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Ciclo de Reforma Tecnológica
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Jonas Galvez  
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 Mais opções 22 nov 2008, 17:31
De: "Jonas Galvez" <jonasgal...@gmail.com>
Data: Sat, 22 Nov 2008 17:31:57 -0200
Local: Sab 22 nov 2008 17:31
Assunto: Ciclo de Reforma Tecnológica
Analisando meu trabalho nos últimos 5 anos, identifiquei um padrão
de ciclo de reforma tecnológica. Me parece que o tempo necessário
para que uma nova tecnologia ou ferramenta para desenvolvimento web
seja concebida e torne-se evoluída e estável o suficiente para uso
em projetos profissionais é de aproximadamente 2 anos.

Isto é, se você deseja empregar sempre o que é tido como
state-of-the-art, eu recomendaria adotar uma agenda de reciclagem e
pesquisa de novas tecnologias a cada 2 anos.

Estou sentindo isso com algumas recentes jornadas de programação em
Python no trabalho. Comecei com Python 2.0 e Apache/mod_python há 5
anos, se entender muito bem os requirementos e soluções para alta
disponibilidade de aplicativos web.

Trabalhei em um projeto com versões primordiais do Rails por 2
anos. Neste tempo, o próprio Rails evoluiu consideravelmente o que
justificou a continuidade de outro ciclo de 2 anos com ele, estando
entre as versões 2.0 e a recentemente lançada 2.2.2.

Neste período mergulhei de cabeça em todos aspectos da arquitetura
de alta disponibilidade, caching, reverse proxies, database
replication e sharding, além de ferramentas de monitoração. As
ferramentas deste universo ainda estão caminhando mas algumas já
estão estáveis o suficiente para fazer parte da stack padrão.

Paralelamente, surgia o Merb, spin-off do Rails que visa ser mais
leve, rápido e flexível. Em menos de dois anos, o Merb conseguiu
um suporte impressionante da comunidade, e já chegou a uma
versão 1.0. Para muitos, já é uma alternativa viável ao Rails.

Dentro da minha teoria, isso aconteceu por dois motivos:

 1) O Rails não é bala de prata. Ou melhor, O Ruby não é. O Ruby é
 uma linguagem dinâmica que consome uma quantidade histérica de
 memória devido ao fato de tudo ser um objeto completo. O Ruby é
 uma linguagem totalmente OO, o que é uma vantagem para a
 engenharia e concepção de modelos complexos de programas, mas
 torna-se uma desvantagem em estabilidade e alta disponibilidade.
 Inevitavelmente, o GC do Ruby tem tarefa mais pesada que torna o
 fluxo de reciclagem de dados na memória mais lento, o que influi
 diretamente no número de requests por segundo que uma única
 instância de apliação Rails pode processar. Outra falha é a
 complexa ramificação da tree do código fonte do Rails, com uma
 bagagem muito grande de items desnecessários.

 Isso não é problema para se manter uma aplicação Rails em pé,
 podendo ser resolvido com a expansão horizontal de servidores e
 ferramentas de monitoração que reiniciam processos Ruby de vez em
 quando (monit). Mas é fato que o custo operacional do Rails fica
 inviável para aplicações de tráfego muito elevado. Isso causou um
 êxodo de aplicações para outras plataformas mais leves e mais
 rápidas, como o bom e velho Python e mais recentemente, Erlang. O
 Twitter teve que receber um toque de Erlang este ano.

 2) O Rails não fez muito esforço para profilaticamente acompanhar
 e atender essas necessidades. O consenso parece ser de que Rails
 de fato não deveria sequer ser considerado para isso e que outras
 tecnologias e linguagens vão inevitavelmente fazer parte de uma
 mesma arquitetura. Este consenso vem de grande coerência. O
 problema é que o Rails também deixou de acompanhar evoluções
 dentro da própria comunidade Ruby.

