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Mensagem sobre o tópico VÁRIOS ARTIGOS SOBRE AS ATIVIDADES SOLARES E O AQUECIMENTO GLOBAL - Próxima era glacial ? - Compensaria o aquecimento global ? - Imprevisibilidade de macro-sistemas - Consequências desastrosas do aquecimento planetário.

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Cc: =?utf-8?B?QW1iaWVudGUgQ2llbnTDrWZpY28=?= <ambientecientifico1@googlegroups.com>,
  grupo Jornal dos Grupos-Ambiente <jornaldosgruposambiente@googlegroups.com>,
  =?utf-8?B?Z3J1cG8gQW1iaWVudGUgRWNvbMOzZ2ljbw==?= <ambienteecologico@googlegroups.com>
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--- Em sex, 12/6/09, Sellen Kalab e=C2=A0Ricardo D=C3=A0gnone=C2=A0< enviar=
am :

ESTAMOS DIANTE DE UMA PARADA PROLONGADA DAS ATIVIDADES SOLARES ?


=C2=A0

Uma parada prolongada na atividade solar levou os astrof=C3=ADsicos a dedic=
ar aten=C3=A7=C3=A3o especial aos seus telesc=C3=B3pios para determinar o q=
ue o Sol far=C3=A1 a seguir - e de que maneira o clima da Terra pode respon=
der.=20
O Sol vem apresentando seu menor n=C3=ADvel de atividade em d=C3=A9cadas e =
sua menor luminosidade em 100 anos. A pausa solar faz com que alguns cienti=
stas tomem como paralelo a Pequena Era Glacial, um per=C3=ADodo de frio inc=
omum na Europa e na Am=C3=A9rica do Norte que se estendeu de 1300 a 1850.=
=20
O per=C3=ADodo mais frio da Pequena Era Glacial, entre 1645 e 1715, est=C3=
=A1 conectado a uma profunda queda nas tempestades solares conhecida como =
=E2=80=9CM=C3=ADnimo de Maunder=E2=80=9D. Durante aquele per=C3=ADodo, o ac=
esso =C3=A0 Groenl=C3=A2ndia esteve em larga medida bloqueado pelo gelo, e =
os canais holandeses costumavam se congelar completamente. As geleiras nos =
Alpes engoliam aldeias inteiras, e o gelo no mar se adensou a tal ponto que=
 n=C3=A3o existia mar aberto em torno da Isl=C3=A2ndia em 1695.=20
Mas os pesquisadores est=C3=A3o em guarda contra a possibilidade de que sua=
s preocupa=C3=A7=C3=B5es sobre uma nova era fria sejam mal interpretadas.=
=20
=E2=80=9COs c=C3=A9ticos quanto ao aquecimento global tendem a se precipita=
r=E2=80=9D, disse Mike Lockwood, um f=C3=ADsico especialista nos efeitos do=
 Sol sobre a Terra, da Universidade de Southampton, no Reino Unido. Ele e o=
utros pesquisadores decidiram, portanto, conduzir uma =E2=80=9Cnega=C3=A7=
=C3=A3o preventiva=E2=80=9D quanto a um m=C3=ADnimo solar que levaria a um =
resfriamento global.=20
Mesmo que a atual pausa solar seja o in=C3=ADcio de um per=C3=ADodo prolong=
ado de baixa atividade, dizem os cientistas, os efeitos da estrela sobre o =
clima empalidecer=C3=A3o em contraste com a influ=C3=AAncia dos gases gerad=
os por atividade humana e causadores do efeito-estufa.=20
=E2=80=9CAcredito que seja preciso ter em mente que o di=C3=B3xido de carbo=
no est=C3=A1 em n=C3=ADvel entre 50% e 60% superior ao normal, enquanto o d=
ecl=C3=ADnio na atividade solar =C3=A9 da ordem de menos de 1%=E2=80=9D, di=
sse Lockwood. =E2=80=9CCreio que isso deva ajudar a manter as coisas em per=
spectiva=E2=80=9D.=20
Mesmo assim, acrescentou, pequenas varia=C3=A7=C3=B5es no brilho do sol s=
