Visualizar página "ACRÓSTICO "HOSEIDE" - Por Silvia Araujo Mota - Homens e mulheres sensíveis e idealistas - E agora, com a posse do conhecimento - Potencialidade para transformar o mundo na Infoera - Jovens elegendo Barack Obama confirmam previsão de uma grande "explosão" no seio da humanidade - Nova ordem mundial !!"
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Assunto: Visualizar página "ACRÓSTICO "HOSEIDE" - Por Silvia Araujo Mota - Homens e mulheres sensíveis e idealistas - E agora, com a posse do conhecimento - Potencialidade para transformar o mundo na Infoera - Jovens elegendo Barack Obama confirmam previsão de uma grande "explosão" no seio da humanidade - Nova ordem mundial !!"
Ontem, 4 de novembro de 2008, o povo dos Estados Unidos ingressou
historicamente na INFOERA, a era do conhecimento. Agora, com Obama na
presidência, certamente tomarão os primeiros passos para assumirem seu
importante papel de inspirar (e não controlar) os destinos da
humanidade. E foram os jovens desta jovem nação que decisivamente
deram o voto mais que minerva...."
Assunto: Re: Visualizar página "ACRÓSTICO "HOSEIDE" - Por Silvia Araujo Mota - Homens e mulheres sensíveis e idealistas - E agora, com a posse do conhecimento - Potencialidade para transformar o mundo na Infoera - Jovens elegendo Barack Obama confirmam previsão de uma grande "explosão" no seio da humanidade - Nova ordem mundial !!"
Costumo associar a percepção de mudança à alguma manifestação de
nossa ignorância. Traduzindo: Se você me afirmasse que alguém mudou,
diria que é mais provável que você não a conhecesse muito bem do que,
de fato, essa pessoa haver mudado. E diria isso não por descrer na
possibilidade de uma pessoa haver mudado, mas por ter ciência de que
sempre é mais conveniente dizer que uma pessoa mudou, a aceitar nossos
próprios erros de julgamento.
Por exemplo, imagine que você faça uma idéia negativa e completamente
equivocada sobre Sônia, e nas poucas vezes que teve oportunidade de
estar com ela você procurou e encontrou indícios de que estava certo
em seu julgamento. Para piorar, digamos que por características de
grupo e preconceitos em comum, as impressões que você tem de Sônia são
similares às de várias pessoas de seu convívio. Se a partir de algum
momento as atitudes de Sônia passam a surpreender-lhe, de forma
positiva, e, por força dos fatos, você e várias pessoas começassem a
vê-la de outra forma, dificilmente lhe passaria pela mente que você e
a maioria das pessoas ao seu redor cometeram algum erro, que seu
julgamento desde o início havia sido precipitado e/ou mal
fundamentado. Em vez disso, você simplesmente afirmaria: “Sônia
mudou”.
Agora tente se colocar no lugar de Sônia. Imagine quão estranho seria
para ela ouvir, entre uma conversa e outra, que ela havia mudado; ou
pior, ouvir alguém comunicar-lhe em primeira mão o motivo da “mudança”
dela. Talvez ela se perguntasse: O que leva essa gente a crêr que me
conhece o suficiente a ponto de sentir-se à vontade para afirmar que
eu mudei? Por que eles crêem que eu mudei por essa razão e não por
outra qualquer?
Acredito que a reação de Sônia não seria muito diferente da reação de
um estadunidense que, porventura, viesse a saber através de “Nota
preliminar ao acróstico 'Heseide'” que, ao eleger Back Obama como
presidente, ele havia acabado de entrar na INFOERA!!! A era do
conhecimento! Que, definitivamente, não apenas ele, como eleitor,
havia amadurecido, mas todo seu “povo”, o “povo dos Estados Unidos”.
Saliento, no entanto, o que no meu entender é uma diferença
importante entre o caso de Sônia e o do Estadunidense. No caso de
Sônia, apontamos-lhe uma “mudança” principalmente por termos
dificuldade em aceitarmos nossa ignorância, já no caso do
Estadunidense, a “mudança” da qual ele faria parte, me parece, mais
que qualquer outra coisa, resultado de uma forte manifestação de
desejo: O desejo de uma nova Era para o mundo.
