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> O XKCD esta fazendo uma singela homenagem ao futuro defunto Geociteis > de corpo e codigo! Só faltou mesmo o "spacer.gif". > http://xkcd.com/
Homenagem justa.
Imaginem o Twitter fechar as portas? Ou Blogspot*?
É mais ou menos esta dimensão o fechamento do Geocities. Durante muitos anos da internet em preto & branco, o Geocities foi o único site a manjar que a descentralização era o mote da internet.
Boa missão, Geocities. Longa vida a você no Archive.org.
* Blogspot já fechou as portas. Não o ".com", mas o ".com.br". Fizeram um estardalhaço que o Brasil seria o primeiro lugar que havia licenciado a marca, como estratégia de alavancamento do portal da rede Globo... Inversamente ao barulho que fizeram quando abriram, fecharam.
> 2009/10/26 Fabio Ortolan <fabio.orto...@gmail.com>: > > O XKCD esta fazendo uma singela homenagem ao futuro defunto Geociteis > > de corpo e codigo! Só faltou mesmo o "spacer.gif". > > http://xkcd.com/
> Homenagem justa.
> Imaginem o Twitter fechar as portas? Ou Blogspot*?
Ou o orkut ! Lembro que muito uso fiz do geocities, tanto como "provedor" quanto consumidor de conteúdo. É quase como uma sensação de coisas da infância :)
Coisas que me marcaram e que hoje nao tem mais: homesite, gif animator pro, windows NT (com problemas de driver das placas multimidia) e photoshop 4 com apenas um UNDO (CTRL + Z) que virava REDO depois da primeira pressionada.
2009/10/26 Israel Cefrin <israel.cef...@gmail.com>
> Coisas que me marcaram e que hoje nao tem mais: homesite, gif animator pro,
Homesite era ótimo. Até hoje não achei um software que tinha os atalhos pra criar tag de abertura e fechamento, com o cursor posicionado no meio da tag. Fora os atalhos de strong e empasize e a velocidade com que o programa abria.
Eu usava um, não lembro mais o nome, que a cada 30 dias, expirava. Mas como ele não fazia registros no Windows, era só reinstalar que eu tinha mais 30 dias pra funfar.
Nunca fui Outlook, usei sempre o Eudora. Só larguei por causa do Gmail.
> 2009/10/26 Camilo Oliveira <lis...@camilo87.com>: > > Homesite era ótimo.
> Era?
> É.
> Verdade, poderia usar até hj sem problemas, mas perdi um backup com a
versao 4.0 que foi a ultima allaire 100%
> > Gif animator eu usei bastante tambem hehehe
> Eu usava um, não lembro mais o nome, que a cada 30 dias, expirava. Mas > como ele não fazia registros no Windows, era só reinstalar que eu > tinha mais 30 dias pra funfar.
> Nao era o ULEAD mesmo ? O meu expirava e tinha plugin pro fotoxópi. > Nunca fui Outlook, usei sempre o Eudora. Só larguei por causa do Gmail.
> Idem, alias só larguei o Eudora por causa de outro chamado Becky! e entao
2009/10/26 Israel Cefrin <israel.cef...@gmail.com>:
> Verdade, poderia usar até hj sem problemas, mas perdi um backup com a versao > 4.0 que foi a ultima allaire 100%
Andei batucando umas tags, usei o TopStyle mesmo. Que afinal de contas, na versão Pro, é o Homesite light.
> Nao era o ULEAD mesmo ? O meu expirava e tinha plugin pro fotoxópi.
Tinha o Ulead que otimizava as imagens. O stand alone do programa era uma lástima, mas o plug in do Photoshop, era uma mão motorizada e eletrônica na roda. Mas eu usava uma versão depreciada, pois as atuais, o plug in invocava o desprático stand alone.
Este que expirava e eu resinstalava, era pra animar GIF.
> 2009/10/26 Israel Cefrin <israel.cef...@gmail.com>: > > Verdade, poderia usar até hj sem problemas, mas perdi um backup com a > versao > > 4.0 que foi a ultima allaire 100%
Eu usava no meu primeiro estágio. Com o tempo, achei tão bacana que pensei em comprar uma licença pra usar em casa. Só desisti por achar que nao valia a pena torrar quase R$ 100 num programa que ia ser descontinuado, apesar de achá-lo tão bom.