=C3=A3o mais poderosas do que as mudan=C3=A7as na contribui=C3=A7=C3=A3o do=
 efeito-estufa. Por exemplo, uma varia=C3=A7=C3=A3o de 50% no brilho do Sol=
 poderia representar a extin=C3=A7=C3=A3o da vida na Terra.=20
H=C3=A1 centenas de anos os cientistas v=C3=AAm registrando o n=C3=BAmero o=
bserv=C3=A1vel de manchas solares como maneira de acompanhar os ciclos de a=
tividade solar, cuja dura=C3=A7=C3=A3o m=C3=A9dia =C3=A9 de 11 anos. As man=
chas solares, que podem ser vis=C3=ADveis sem telesc=C3=B3pio, s=C3=A3o reg=
i=C3=B5es escuras que indicam intensa atividade magn=C3=A9tica na superf=C3=
=ADcie do Sol Tempestades solares como essas enviam ondas de part=C3=ADcula=
s dotadas de carga el=C3=A9trica, capazes de prejudicar sat=C3=A9lites e at=
=C3=A9 mesmo derrubar redes el=C3=A9tricas.=20
No atual ciclo, 2008 deveria ter sido o ponto mais baixo, e este ano as man=
chas celulares deveriam ter come=C3=A7ado a mostrar avan=C3=A7os. Mas nos p=
rimeiros 90 dias de 2009, 78 n=C3=A3o apresentaram manchas solares. Os pesq=
uisadores tamb=C3=A9m disseram que o brilho do sol =C3=A9 o menos intenso d=
os =C3=BAltimos 100 anos.=20
O M=C3=ADnimo de Maunder correspondeu a uma profunda parada nas atividades =
das manchas solares - os astr=C3=B4nomos da era registraram apenas 50 delas=
 em um per=C3=ADodo de 30 anos. Caso o Sol entre em depress=C3=A3o semelhan=
te, pelo menos um modelo preliminar sugeriu que pontos frios poderiam surgi=
r em diversos locais da Europa, Estados Unidos e Sib=C3=A9ria.=20
No evento anterior, por=C3=A9m, muitas partes do mundo passaram sem efeitos=
, disse Jeffrey Hall, astr=C3=B4nomo e diretor associado do Observat=C3=B3r=
io Lowell, em Flagstaff, Arizona. =E2=80=9CAt=C3=A9 mesmo um m=C3=ADnimo in=
tenso como aquele n=C3=A3o exerceu atividade mundial=E2=80=9D, ele disse.=
=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
Inc=C3=B3gnitas e incertezas=20
=C2=A0=20
As mudan=C3=A7as na atividade solar podem afetar a Terra de outras maneiras=
, al=C3=A9m disso. Por exemplo, a radia=C3=A7=C3=A3o ultravioleta emitida p=
elo Sol n=C3=A3o est=C3=A1 se reduzindo da mesma maneira que nos m=C3=ADnim=
os visuais do passado.=20
=E2=80=9CA luz vis=C3=ADvel n=C3=A3o varia tanto assim, mas a ultravioleta =
vaia em 20%, e os raios-X podem variar por um de 10=E2=80=B3, disse Hall. =
=E2=80=9CO que n=C3=A3o compreendemos t=C3=A3o nem =C3=A9 o impacto dessa i=
rradia=C3=A7=C3=A3o espectral diferenciada=E2=80=9D.=20
A radia=C3=A7=C3=A3o solar ultravioleta, por exemplo, afeta mais as camadas=
 superiores da atmosfera terrestre, onde os efeitos s=C3=A3o menos percept=
=C3=ADveis para os seres humanos. Mas alguns pesquisadores suspeitam que es=
ses efeitos possam influenciar camadas mais baixas, que t=C3=AAm papel na f=
orma=C3=A7=C3=A3o do clima. Em termos gerais, as pesquisas mais recentes v=
=C3=AAm definindo uma situa=C3=A7=C3=A3o sob a qual o Sol tem influ=C3=AAnc=
ia ligeiramente superior =C3=A0 prevista por teorias do passado, no que tan=
ge ao clima terrestre.=20
Inc=C3=B3gnitas atmosf=C3=A9ricas como a radia=C3=A7=C3=A3o ultravioleta po=
dem ser parte da explica=C3=A7=C3=A3o, segundo Lockwood. Enquanto isso, ele=