 Rack, o equivalente do Ruby do padrão WSGI do Python, demorou para
 ser notado pelo Rails. O Rack, como API padrão de comunicação
 entre servidores e aplicações, traz inúmeras vantagens incluindo
 maior concisão de código, e foi prontamente adotado pelo Merb.

 Basicamente, o Rails chegou a um ponto onde novas releases
 passaram a ser releases de manutenção e adição de recursos ainda
 essenciais. A mais recente versão, 2.2.2, inclui finalmente
 suporte embutido a I18n e patches que garantem thread safety.

***

O mais importante a se observar aqui é que Rails não recebeu muito
refactoring em seus pilares de sustenção. Não há mais tantos
backward-incompatible updates e não há esforço mental em tentar
conceber maneiras mais inteligentes de se lidar com várias das
necessidades básicas de uma aplicação web.

O Django infelizmente já está chegando nesse estado também. O Merb,
agora em sua versão 1.0, deve provavelmente permanecer em sua fase
experimental por mais um ciclo de 2 anos, enquanto detém
sua qualificação state-of-the-art.

Quem continuar com Rails vai provavelmente se acomodar numa
arquitetura já bem definida, estável e sem muitas mudanças futuras.
Talvez daqui 2 anos venha o Rails 3.0, com refactoring completo. Um
tanto improvável mas não impossível.

O Python está próximo mais uma vez de se tornar state-of-the-art
com sua iminente versão 3.0, com dúzias de modificações
state-of-the-art, e claramente o resultado de anos de pesquisa e o
claro objetivo de tentar refazer tudo de maneira melhor.

A estagnação do Rails não é necessariamente algo ruim, é sinal que
a tecnologia está madura e confiável. E particularmente, continuará
sendo a opção padrão para a construção de sites nos meus projetos.

Mas para aplicações de domínio específico, ou serviços internos,
Python torna-se a opção padrão pelos próximos 2 anos. Frameworks
compatíveis com WSGI, como web.py, já estão bem maduros. E para
ORM, SQLAlchemy já se tornou uma opção melhor que SQLObject. A
maioria dos servidores têm adaptadores WSGI, até mesmo o nginx.

--Jonas Galvez


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Jonas Galvez  
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 Mais opções 22 nov 2008, 17:33
De: "Jonas Galvez" <jonasgal...@gmail.com>
Data: Sat, 22 Nov 2008 17:33:44 -0200
Local: Sab 22 nov 2008 17:33
Assunto: Ciclo de Reforma Tecnológica
Analisando meu trabalho nos últimos 5 anos, identifiquei um padrão
de ciclo de reforma tecnológica. Me parece que o tempo necessário
para que uma nova tecnologia ou ferramenta para desenvolvimento web
seja concebida e torne-se evoluída e estável o suficiente para uso
em projetos profissionais é de aproximadamente 2 anos.

Isto é, se você deseja empregar sempre o que é tido como
state-of-the-art, eu recomendaria adotar uma agenda de reciclagem e
pesquisa de novas tecnologias a cada 2 anos.

Estou sentindo isso com algumas recentes jornadas de programação em
Python no trabalho. Comecei com Python 2.0 e Apache/mod_python há 5
anos, se entender muito bem os requirementos e soluções para alta
disponibilidade de aplicativos web.

Trabalhei em um projeto com versões primordiais do Rails por 2
anos. Neste tempo, o próprio Rails evoluiu consideravelmente o que
justificou a continuidade de outro ciclo de 2 anos com ele, estando
entre as versões 2.0 e a recentemente lançada 2.2.2.

Neste período mergulhei de cabeça em todos aspectos da arquitetura
de alta disponibilidade, caching, reverse proxies, database
replication e sharding, além de ferramentas de monitoração. As
ferramentas deste universo ainda estão caminhando mas algumas já
estão estáveis o suficiente para fazer parte da stack padrão.

Paralelamente, surgia o Merb, spin-off do Rails que visa ser mais
leve, rápido e flexível. Em menos de dois anos, o Merb conseguiu
um suporte impressionante da comunidade, e já chegou a uma
versão 1.0. Para muitos, já é uma alternativa viável ao Rails.