Se, por um lado, não acredito que os Estados Unidos tenham mudado,
por outro, não duvido que Barack Obama possa construir uma imagem
diferente do país, só não acredito que essa nova imagem seria um
produto de uma evolução espiritual ou algo do gênero. Caso essa
mudança de imagem venha realmente a ocorrer, me pareceria mais sensato
afirmar apenas que foi pelo fato dos Estados Unidos haverem passado a
se mostrar ao mundo sob um novo ângulo. E se antes não havíamos
percebido os Estados Unidos por aquele ângulo foi mais pela nossa
ignorância do que por qualquer mudança real que tenha de fato afetado
todo um país.
Por fim, quero dizer que não ignoro que o principal argumento de
“Nota preliminar ao acróstico 'Heseide'”, para justificar a crença na
“mudança”dos Estados Unidos, tenha sido o aumento do número de votos
de jovens, e se peco por não explicar porque esse argumento me parece
fraco é porque essa explicação não seria nada óbvia e esse texto já
vai por demais extenso.
Até uma próxima!
Assunto: Re: Visualizar página "ACRÓSTICO "HOSEIDE" - Por Silvia Araujo Mota - Homens e mulheres sensíveis e idealistas - E agora, com a posse do conhecimento - Potencialidade para transformar o mundo na Infoera - Jovens elegendo Barack Obama confirmam previsão de uma grande "explosão" no seio da humanidade - Nova ordem mundial !!"
Muito obrigado pelas suas ponderadas críticas. O que você comentou
está ligado diretamente à questão dos conteúdos de mídia serem ou não
tendenciosos. Na verdade parece-me que todos os meios de comunicação
são tendenciosos, desde que todos são embasados em alguma forma de
posicionamento filosófico, político ou religioso.
Tenho por costume, quando vou escrever algo a respeito de assuntos que
considero importantes, aguardar vários dias à espera dos momentos em
que a inspiração e o raciocínio aclaram vários pontos incompletos ou
duvidosos, pois percebo que eles existem em minha mente. Esta resposta
está sendo pensada enquanto é escrita e é, portanto, plenamente
susceptível de erros de interpretações e conceitos pelo motivo do
exíguo tempo dedicado a esta atividade.
Os jornalistas, e mesmo as pessoas em geral em suas interpretações,
podem pecar por expor apressadamente fatos, especialmente quando
seguidos de comentários. Por mais que determinada instituição,
jornalista ou escritor queira se expor de forma independente e
imparcial, não o conseguirá por completo, tanto por suas idéias pré-
estabelecidas, por seu limite em reconhecer estas idéias como também,
em muitos casos, pela incauta pressa em manifestar estas mesmas
idéias. Você muito bem expôs esta realidade condicionante.
Parece óbvio a transmissão subliminar de sentidos e opiniões através
da emissão de julgamentos precipitados ou não. No caso em discussão,
você esclareceu que é bem possível eu ter manifestado um pré-
julgamento de que o povo dos Estados Unidos não havia, até a eleição
de Obama, entrado na era do conhecimento. Foram palavras fortes, porém
inspiradas nas próprias ações do governo anterior - pressupondo-se um
governo que representava a maioria dos cidadãos estadunidenses.
Desnecessário se faz relacionar as políticas dissonantes adotadas pelo
governo dos Estados Unidos em relação à questões internacionais e
ambientais. Neste sentido é que pré-julguei que o povo norte americano
somente agora ingressou na era do conhecimento - o conhecimento que
leva à inovação, ao respeito mútuo, à liberdade, à solidariedade e à
conciência da cidadania mundial. Bem sei que muitos destes valores
foram prioridades dos estadunidenses, porém eles pecaram por restringi-
los à sua pátria. Felizmente vimos, agora, os Estados Unidos sob um
novo ângulo, manifestado na intensidade e no tempo adequados e
condizente com, certamente, as opiniões da maioria do povo norte
americano.
Creio que o inusitado comparecimento dos jovens foi , realmente, "um
voto mais que minerva", pois embora a vitória de Obama tenha
ultrapassado os 10%, o total dos votos dos jovens deve ter chegado aos
25%. Ademais, eleitores adultos que expressaram "sensibilidade,
idealismo e conhecimento" em relação aos problemas internos e externos
encaixaram-se perfeitamente no conceito de "Hoseide". Enfim, estamos
acordados !! E eles, no sentido da representação de seu presidente,
acordaram para a nova era !!....Espera-se !!....Com políticas que se
sintonizem com as aspirações de um mundo que deseja ardentemente a
paz, com a possibilidade dos povos continuarem a viver no planeta
terra e com a consciência de que as nações não tem outro caminho a não
ser se unirem em torno de um governo realmente imparcial. É o que
precisamos, ou o que desejamos - conforme você opinou(desejos), ou
seriam utopismos não merecedores de crédito ?....