 e outros especialistas acautelam contra contar com pausas solares futuras =
como forma de mitigar o aquecimento global.=20
=E2=80=9CExistem muitas incertezas=E2=80=9D, disse Jos=C3=A9 Abreu, estudan=
te de doutorado no Eawag, o instituto de estudos do clima do governo su=C3=
=AD=C3=A7o. N=C3=A3o sabemos at=C3=A9 que ponto o clima =C3=A9 sens=C3=ADve=
l =C3=A0s altera=C3=A7=C3=B5es na intensidade do Sol. Em minha opini=C3=A3o=
, melhor n=C3=A3o brincar com aquilo que desconhecemos=E2=80=9D.=20
Espessas camadas de gelo cobririam a maior parte do hemisf=C3=A9rio norte d=
aqui a milhares de anos - se n=C3=A3o fosse por n=C3=B3s inoportunos seres =
humanos, diz um novo estudo.=20
A emiss=C3=A3o de gases do efeito estufa - como di=C3=B3xido de carbono, ou=
 CO2, que vem de usinas energ=C3=A9ticas e carros - est=C3=A1 aquecendo a a=
tmosfera tanto que a pr=C3=B3xima era glacial, prevista para ser a mais int=
ensa em milh=C3=B5es de anos, pode ser adiada indefinidamente. =E2=80=9COs =
c=C3=A9ticos do clima poderiam olhar para isso e dizer, CO2 =C3=A9 bom para=
 n=C3=B3s,=E2=80=9D disse o l=C3=ADder do estudo Thomas Crowley da Universi=
dade de Edimburgo, Esc=C3=B3cia. Mas a id=C3=A9ia de que o aquecimento glob=
al pode estar protelando uma era glacial =E2=80=9Cn=C3=A3o =C3=A9 motivo pa=
ra relaxarmos, porque na verdade estamos caminhando para um estado clim=C3=
=A1tico altamente incomum,=E2=80=9D Crowley acrescentou. Dentro de 10 mil a=
 100 mil anos, as camadas de gelo =E2=80=9Cpermanentes=E2=80=9D, como as da=
 Ant=C3=A1rtica, envolveriam a maior parte do Canad=C3=A1, Europa e =C3=81s=
ia.=20
=E2=80=9CAcredito que os n=C3=ADveis (de di=C3=B3xido de carbono) atuais s=
=C3=A3o provavelmente suficientes para impedir que isso ocorra algum dia,=
=E2=80=9D disse Crowley, cujo estudo aparecer=C3=A1 amanh=C3=A3 na revista =
Nature.=20
Camadas de gelo permanentes?
Nos =C3=BAltimos tr=C3=AAs milh=C3=B5es de anos, o clima da Terra passou po=
r dezenas de eras glaciais, com grossas camadas de gelo se espalhando a par=
tir dos p=C3=B3los e ent=C3=A3o encolhendo. Essas eras glaciais costumavam =
durar cerca de 41 mil anos. Mas nos =C3=BAltimos 500 mil anos, essas grande=
s geleiras esticaram sua dura=C3=A7=C3=A3o para cerca de 100 mil anos.=20
Enquanto isso, as mudan=C3=A7as de temperatura durante e entre essas eras g=
laciais se tornaram mais extremas, com novas altas e m=C3=ADnimas. N=C3=A3o=
 parece que essas amplitudes t=C3=A9rmicas extremas ir=C3=A3o se atenuar t=
=C3=A3o cedo, segundo ind=C3=ADcios encontrados em rochas terrestres, Crowl=
ey disse. =E2=80=9CAs =C3=BAltimas duas glacia=C3=A7=C3=B5es foram as maior=
es que j=C3=A1 vimos.=E2=80=9D=20
O aumento da variabilidade de temperatura =C3=A9 sinal de que o clima da Te=
rra logo passar=C3=A1 para um novo estado, segundo um modelo de computador =
usado por Crowley e seu colega William Hyde, da Universidade de Toronto, Ca=
nad=C3=A1. Eles haviam anteriormente usado o modelo para simular eras glaci=
ais do passado. Os pesquisadores descobriram que dentro de 10 mil a 100 mil=
 anos, a Terra entraria num per=C3=ADodo de camadas de gelo permanentes - m=
ais severo do que qualquer outro visto em milh=C3=B5es de anos.=20
