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> Concordo com a crítica, mas pera lá... tem gente que estuda mesmo > trabalhando 9 horas por dia!
Cada um terá seu fardo, por mais que uma tal de CLT bote ordem na casa.
Mas parte da responsabilidade do empregador que isto não aconteça. Do empregado, principalmente quem está começando, não se importa nem que dentro de suas funções, inclua limpar as vidraças externas do escritório no vigésimo andar.
Não que eu seja defensor do CLT, coisa criada no século passado. Mas lamento pelo mercado aonde empresas (Não que seja o caso da empresa acima, só estou falando de uma recorrência comum nos segmentos de comunicação) com demanda para profissionais, e insistir em achar que um estagiário dará conta. Se não investe adequadamente, o retorno que não acontece recairá em um monte de inocente, como "a internet não tem viabilidade financeira", mas não da estratégia inadequada de contratação.
Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6
horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de
mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é
destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
> 2009/10/26 Marcio Ghiraldelli <marcio...@gmail.com>:
>> Concordo com a crítica, mas pera lá... tem gente que estuda mesmo
>> trabalhando 9 horas por dia!
> E tem gente que trabalha 16 horas por dia e nem por isso é certo.
> Acontecer não significa que devemos defender que continue acontecendo.
> Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6 > horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de > mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é > destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
Por que o Google ou Twitter não nasceu por aqui?
Mentalidade. Gostamos de ter emprego. Nunca, ter trabalho.
Pessoal que inventa a internet trabalha 27 hora por dia, 8 dias por semana. Não apenas a casa de máquinas, mas toda a equipe. É o que dizem de 5% de inspiração, e o resto, transpiração.
Emprego é aquela regalia com trocentos direitos resguardados por um código trabalhista do tempo do onço, dos programas de rádio e aonde Getúlio Vargas não era nome de avenida. Trabalho, é o que produz coisas.
Percebi que as duas são distintas depois que passei pela experiência de recrutamento. O pessoal estava mais interessado em emprego do que em trabalho. Tanto que no período no qual estavam desempregados, não faziam trabalho algum.
(Ah, sejam francos: Quantos vocês não conhecem que usam salário desemprego como férias? E esperam o fim do benefício para sair a caça de outra colocação? E se acham um emprego antes, pede para deter a assinatura da carteira, para conjugar o recebimento do salário e do benefício?)
> Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6
> horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de
> mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é
> destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
> > 2009/10/26 Marcio Ghiraldelli <marcio...@gmail.com>:
> >> Concordo com a crítica, mas pera lá... tem gente que estuda mesmo
> >> trabalhando 9 horas por dia!
> > E tem gente que trabalha 16 horas por dia e nem por isso é certo.
> > Acontecer não significa que devemos defender que continue acontecendo.
> Mas a vaga anunciada não é de trabalho, mas de estágio, que > teoricamente serve pro cara aprender, não pra trabalhar como um > profissional formado.
Mas infelizmente não é o que acontece... já passei por um "estágio" assim e era fogo, pra não dizer que era foda, o pessoal abuzava muito, e se você não soubesse alguma coisa que te pediam, tinha que ouvir desaforo ainda por cima...
-- Guilherme Moreira
Designer e desenvolvedor web
+55 11 8842-3204
www.guilhermemoreira.com.br cont...@guilhermemoreira.com.br
>> Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6
>> horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de
>> mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é
>> destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
>> > 2009/10/26 Marcio Ghiraldelli <marcio...@gmail.com>:
>> >> Concordo com a crítica, mas pera lá... tem gente que estuda mesmo
>> >> trabalhando 9 horas por dia!
>> > E tem gente que trabalha 16 horas por dia e nem por isso é certo.
>> > Acontecer não significa que devemos defender que continue acontecendo.
> E o cara quer aprender, desde que por poucas horas... é isso?
Se ele é estagiário, supõe-se que já esteja estudando. Então o "trabalho" na empresa é para complementar a formação que ele já tem na faculdade, não para trabalhar como alguém já formado.
> > Mas a vaga anunciada não é de trabalho, mas de estágio, que > > teoricamente serve pro cara aprender, não pra trabalhar como um > > profissional formado. > Mas infelizmente não é o que acontece... já passei por um "estágio" > assim e era fogo, pra não dizer que era foda, o pessoal abuzava muito, e > se você não soubesse alguma coisa que te pediam, tinha que ouvir > desaforo ainda por cima...
Isso já me aconteceu também. Exatamente por isso fiz de tudo pra migrar da área de design para outra área, a de produção e gerenciamento de conteúdo. Não me cobram trocentas coisas absurdas, conhecimentos que, pelo ano de estudo (que eles mesmo especificaram na procura pelos candidatos) não tem como ter ainda (e que nem fazia parte da lista de exigências). E eu também não sou mais contratada para teóricas 4 horas que na prática acabam virando 12 ou até mais, sacrificando finais de semana, porque o prazo tá estourando, ou por ter alguém mudado de idéia no meio do caminho e ter mudado tudo, ou por terem me passado um trabalho que somente um profissional com experiência poderia executar em tempo hábil, e não um estagiário.