Entrei agora no site da Adobe pra ver e as vendas não acontecem mais desde maio desse ano. * *
> * Existing customers are encouraged to consider the development * > *environment of Adobe® Dreamweaver® CS4 software.*
> 2009/10/26 Fabio Ortolan <fabio.orto...@gmail.com>: >> O XKCD esta fazendo uma singela homenagem ao futuro defunto Geociteis >> de corpo e codigo! Só faltou mesmo o "spacer.gif". >> http://xkcd.com/
> Homenagem justa.
> Imaginem o Twitter fechar as portas? Ou Blogspot*?
> É mais ou menos esta dimensão o fechamento do Geocities. Durante > muitos anos da internet em preto & branco, o Geocities foi o único > site a manjar que a descentralização era o mote da internet.
Hehe, tinha o Terravista tb, muito melhor pra quem na época entendia bulhufas de inglês. :P
Na realidade para a época hosts gratuitos de sites eram muito mais importante do que Twitter, Blogger ou mesmo Orkut, hj em dia se um acabar o pessoal vai correndo pra outros similares, coisa q era difícil naqueles tempos.
http://slate.com/id/2233723 How GeoCities Invented the Internet A garish collection of home pages paved the way for blogging, social networks, and the rest of Web 2.0.By Farhad ManjooPosted Tuesday, Oct. 27, 2009, at 5:04 PM ET
On Monday, Yahoo put GeoCities out of its misery<http://help.yahoo.com/l/us/yahoo/geocities/close/close-01.html>, shutting down the last remaining pages on one of the Web's original site-hosting services. It was an ignominious end—and some would say a fitting one <http://gawker.com/5390282/how-to-blow-35-billion>. Yahoo's $3.5 billion purchase of GeoCities in 1999 has been called one of the worst Internet acquisitions of all time<http://seekingalpha.com/article/21041-ten-worst-internet-acquisitions...>. After all, just look at those pages<http://www.buzzfeed.com/arcangel/geocities-top-ten>! Brimming with blinking, moving, garishly colored text and animated dancing cats, GeoCities made MySpace look like a bastion of elegance and restraint. Indeed, the surprising thing about GeoCities' closure was that it was still around. One of the fastest-growing sites in the 1990s—at the time of the Yahoo purchase, it was the third-most-visited property on the Web<http://money.cnn.com/1999/01/28/technology/yahoo_a/>—GeoCities hit hard times after the merger. Eventually, the "home page" fad was surpassed by blogs and social-networking sites—and the fact that you'd once set up a GeoCities page became an embarrassing confession rather than a sign of your early-adopter savvy.
But that narrative sells GeoCities short. Sure, the site was ugly, and, of course, Yahoo paid too much for it (though it must be said that those were Internet-boom billions paid out in inflated stock, not real money). But GeoCities deserves much more credit than we give it, because it was the first big venture built on what is now hailed as the defining feature of the Web 2.0 boom—"user-generated content."
The company's founding goal—to give everyone with Internet access a free place on the Web—sounds pretty mundane now. But GeoCities launched in 1995 (it was originally called Beverly Hills Internet), when there were just a few million people online. Back then, the idea that anyone would want to carve out his own space on this strange new medium—and that you could make money by letting people do so—bordered on crazy. (Two other free hosting companies—Tripod <http://www.tripod.lycos.com/> and Angelfire<http://www.angelfire.lycos.com/>—started up at around the same time, but they proved far less popular than GeoCities.) In an early press release<http://findarticles.com/p/articles/mi_m0EIN/is_1995_July_5/ai_17190114/>, David Bohnett, one of GeoCities' co-founders, hailed the idea this way: "This is the next wave of the net—not just information but habitation." Look past the tech-biz jargon, and his prediction is startlingly prescient. Today, few of us think of the Web as a simple source for information; it's also a place for dissemination, the place where we share life's most intimate details. In other words, it's for "habitation"—and GeoCities helped start that trend.
Even the fact that GeoCities inspired a lot of terrible Web design doesn't seem so terrible in retrospect. The site gave people tools to do amazing things with a few quick clicks—without much in the way of training, anyone could add music, animation, graphics, and other HTML wizardry. We can blame GeoCities retroactively for not exercising a little more control. But that's only because in the age of blogs, YouTube, and Twitter, we take for granted our power to broadcast anything to everyone. Put yourself back in 1996. Imagine you've just pitched your tent online, and you've been given a blank page and 15 megabytes to tell the world about yourself. Think about how intoxicating it must have been to be able to do that for the first time. Wouldn't you, too, have gone a little heavy on the blinky text?