Em alguns aspectos, a era glacial seria como as das =C3=BAltimas centenas d=
e milhares de anos, com camadas grossas de gelo cobrindo a Am=C3=A9rica do =
Norte, previu o estudo. Mas no modelo, a Europa e a =C3=81sia tamb=C3=A9m s=
ucumbiriam sob camadas de gelo com at=C3=A9 3,5 quil=C3=B4metros de espessu=
ra, que se estenderiam da Inglaterra at=C3=A9 a Sib=C3=A9ria - algo nunca v=
isto nas modelagens das eras glaciais anteriores.=20
=E2=80=9CFicamos surpresos,=E2=80=9D Crowley disse. =E2=80=9CN=C3=A3o h=C3=
=A1 ind=C3=ADcios de que isso tenha ocorrido na =C3=81sia,=E2=80=9D nas era=
s glaciais dos =C3=BAltimos milh=C3=B5es de anos.=20
Dif=C3=ADcil saber
Essa era glacial extrema seria incomum, mas o mesmo pode ser dito do clima =
que as pessoas est=C3=A3o criando ao emitirem grandes quantidades de gases =
do efeito estufa, Crowley disse. =E2=80=9C=C3=89 dif=C3=ADcil dizer o que v=
ai acontecer,=E2=80=9D afirmou. =E2=80=9CO simples fato de termos essa atmo=
sfera n=C3=A3o-glacial (aquecida) com calotas de gelo (ainda presentes) con=
figura um cen=C3=A1rio bizarro. N=C3=A3o sei se temos uma analogia para iss=
o no hist=C3=B3rico geol=C3=B3gico.=20
A especialista em clima pr=C3=A9-hist=C3=B3rico Lorraine Lisiecki disse, =
=E2=80=9Cesse =C3=A9 o =C3=BAnico estudo do meu conhecimento que sugere que=
 a pr=C3=B3xima era glacial seria muito mais extrema do que as do =C3=BAlti=
mo um milh=C3=A3o de anos.=20
Muito mais testes ainda s=C3=A3o necess=C3=A1rios para verificar a precis=
=C3=A3o do que o estudo prev=C3=AA, disse Lisiecki, da Universidade da Cali=
f=C3=B3rnia, Santa B=C3=A1rbara. Mas ela concordou que poderemos nunca vir =
a descobrir o que teria acontecido naturalmente, devido ao aquecimento glob=
al causado pelo homem.=20
=E2=80=9CAs atuais concentra=C3=A7=C3=B5es de gases do efeito estufa s=C3=
=A3o provavelmente similares a aquelas ocorridas h=C3=A1 tr=C3=AAs milh=C3=
=B5es de anos, ela disse, =E2=80=9Ce s=C3=A3o altas o bastante para impedir=
 uma era glacial por centenas de milhares de anos.=E2=80=9D=20
Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os l=
=C3=ADderes pol=C3=ADticos do mundo, os cientistas afirmam que h=C3=A1 um r=
isco crescente de mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas abruptas e irrevers=C3=ADve=
is.=20
=E2=80=9CObserva=C3=A7=C3=B5es recentes confirmam que, dados os altos =C3=
=ADndices de emiss=C3=B5es, as piores proje=C3=A7=C3=B5es do IPCC (Painel I=
ntergovernamental sobre Mudan=C3=A7as Clim=C3=A1ticas), ou ainda piores, es=
t=C3=A3o sendo percebidas=E2=80=9D, diz o documento.=20
=E2=80=9CO clima j=C3=A1 est=C3=A1 se modificando al=C3=A9m dos padr=C3=B5e=
s de variabilidade natural. (=E2=80=A6) H=C3=A1 uma possibilidade significa=
tiva de que muitos desses padr=C3=B5es ir=C3=A3o se acelerar, levando a um =
risco crescente de mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas abruptas e irrevers=C3=ADv=
eis=E2=80=9D.=20
Os pesquisadores tamb=C3=A9m alertaram que mesmo aumentos modestos de tempe=
ratura afetar=C3=A3o milh=C3=B5es de pessoas, particularmente em pa=C3=ADse=
s em desenvolvimento.=20
