saber executar um projeto e resolver os problemas que ele necessita.(...)*
Tem muita gente ainda que não entende o papel profissional do designer gráfico, aliás, sequer entende o termo *design *e sua abrangência*. *
Percebo que cada vez mais, estamos nos atrelando a vários conhecimentos (o que chamamos de *multidisciplinaridade), *e isto é uma tendência forte para quase todas as profissiões.
O profissional "polivalente"...
Há quem enxergue isso como um problema, assim como há quem defenda que não.
Eu acredito que conhecimento nunca é demais. Se você tem chance de aprender algo inovador, que vá melhorar o teu desempenho no trabalho, ou vida pessoal, por que não aprender?
Existe um vídeo bastante interessante que fala sobre o ensino de design no Brasil, em que determinado trecho, uma aluna dá seu relato sobre a vida acadêmica e diz a seguinte frase: "Quem reclama, só reclama mesmo. Não dá solução."
Uma geração formada com este pensamento, imagine só?!
Então você está certo quando diz que temos que dar solução, pois essa é a essência do nosso trabalho.
Sobre esta parte: *Alguns estudos deviam ser comuns às duas áreas, parece que a maioria dos designers parou no tempo aí, e os arquitetos de informação tiveram mais disposição de aprender.*
Eu não acredito que isso aconteceu. Acredito que gerou-se a necessidade de outro perfil de profissional. E acho que esta demanda foi atendida basicamente por pessoas que, de certa forma, já atuavam na área (designers), e que com o passar do tempo começaram a perceber que a demanda era específica e que colidia com um profissional de formação específica.
Eu até pouco tempo não sabia, mas a Biblioteconomia tem muito a ver com este tipo de trabalho. Quase todos os conhecimentos abordados no curso vão de encontro com o perfil do Arquiteto de Informação.
*É difícil afirmar isto com toda certeza porque na verdade não existe curso de webdesigner (pelo menos nunca vi), e sendo assim fica obscuro as funções e conhecimentos de um "webdesigner". No meu entendimento, se o webdesigner não sabe deixar a informação fácil e intuitiva ele merece a morte (300 chibatadas antes)!*
Não temos reconhecimento pela profissão. Há anos rola uma tramitação no governo para que haja o reconhecimento, mas sempre emperra em algo (ou diria, alguém).
Existem CBOs (Classificação Brasileira de Ocupações) que determinam as atividades e áreas de conhecimento, porém, não valem como regulamentação.