Perhaps that intoxicating feeling explains why a lot of the pages on GeoCities seemed frozen in the gestational state, their most prominent feature some kind of wacky "under construction" graphic<http://www.donotenter.com/cool/ucgraphics/animated/index.htm>. After the thrill of setting up the site wore off, the creators seemed to get bored of the daily work of maintaining a home page. And what was the point, anyway? After all, it quickly became obvious that setting up a Web page wasn't a surefire way to find fame, wealth, or dates. That was especially true as more and more people came online, creating a glut of home pages. Now that everyone had one, no amount of flashing text could make your page stand out.
This sense of boredom likely accounts for GeoCities' eventual failure. The site came upon one of the chief ingredients of Web success—letting people put up their own stuff—but was missing what we've since learned is another key feature: a way to help people find an audience for their daily ramblings. The main difference between GeoCities and MySpace is the social network: Both sites let you indulge your creativity, but MySpace gave people a way to show off their pages to friends. On MySpace, your site was no longer shunted off to some little-traveled corner of the Web. Instead it was at the center of your friends' lives—and so there was some small reward to keep hacking away at it. At least, that was true when MySpace was hot, which is no longer the case<http://www.techcrunch.com/2009/02/12/looks-like-facebook-just-took-th...>—just like GeoCities, it lost cultural cachet to newer, better sites that came along after. In this way, too, GeoCities was a trailblazer, the first example of another reality of user-generated sites: They're extremely susceptible to faddism. You want a page on GeoCities or MySpace or whatever else only if other people are there too. As soon as the place becomes uncool (like, say, if people start calling you "GeoShitties<http://www.juicycerebellum.com/geo2.htm>"), everyone leaves in droves.
Could Yahoo have saved GeoCities? Probably not. It could certainly have done a better job keeping the site up to date, but even if Yahoo had added the sort of social-networking features that have since come along on the Web, GeoCities would never have lived down its late-1990s HTML excesses. It's likely that any attempt to revive it—to turn it into something like Facebook—would have seemed less savvy than sad, like a hair metal band coming back to do grunge. GeoCities was a pioneer, but it was firmly of its time and place. And for anyone looking to relive those glory days, there's always Angelfire<http://www.angelfire.com/scifi/realvampireking/index36.html> .
2009/10/26 Israel Cefrin <israel.cef...@gmail.com>
> Coisas que me marcaram e que hoje nao tem mais: homesite, gif animator pro, > windows NT (com problemas de driver das placas multimidia) e photoshop 4 com > apenas um UNDO (CTRL + Z) que virava REDO depois da primeira pressionada.
Esses dias falei pra alguém sobre o PS4 e seu único "Undo". Rolou uma cara espanto, só suplantada quando falei que também não haviam "blendings" e que era preciso fazer sombra de um jeito totalmente artesanal.
Acho que boa parte da tensão da minha mão direita é por causa da ferramenta de seleção livre. Não podia fazer bobagem ou tinah que refazer tudo...
> Esses dias falei pra alguém sobre o PS4 e seu único "Undo". Rolou uma cara > espanto, só suplantada quando falei que também não haviam "blendings" e que > era preciso fazer sombra de um jeito totalmente artesanal.
Pior que eu sou das antigas: Se eu preciso de um drop shadow, eu não deixo plug in fazer trabalho que é de homens.
Aldus Photostyler <http://www.flickr.com/photos/10505415@N00/3865687739>... Deixou çodade. Claro que ele era uma perfeita droga - por exemplo, layers, ele nem sequer chegou a ter. Mas quando a Adobe comprou a Aldus, nem seu Photoshop tinha, se mal me lembro. Canibalizaram a ferramenta, assim como o Page Maker.
Acho que junto tudo o defundo do netscape navigator 4 sua demora de 20 seg`s para abrir, alguem ai usava o trumpet para entrar na internet via alguma bbs ?, ah e o pentium mmx que liga até hoje. mas meu athlon tb+ não.