Mas, segundo eles, a maioria das ferramentas necess=C3=A1rias para diminuir=
 as emiss=C3=B5es de di=C3=B3xido de carbono j=C3=A1 existe.=20
Mais de 2.500 pesquisadores e economistas de 80 pa=C3=ADses participaram do=
 encontro que teve como objetivo apresentar os =C3=BAltimos estudos na =C3=
=A1rea como prepara=C3=A7=C3=A3o para a Confer=C3=AAncia sobre Mudan=C3=A7a=
s Clim=C3=A1ticas das Na=C3=A7=C3=B5es Unidas, que acontece em dezembro des=
te ano.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
Novos dados=20
=C2=A0=20
Novos dados apresentados no encontro apontam que as proje=C3=A7=C3=B5es fei=
tas pelo IPCC h=C3=A1 dois anos sobre o aumento nos n=C3=ADveis dos oceanos=
 j=C3=A1 est=C3=A3o desatualizadas.=20
Segundo as novas previs=C3=B5es, o n=C3=ADvel das =C3=A1guas pode subir mai=
s de um metro em v=C3=A1rias partes do globo, com enormes impactos para mil=
h=C3=B5es de pessoas.=20

Foram divulgadas tamb=C3=A9m novas informa=C3=A7=C3=B5es sobre como a Flore=
sta Amaz=C3=B4nica ir=C3=A1 sofrer com os aumentos nas temperaturas.=20
Um estudo do Centro Meteorol=C3=B3gico da Gr=C3=A3-Bretanha concluiu que po=
de haver uma perda de 75% na cobertura florestal em um s=C3=A9culo se a tem=
peratura mundial aumentar em 3=C2=BAC.=20
=E2=80=9CN=C3=B3s observamos muitos dados novos. Podemos ver onde estamos e=
 temos um problema=E2=80=9D, afirmou Katherine Richardson, que liderou o co=
mit=C3=AA cient=C3=ADfico que organizou a confer=C3=AAncia.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
Migra=C3=A7=C3=B5es em massa=20
=C2=A0=20
O economista brit=C3=A2nico Nicholas Stern, autor de um impactante relat=C3=
=B3rio sobre as consequ=C3=AAncias econ=C3=B4micas das mudan=C3=A7as clim=
=C3=A1ticas, publicado em 2006, tamb=C3=A9m participou do encontro.=20
Durante a reuni=C3=A3o, ele afirmou que seu relat=C3=B3rio subestimou a esc=
ala dos riscos e a velocidade com que o planeta est=C3=A1 se aquecendo.=20
Ele pediu aos cientistas que alertem os pol=C3=ADticos sobre o que pode aco=
ntecer com o planeta caso medidas para combater o aquecimento global n=C3=
=A3o sejam tomadas.=20
Segundo ele, se a temperatura do planeta aumentar em 5=C2=BA C at=C3=A9 o p=
r=C3=B3ximo s=C3=A9culo, as consequ=C3=AAncias ser=C3=A3o dram=C3=A1ticas p=
ara milh=C3=B5es de pessoas.=20
Stern afirmou que o aumento do n=C3=ADvel dos oceanos far=C3=A1 com que mui=
tas =C3=A1reas se tornem inabit=C3=A1veis, levando a migra=C3=A7=C3=B5es em=
 massa e conflitos violentos.=20
=E2=80=9CN=C3=B3s poderemos ver centenas de milh=C3=B5es de pessoas, provav=
elmente bilh=C3=B5es, que ter=C3=A3o que se mudar, e sabemos que isso pode =
causar conflitos. Ent=C3=A3o, poderemos ver um grande per=C3=ADodo de confl=
itos em todo o mundo, de d=C3=A9cadas ou s=C3=A9culos=E2=80=9D, afirmou Ste=
rn.=20
=E2=80=9CAcho que =C3=A9 importante que entendamos a magnitude do risco que=
 estamos correndo=E2=80=9D.=20
Stern ainda afirmou que um acordo global sobre as mudan=C3=A7as clim=C3=A1t=
icas =C3=A9 urgentemente necess=C3=A1rio para evitar esse cen=C3=A1rio, e q=
ue a crise econ=C3=B4mica pode ajudar de alguma maneira.=20
=E2=80=9CA ina=C3=A7=C3=A3o =C3=A9 indefens=C3=A1vel. Esta =C3=A9 uma oport=