1. A vaga anunciada foi de estágio.
2. NÃO foi exigido nível de experiência.
3. As áreas de conhecimento mencionadas informam ao candidato que tipo
de tecnologia ele irá encontrar.
4. A vaga está disponível para qualquer estudante que sinta-se
confortável com as tecnologias mencionadas.
Como qualquer processo de seleção, será escolhido o candidato que
apresentar o perfil mais compatível com a cultura da empresa.
Estou à disposição para esclarecer qualquer dúvida acerca da vaga.
Abraço.
On Oct 26, 5:02 pm, Thiago Montini <thiagomont...@gmail.com> wrote:
> > Mas a vaga anunciada não é de trabalho, mas de estágio, que teoricamente
> > serve pro cara aprender, não pra trabalhar como um profissional formado.
> >> Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6
> >> horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de
> >> mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é
> >> destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
> >> > 2009/10/26 Marcio Ghiraldelli <marcio...@gmail.com>:
> >> >> Concordo com a crítica, mas pera lá... tem gente que estuda mesmo
> >> >> trabalhando 9 horas por dia!
> >> > E tem gente que trabalha 16 horas por dia e nem por isso é certo.
> >> > Acontecer não significa que devemos defender que continue acontecendo.
Pessoal no Brasil gosta de emprego, basta olhar os milhares de inscritos em concursos públicos. Nos EUA emprego público é para fracassados. Aqui o povo acha que é vantagem e chama de ESTABILIDADE, mas na verdade é ESTAGNAÇÃO.
Pronto, só preciso sentar nessa cadeira e esperar meu salário no final do mês.
> 2009/10/26 Cleber Gouvêa <cleb...@gmail.com>: > > Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6 > > horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de > > mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é > > destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
> Por que o Google ou Twitter não nasceu por aqui?
> Mentalidade. Gostamos de ter emprego. Nunca, ter trabalho.
> Pessoal que inventa a internet trabalha 27 hora por dia, 8 dias por > semana. Não apenas a casa de máquinas, mas toda a equipe. É o que > dizem de 5% de inspiração, e o resto, transpiração.
> Emprego é aquela regalia com trocentos direitos resguardados por um > código trabalhista do tempo do onço, dos programas de rádio e aonde > Getúlio Vargas não era nome de avenida. Trabalho, é o que produz > coisas.
> Percebi que as duas são distintas depois que passei pela experiência > de recrutamento. O pessoal estava mais interessado em emprego do que > em trabalho. Tanto que no período no qual estavam desempregados, não > faziam trabalho algum.
> (Ah, sejam francos: Quantos vocês não conhecem que usam salário > desemprego como férias? E esperam o fim do benefício para sair a caça > de outra colocação? E se acham um emprego antes, pede para deter a > assinatura da carteira, para conjugar o recebimento do salário e do > benefício?)
> Pessoal no Brasil gosta de emprego, basta olhar os milhares de inscritos em
> concursos públicos. Nos EUA emprego público é para fracassados. Aqui o povo
> acha que é vantagem e chama de ESTABILIDADE, mas na verdade é ESTAGNAÇÃO.
> Pronto, só preciso sentar nessa cadeira e esperar meu salário no final do
> mês.
>> 2009/10/26 Cleber Gouvêa <cleb...@gmail.com>:
>> > Ok, mas duvido muito q alguém vá conseguir alguma coisa trabalhando 6
>> > horas por dia e contando no relógio esse tempo. Devido a este tipo de
>> > mentalidade q o Brasil embora tenha mão-de-obra super qualificada ñ é
>> > destaque mundial na criação de startups pra web, por exemplo.
>> Por que o Google ou Twitter não nasceu por aqui?
>> Mentalidade. Gostamos de ter emprego. Nunca, ter trabalho.
>> Pessoal que inventa a internet trabalha 27 hora por dia, 8 dias por
>> semana. Não apenas a casa de máquinas, mas toda a equipe. É o que
>> dizem de 5% de inspiração, e o resto, transpiração.
>> Emprego é aquela regalia com trocentos direitos resguardados por um
>> código trabalhista do tempo do onço, dos programas de rádio e aonde
>> Getúlio Vargas não era nome de avenida. Trabalho, é o que produz
>> coisas.
>> Percebi que as duas são distintas depois que passei pela experiência
>> de recrutamento. O pessoal estava mais interessado em emprego do que
>> em trabalho. Tanto que no período no qual estavam desempregados, não
>> faziam trabalho algum.
>> (Ah, sejam francos: Quantos vocês não conhecem que usam salário
>> desemprego como férias? E esperam o fim do benefício para sair a caça
>> de outra colocação? E se acham um emprego antes, pede para deter a
>> assinatura da carteira, para conjugar o recebimento do salário e do
>> benefício?)