Dentro da minha teoria, isso aconteceu por dois motivos:

 1) O Rails não é bala de prata. Ou melhor, O Ruby não é. O Ruby é
 uma linguagem dinâmica que consome uma quantidade histérica de
 memória devido ao fato de tudo ser um objeto completo. O Ruby é
 uma linguagem totalmente OO, o que é uma vantagem para a
 engenharia e concepção de modelos complexos de programas, mas
 torna-se uma desvantagem em estabilidade e alta disponibilidade.
 Inevitavelmente, o GC do Ruby tem tarefa mais pesada que torna o
 fluxo de reciclagem de dados na memória mais lento, o que influi
 diretamente no número de requests por segundo que uma única
 instância de apliação Rails pode processar. Outra falha é a
 complexa ramificação da tree do código fonte do Rails, com uma
 bagagem muito grande de items desnecessários.

 Isso não é problema para se manter uma aplicação Rails em pé,
 podendo ser resolvido com a expansão horizontal de servidores e
 ferramentas de monitoração que reiniciam processos Ruby de vez em
 quando (monit). Mas é fato que o custo operacional do Rails fica
 inviável para aplicações de tráfego muito elevado. Isso causou um
 êxodo de aplicações para outras plataformas mais leves e mais
 rápidas, como o bom e velho Python e mais recentemente, Erlang. O
 Twitter teve que receber um toque de Erlang este ano.

 2) O Rails não fez muito esforço para profilaticamente acompanhar
 e atender essas necessidades. O consenso parece ser de que Rails
 de fato não deveria sequer ser considerado para isso e que outras
 tecnologias e linguagens vão inevitavelmente fazer parte de uma
 mesma arquitetura. Este consenso vem de grande coerência. O
 problema é que o Rails também deixou de acompanhar evoluções
 dentro da própria comunidade Ruby.

 Rack, o equivalente do Ruby do padrão WSGI do Python, demorou para
 ser notado pelo Rails. O Rack, como API padrão de comunicação
 entre servidores e aplicações, traz inúmeras vantagens incluindo
 maior concisão de código, e foi prontamente adotado pelo Merb.

 Basicamente, o Rails chegou a um ponto onde novas releases
 passaram a ser releases de manutenção e adição de recursos ainda
 essenciais. A mais recente versão, 2.2.2, inclui finalmente
 suporte embutido a I18n e patches que garantem thread safety.

***

O mais importante a se observar aqui é que Rails não recebeu muito
refactoring em seus pilares de sustenção. Não há mais tantos
backward-incompatible updates e não há esforço mental em tentar
conceber maneiras mais inteligentes de se lidar com várias das
necessidades básicas de uma aplicação web.

O Django infelizmente já está chegando nesse estado também. O Merb,
agora em sua versão 1.0, deve provavelmente permanecer em sua fase
experimental por mais um ciclo de 2 anos, enquanto detém
sua qualificação state-of-the-art.

Quem continuar com Rails vai provavelmente se acomodar numa
arquitetura já bem definida, estável e sem muitas mudanças futuras.
Talvez daqui 2 anos venha o Rails 3.0, com refactoring completo. Um
tanto improvável mas não impossível.

O Python está próximo mais uma vez de se tornar state-of-the-art
com sua iminente versão 3.0, com dúzias de modificações
state-of-the-art, e claramente o resultado de anos de pesquisa e o
claro objetivo de tentar refazer tudo de maneira melhor.

A estagnação do Rails não é necessariamente algo ruim, é sinal que
a tecnologia está madura e confiável. E particularmente, continuará
sendo a opção padrão para a construção de sites nos meus projetos.