unidade, j=C3=A1 que os recursos ficar=C3=A3o mais baratos do que no futuro=
. Agora =C3=A9 o momento de fazer com que os desempregados da Europa trabal=
hem em (projetos) de efici=C3=AAncia energ=C3=A9tica=E2=80=9D, disse.=20
O primeiro-ministro dinamarqu=C3=AAs, Andres Fogh Rasmussen, afirmou que as=
 tecnologias sustent=C3=A1veis s=C3=A3o a solu=C3=A7=C3=A3o para os problem=
as clim=C3=A1ticos e econ=C3=B4micos.=20
=E2=80=9COs neg=C3=B3cios n=C3=A3o ser=C3=A3o mais como antes. O cresciment=
o verde =C3=A9 a resposta para nossos problemas econ=C3=B4micos e clim=C3=
=A1ticos=E2=80=9D, afirmou.=20
Fonte: BBC Brasil=20



As proje=C3=A7=C3=B5es reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aqueci=
mento poder=C3=A1 variar de regi=C3=A3o para regi=C3=A3o, sendo acompanhado=
 por aumentos e diminui=C3=A7=C3=B5es na precipita=C3=A7=C3=A3o (chuvas). A=
l=C3=A9m disso, poder=C3=A3o ocorrer altera=C3=A7=C3=B5es na variabilidade =
do clima e na freq=C3=BC=C3=AAncia e intensidade de alguns fen=C3=B4menos c=
lim=C3=A1ticos extremos.=20
A literatura dispon=C3=ADvel ainda n=C3=A3o avaliou os impactos, adapta=C3=
=A7=C3=B5es e vulnerabilidade decorrentes das mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas=
, quando considerado os valores m=C3=A1ximos de aquecimento apontados pelas=
 proje=C3=A7=C3=B5es. As evid=C3=AAncias existentes, por=C3=A9m, indicam qu=
e as mudan=C3=A7as regionais no clima - particularmente, o aumento de tempe=
ratura - j=C3=A1 afetaram um conjunto de sistemas f=C3=ADsicos e biol=C3=B3=
gicos em diversas partes do mundo. Os exemplos incluem o encolhimento das g=
eleiras, o derretimento parcial de camadas de gelo permanente, o congelamen=
to tardio e descongelamento precoce do gelo em rios e lagos, o decl=C3=ADni=
o das popula=C3=A7=C3=B5es de algumas plantas e animais, a antecipa=C3=A7=
=C3=A3o da flora=C3=A7=C3=A3o de algumas =C3=A1rvores, do surgimento de ins=
etos e da postura de ovos de algumas aves.=20
Foram avaliadas pesquisas de longo prazo, em geral 20 anos ou mais, e os re=
sultados revelam poss=C3=ADveis associa=C3=A7=C3=B5es entre mudan=C3=A7as r=
egionais na temperatura e altera=C3=A7=C3=B5es em sistemas f=C3=ADsicos e b=
iol=C3=B3gicos em muitos ambientes terrestres, marinhos e de =C3=A1gua doce=
. Apesar de haver outras vari=C3=A1veis em a=C3=A7=C3=A3o, o conjunto de ev=
id=C3=AAncias de que mudan=C3=A7as recentes na temperatura levaram a impact=
os em sistemas f=C3=ADsicos e biol=C3=B3gicos =C3=A9 considerado pelos anal=
istas como altamente confi=C3=A1vel.=20
Muitos sistemas humanos s=C3=A3o sens=C3=ADveis =C3=A0s mudan=C3=A7as clim=
=C3=A1ticas. A vulnerabilidade das sociedades humanas e dos sistemas natura=
is =C3=A0s condi=C3=A7=C3=B5es clim=C3=A1ticas extremas =C3=A9 demonstrada =
atrav=C3=A9s dos danos, adversidades e mortes causados por eventos como sec=
as, enchentes, ondas de calor, avalanches e tempestades. Embora haja incert=
ezas quanto =C3=A0s estimativas de tais mudan=C3=A7as, as proje=C3=A7=C3=B5=
es apontam para o aumento na freq=C3=BC=C3=AAncia e/ou gravidade de alguns =
eventos extremos durante o s=C3=A9culo 21, devido a altera=C3=A7=C3=B5es na=