On Oct 28, 2009, at 3:52 PM, Khristofferson Silveira wrote:
> 2009/10/26 Israel Cefrin <israel.cef...@gmail.com>
> Coisas que me marcaram e que hoje nao tem mais: homesite, gif > animator pro, windows NT (com problemas de driver das placas > multimidia) e photoshop 4 com apenas um UNDO (CTRL + Z) que virava > REDO depois da primeira pressionada.
> Esses dias falei pra alguém sobre o PS4 e seu único "Undo". Rolou > uma cara espanto, só suplantada quando falei que também não haviam > "blendings" e que era preciso fazer sombra de um jeito totalmente > artesanal.
> Acho que boa parte da tensão da minha mão direita é por causa da > ferramenta de seleção livre. Não podia fazer bobagem ou tinah que > refazer tudo...
Renato Elias Web Developer +55 11 76943872 renato.el...@gmail.com
> 2009/10/28 Khristofferson Silveira <k.a.silve...@gmail.com>:
> > Esses dias falei pra alguém sobre o PS4 e seu único "Undo". Rolou
> uma cara
> > espanto, só suplantada quando falei que também não haviam
> "blendings" e que
> > era preciso fazer sombra de um jeito totalmente artesanal.
> Pior que eu sou das antigas: Se eu preciso de um drop shadow, eu não
> deixo plug in fazer trabalho que é de homens.
> Aldus Photostyler... Deixou çodade. Claro que ele era uma perfeita
> droga - por exemplo, layers, ele nem sequer chegou a ter. Mas quando
> a Adobe comprou a Aldus, nem seu Photoshop tinha, se mal me lembro.
> Canibalizaram a ferramenta, assim como o Page Maker.
João Vagner
São Paulo: +55 011 2893-5722
+55 011 3717 3148
FAX: +55 011 2893-5725
2009/10/28 João Vagner Brito de Medeiros <joao.vag...@gmail.com>:
> Dagramar qualquer coisa no pagemaker solicitava antes um sacrificio humano, > derramamento de sangue, "O Coisinha tao ruinzinha do Pai".
O que temos aqui? Um infiel?
O Page Maker era meu amigo imaginário no departamento de arte. Só eu o via e interagia com ele. Enquanto todos me achavam louco de pedra por fazê-lo.
E estes que me acusavam usavam o CorelDRAW para paginar. Enquanto eu podia justificar minhas colunas sem rios ou viúvas, eles ficavam lá, colocando o texto em L (alinhado pela esquerda) dizendo que "era parte do design" - que nada, era só porque o modo J do Corel era uma droga.
> 2009/10/28 João Vagner Brito de Medeiros <joao.vag...@gmail.com>: >> Dagramar qualquer coisa no pagemaker solicitava antes um sacrificio humano, >> derramamento de sangue, "O Coisinha tao ruinzinha do Pai".
> O que temos aqui? Um infiel?
> O Page Maker era meu amigo imaginário no departamento de arte. Só eu o > via e interagia com ele. Enquanto todos me achavam louco de pedra por > fazê-lo.
> E estes que me acusavam usavam o CorelDRAW para paginar. Enquanto eu > podia justificar minhas colunas sem rios ou viúvas, eles ficavam lá, > colocando o texto em L (alinhado pela esquerda) dizendo que "era parte > do design" - que nada, era só porque o modo J do Corel era uma droga.
Usar Page Maker tinha uma séria dificuldade: era precisa saber o que estava fazendo. Eu importava texto gerado pelo PHP a partir de um banco de dados usando uma linguagem de marcação de estilos (o que é estilo mesmo?) própria do Page Maker. -- Marco de Freitas
Essas coisas existem ainda, sao os scripts que podem ser feitos pelo illustrator, Indesign, etc.
On 30/10/2009, at 04:02, Marco wrote:
> Usar Page Maker tinha uma séria dificuldade: era precisa saber o que > estava fazendo. > Eu importava texto gerado pelo PHP a partir de um banco de dados > usando uma > linguagem de marcação de estilos (o que é estilo mesmo?) própria do > Page Maker. > -- > Marco de Freitas
João Vagner São Paulo: +55 011 2893-5722 +55 011 3717 3148 FAX: +55 011 2893-5725
> O Page Maker era meu amigo imaginário no departamento de arte. Só eu o > via e interagia com ele. Enquanto todos me achavam louco de pedra por > fazê-lo.
Você sempre foi, só falta você perceber isso =P
João Vagner São Paulo: +55 011 2893-5722 +55 011 3717 3148 FAX: +55 011 2893-5725