Mas para aplicações de domínio específico, ou serviços internos,
Python torna-se a opção padrão pelos próximos 2 anos. Frameworks
compatíveis com WSGI, como web.py, já estão bem maduros. E para
ORM, SQLAlchemy já se tornou uma opção melhor que SQLObject. A
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--Jonas Galvez


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Irapuan Martinez  
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 Mais opções 22 nov 2008, 18:50
De: "Irapuan Martinez" <irap...@gmail.com>
Data: Sat, 22 Nov 2008 18:50:49 -0200
Local: Sab 22 nov 2008 18:50
Assunto: Re: [arqHP: 41179] Ciclo de Reforma Tecnológica

Valeu pelo post, Jonas.
Eu acompanho os cíclos de uma maneira mais cínica:

1) Começa com alguém lendo-o uma parada num blog gringo (Darwin do céu,
saber inglês é um diferencial????)

2) O sujeito abre uma comunidade sobre o lance. Nem ele entende o que é a
parada. Mas não impede de abrir um XPTO-BR num Yahoo! / Google Groups /
Orkut / uaterver.

3) Os primeiros a dominar a parada começam a se destacar na tal comunidade,
dando suporte aos newbies.

4) Acontecem os cursos e palestras. Estes primeiros já atingem o status de
"guru". Começam a dizer que "com a XPTO você ganha mais tempo, usa menos
recursos, obtém mais fidelidade da clientela, e melhor de tudo, seu marido
não ronca mais".

5) A parada vem lançando sucessivas versões cada vez com mais recursos. Mas
a partir da terceira ou quarta versão, acaba as novidades relevantes. Dali
então, é só cosmética. Os gurus já estão assegurando que o futuro da
civilização humana depende da tecnologia.

6) Algumas pessoas começam a despertar o senso crítico sobre a parada.
Enxergam que não é tanto assim. Começam a usar a tecnologia racionalmente,
ao invés de usar metralhadora para matar bactérias.

Daí surge uma nova tecnologia e começa tudo novamente.


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Antonio Jozzolino  
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 Mais opções 22 nov 2008, 22:13
De: "Antonio Jozzolino" <antonio.jozzol...@gmail.com>
Data: Sat, 22 Nov 2008 22:13:47 -0200
Local: Sab 22 nov 2008 22:13
Assunto: RE: [arqHP: 41181] Re: Ciclo de Reforma Tecnológica

Como dizia Tales de Mileto, entre na Bovespa no momento errado, e sai no
certo. Ou, como dizia o Barão de  Rothschild, se há sangue nas ruas, compre
terras...

[]'s

Antonio Jozzolino

www.sgd.com.br

From: arqhp@googlegroups.com [mailto:arqhp@googlegroups.com] On Behalf Of
Irapuan Martinez
Sent: Saturday, November 22, 2008 6:51 PM
To: arqhp@googlegroups.com
Subject: [arqHP: 41181] Re: Ciclo de Reforma Tecnológica

Valeu pelo post, Jonas.


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Perroud  
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 Mais opções 23 nov 2008, 10:02
De: Perroud <perr...@gmail.com>
Data: Sun, 23 Nov 2008 07:02:52 -0500
Local: Dom 23 nov 2008 10:02
Assunto: Re: [arqHP: 41182] Re: Ciclo de Reforma Tecnológica

Como dizia um velho caboclo: tudo a ver com as pernas da minhoca.

2008/11/22 Antonio Jozzolino <antonio.jozzol...@gmail.com>

>  Como dizia Tales de Mileto, entre na Bovespa no momento errado, e sai no
> certo. Ou, como dizia o Barão de  Rothschild, se há sangue nas ruas, compre
> terras...