Abraços,
Luiz.
Complementando : Fico feliz por sua atuante participação. Você tem a
qualidade de um analista da psicologia pessoal e certamente da social.
Os ramos do conhecimento "filosofia", "psicologia" e outros ainda não
possuem um grupo exclusivo nos Grupos-Ambiente. Por isto são
direcionados ao grupo Ambiente Social. Convido-o a participar também
neste grupo :
http://groups.google.com/groups/ambientesocial Ou, na pesquisa do Google, digite : "grupo google ambiente social".
On 8 nov, 22:05, Acrítico <jefersonaraujoal...@yahoo.com.br> wrote:
> Costumo associar a percepção de mudança à alguma manifestação de
> nossa ignorância. Traduzindo: Se você me afirmasse que alguém mudou,
> diria que é mais provável que você não a conhecesse muito bem do que,
> de fato, essa pessoa haver mudado. E diria isso não por descrer na
> possibilidade de uma pessoa haver mudado, mas por ter ciência de que
> sempre é mais conveniente dizer que uma pessoa mudou, a aceitar nossos
> próprios erros de julgamento.
> Por exemplo, imagine que você faça uma idéia negativa e completamente
> equivocada sobre Sônia, e nas poucas vezes que teve oportunidade de
> estar com ela você procurou e encontrou indícios de que estava certo
> em seu julgamento. Para piorar, digamos que por características de
> grupo e preconceitos em comum, as impressões que você tem de Sônia são
> similares às de várias pessoas de seu convívio. Se a partir de algum
> momento as atitudes de Sônia passam a surpreender-lhe, de forma
> positiva, e, por força dos fatos, você e várias pessoas começassem a
> vê-la de outra forma, dificilmente lhe passaria pela mente que você e
> a maioria das pessoas ao seu redor cometeram algum erro, que seu
> julgamento desde o início havia sido precipitado e/ou mal
> fundamentado. Em vez disso, você simplesmente afirmaria: “Sônia
> mudou”.
> Agora tente se colocar no lugar de Sônia. Imagine quão estranho seria
> para ela ouvir, entre uma conversa e outra, que ela havia mudado; ou
> pior, ouvir alguém comunicar-lhe em primeira mão o motivo da “mudança”
> dela. Talvez ela se perguntasse: O que leva essa gente a crêr que me
> conhece o suficiente a ponto de sentir-se à vontade para afirmar que
> eu mudei? Por que eles crêem que eu mudei por essa razão e não por
> outra qualquer?
> Acredito que a reação de Sônia não seria muito diferente da reação de
> um estadunidense que, porventura, viesse a saber através de “Nota
> preliminar ao acróstico 'Heseide'” que, ao eleger Back Obama como
> presidente, ele havia acabado de entrar na INFOERA!!! A era do
> conhecimento! Que, definitivamente, não apenas ele, como eleitor,
> havia amadurecido, mas todo seu “povo”, o “povo dos Estados Unidos”.
> Saliento, no entanto, o que no meu entender é uma diferença
> importante entre o caso de Sônia e o do Estadunidense. No caso de
> Sônia, apontamos-lhe uma “mudança” principalmente por termos
> dificuldade em aceitarmos nossa ignorância, já no caso do
> Estadunidense, a “mudança” da qual ele faria parte, me parece, mais
> que qualquer outra coisa, resultado de uma forte manifestação de
> desejo: O desejo de uma nova Era para o mundo.
> Se, por um lado, não acredito que os Estados Unidos tenham mudado,
> por outro, não duvido que Barack Obama possa construir uma imagem
> diferente do país, só não acredito que essa nova imagem seria um
> produto de uma evolução espiritual ou algo do gênero. Caso essa
> mudança de imagem venha realmente a ocorrer, me pareceria mais sensato
> afirmar apenas que foi pelo fato dos Estados Unidos haverem passado a
> se mostrar ao mundo sob um novo ângulo. E se antes não havíamos
> percebido os Estados Unidos por aquele ângulo foi mais pela nossa
> ignorância do que por qualquer mudança real que tenha de fato afetado
> todo um país.
> Por fim, quero dizer que não ignoro que o principal argumento de
> “Nota preliminar ao acróstico 'Heseide'”, para justificar a crença na
> “mudança”dos Estados Unidos, tenha sido o aumento do número de votos
> de jovens, e se peco por não explicar porque esse argumento me parece
> fraco é porque essa explicação não seria nada óbvia e esse texto já
> vai por demais extenso.
> Até uma próxima!