 m=C3=A9dia ou variabilidade clim=C3=A1tica, devendo-se ent=C3=A3o esperar =
que a severidade de seus impactos tamb=C3=A9m cres=C3=A7a com o aquecimento=
 global.=20
As mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas calculadas para o s=C3=A9culo 21 t=C3=AAm =
o potencial de causar futuras mudan=C3=A7as em, larga escala, e irrevers=C3=
=ADveis, nos sistemas do planeta, resultando em impactos de escala continen=
tal e global. Por exemplo, a redu=C3=A7=C3=A3o significativa da velocidade =
de circula=C3=A7=C3=A3o das =C3=A1guas no oceano, que faz chegar =C3=A1gua =
quente ao Atl=C3=A2ntico Norte, afetaria os n=C3=ADveis de oxig=C3=AAnio em=
 =C3=A1guas profundas e a absor=C3=A7=C3=A3o de carbono pelos oceanos e eco=
ssistemas marinhos, reduzindo o aquecimento em algumas partes da Europa. O =
derretimento das camadas de gelo da Groenl=C3=A2ndia e Ant=C3=A1rtica, por =
sua vez, poderiam aumentar o n=C3=ADvel global dos oceanos em at=C3=A9 3 me=
tros ao longo dos pr=C3=B3ximos mil anos, cobrindo diversas ilhas e inundan=
do extensas =C3=A1reas costeiras.=20
Os sistemas humanos sens=C3=ADveis =C3=A0s mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas in=
cluem principalmente recursos h=C3=ADdricos; agricultura (especialmente seg=
uran=C3=A7a alimentar) e silvicultura; zonas costeiras e sistemas marinhos =
(pesqueiros); ocupa=C3=A7=C3=B5es humanas, energia e ind=C3=BAstria; seguro=
s e outros servi=C3=A7os financeiros; e sa=C3=BAde humana. A vulnerabilidad=
e desses sistemas varia de acordo com a localiza=C3=A7=C3=A3o geogr=C3=A1fi=
ca e com as condi=C3=A7=C3=B5es sociais, econ=C3=B4micas e ambientais.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
Perguntas e respostas sobre o aquecimento global=20
=C2=A0=20
1) =E2=80=9CAquecimento global=E2=80=9D n=C3=A3o =C3=A9 =E2=80=98=E2=80=98e=
feito estufa=E2=80=9D ?=20
Efeito estufa =C3=A9 um fen=C3=B4meno natural que assegura a manuten=C3=A7=
=C3=A3o da vida na Terra. Gra=C3=A7as ao efeito estufa, ou seja, aos gases =
que comp=C3=B5em a atmosfera h=C3=A1 milhares de anos, a temperatura m=C3=
=A9dia do planeta =C3=A9 de aproximadamente 15=C2=B0C, favorecendo a manute=
n=C3=A7=C3=A3o da vida. Aquecimento global =C3=A9 o fen=C3=B4meno causado, =
entre outros fatores, pela queima progressiva de petr=C3=B3leo, carv=C3=A3o=
 e g=C3=A1s, e que agrava o efeito estufa. Segundo cientistas da ONU, n=C3=
=A3o h=C3=A1 d=C3=BAvidas de que a humanidade contribui para o aquecimento =
global. O que n=C3=A3o se sabe exatamente =C3=A9 em que propor=C3=A7=C3=A3o=
 isso acontece.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
2) Aquecimento global n=C3=A3o tem nada a ver com camada de oz=C3=B4nio?=20
A camada de oz=C3=B4nio tem a fun=C3=A7=C3=A3o de proteger o planeta da rad=
ia=C3=A7=C3=A3o ultra-violeta do sol. A exposi=C3=A7=C3=A3o excessiva a ess=
a radia=C3=A7=C3=A3o provoca queimaduras e pode causar c=C3=A2ncer de pele.=
 A camada de oz=C3=B4nio =C3=A9 destru=C3=ADda pela a=C3=A7=C3=A3o de algun=
s gases industriais, como o CFC (clorofluorcarbono) e o HCFC (hidrocloroflu=
orcarbono), que, apesar de n=C3=A3o serem controlados pela Conven=C3=A7=C3=