--
Perroud

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Jonas Raoni  
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 Mais opções 23 nov 2008, 14:57
De: "Jonas Raoni" <jonasra...@gmail.com>
Data: Sun, 23 Nov 2008 14:57:19 -0200
Local: Dom 23 nov 2008 14:57
Assunto: Re: [arqHP: 41184] Re: Ciclo de Reforma Tecnológica

On Sun, Nov 23, 2008 at 10:02 AM, Perroud <perr...@gmail.com> wrote:
> Como dizia um velho caboclo: tudo a ver com as pernas da minhoca.

huaeheauaeaheuaehe, o pessoal quis ganhar dinheiro fácil na bolsa,
perdeu mó grana e ficou doente :)~

--
Jonas Raoni Soares Silva
http://jsfromhell.com


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Camilo Oliveira  
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 Mais opções 24 nov 2008, 15:21
De: "Camilo Oliveira" <lis...@camilo87.com>
Data: Mon, 24 Nov 2008 15:21:29 -0200
Local: Seg 24 nov 2008 15:21
Assunto: Re: [arqHP: 41181] Re: Ciclo de Reforma Tecnológica

2008/11/22 Irapuan Martinez <irap...@gmail.com>

> 1) Começa com alguém lendo-o uma parada num blog gringo (Darwin do céu,
> saber inglês é um diferencial????)

É interessante notar isso. Não só em programação, mas nas tendências (ou
modinhas, como queiram) de design também.
A gente tem acesso às mesmas coisas que eles, mas as coisas sempre evoluem
primeiro lá fora.

Talvez eles tenham mais desse inconformismo do seu ponto 6 e comecem
primeiro a fazer alguma coisa nova. Ou talvez porque o número de gente que
desenvolve aqui é menor do que o que desenvolve no resto do mundo, por isso
a ocorrência fora é maior. (espero que não tenha ficado confuso)

--
Camilo Oliveira

Design Coletivo - http://designcoletivo.com
Portfólio - http://www.camilo87.com
Conexão Needforlumbriga - http://conexao.needforlumbriga.com


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Enrique Robledo  
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 Mais opções 25 nov 2008, 09:36
De: Enrique Robledo <enrique.robl...@gmail.com>
Data: Tue, 25 Nov 2008 03:36:20 -0800 (PST)
Local: Ter 25 nov 2008 09:36
Assunto: Re: Ciclo de Reforma Tecnológica
Interessante o artigo Jonás, e mais agora que o Rubi tá bombando como
"o futuro" em muitos blogs de desenvolvedores e até num proveedor de
hosting muito conhecido no Brasil (porraLocaWeb).

On 22 nov, 16:31, "Jonas Galvez" <jonasgal...@gmail.com> wrote:


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donner. nine  
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 Mais opções 5 jan, 10:32
De: donner.nine <donner.n...@gmail.com>
Data: Mon, 5 Jan 2009 10:32:21 -0200
Local: Seg 5 jan 2009 10:32
Assunto: Re: [arqHP: 41179] Ciclo de Reforma Tecnológica

> A estagnação do Rails não é necessariamente algo ruim, é sinal que
> a tecnologia está madura e confiável. E particularmente, continuará
> sendo a opção padrão para a construção de sites nos meus projetos.

por curiosidade, pq não usar o Merb?

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Leonardo Faria  
Ver perfil
 Mais opções 5 jan, 11:59
De: Leonardo Faria <leonardofa...@gmail.com>
Data: Mon, 5 Jan 2009 05:59:06 -0800 (PST)
Local: Seg 5 jan 2009 11:59
Assunto: Re: Ciclo de Reforma Tecnológica
On 5 jan, 10:32, donner.nine <donner.n...@gmail.com> wrote:

> por curiosidade, pq não usar o Merb?

só pra constar: rails e merb se juntarão em um power-megazorde, o
Rails 3.0.

a maturidade de juntar 2 ótimas soluções é algo que geralmente não se
vê no mundo opensource, onde geralmente acontece justamente o
contrário: forks, forks e... forks.

--
Leonardo Faria
leonardofaria.net
codestacker.com


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Pedro Gomes Rocha  
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 Mais opções 5 jan, 12:16
De: "Pedro Gomes Rocha" <pedrogomesro...@gmail.com>
Data: Mon, 5 Jan 2009 12:16:10 -0200
Local: Seg 5 jan 2009 12:16
Assunto: Re: [arqHP: 41805] Re: Ciclo de R