=A3o de Mudan=C3=A7a do Clima e pelo Protocolo de Quioto, s=C3=A3o gases de=
 efeito estufa. Tratados internacionais estabeleceram a substitui=C3=A7=C3=
=A3o desses gases por outros que n=C3=A3o destruam a camada de oz=C3=B4nio.=
 H=C3=A1 um aspecto do problema que pode causar confus=C3=A3o se n=C3=A3o f=
or devidamente compreendido: o oz=C3=B4nio =C3=A9 um g=C3=A1s de efeito est=
ufa natural, portanto, a destrui=C3=A7=C3=A3o da camada de oz=C3=B4nio ajud=
a a esfriar a Terra, embora ningu=C3=A9m defenda isso.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
3) Os Estados Unidos assinaram o Protocolo de Kyoto?=20
Ao contr=C3=A1rio do que se pensa, os Estados Unidos assinaram o Protocolo =
de Quioto no segundo governo Clinton, em 1997. Mas nem Clinton, e muito men=
os George W. Bush, ratificaram o protocolo. A ratifica=C3=A7=C3=A3o signifi=
ca o endosso do parlamento de cada pa=C3=ADs ao documento. Os Estados Unido=
s emitem 25% de todos os gases-estufa do planeta. Transformam em fuma=C3=A7=
a 20 milh=C3=B5es de barris de petr=C3=B3leo por dia. O governo americano a=
lega que a implementa=C3=A7=C3=A3o do protocolo implicaria custos danosos a=
 sua economia. E considera injusto que pa=C3=ADses como China, =C3=8Dndia e=
 Brasil n=C3=A3o tenham compromissos formais de redu=C3=A7=C3=A3o.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
4) As regras b=C3=A1sicas do Protocolo de Kyoto=20
O Protocolo de Kyoto prev=C3=AA que os pa=C3=ADses ricos ou industrializado=
s (do chamado Anexo 1) reduzam suas emiss=C3=B5es de gases-estufa em pelo m=
enos 5% (cada pa=C3=ADs tem sua meta diferenciada), tendo como base o ano d=
e 1990. O primeiro per=C3=ADodo de compromisso do protocolo =C3=A9 entre 20=
08 e 2012. Outros per=C3=ADodos de compromisso ser=C3=A3o necess=C3=A1rios =
para que se resolva o problema. Estima-se que seria necess=C3=A1rio reduzir=
 em 60% as emiss=C3=B5es atuais de gases-estufa para conter o aquecimento g=
lobal.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
5) Por que s=C3=B3 os pa=C3=ADses industrializados t=C3=AAm de reduzir emis=
s=C3=B5es?=20
Ratificado p=C3=B4r 136 na=C3=A7=C3=B5es (at=C3=A9 fevereiro de 2005), o Pr=
otocolo de Kyoto definiu que apenas os pa=C3=ADses industrializados t=C3=AA=
m o compromisso formal de reduzir emiss=C3=B5es. A l=C3=B3gica =C3=A9 a seg=
uinte: essas na=C3=A7=C3=B5es (36), historicamente as que mais lan=C2=AC=C3=
=A7aram gases-estufa na atmosfera, s=C3=A3o as principais respons=C3=A1veis=
 pelo aquecimento global. De acordo com o governo brasileiro, tais pa=C3=AD=
ses contribu=C3=ADram com 90% dos gases acumulados na atmosfera. O CO2 (di=
=C3=B3xido de carbono) leva s=C3=A9culos para se decompor, e seu lento e pe=
rigoso ac=C3=BAmulo deriva da queima de petr=C3=B3leo, g=C3=A1s e carv=C3=
=A3o que vem ocorrendo desde a Revolu=C3=A7=C3=A3o Industrial.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
6) O Protocolo de Kyoto n=C3=A3o =C3=A9 um tratado para reduzir os gases po=
luentes?=20
A fun=C3=A7=C3=A3o primordial do acordo =C3=A9 reduzir o aquecimento global=
. In=C3=BAmeros gases poluentes ficaram de fora do tratado.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
7) Guerra diplom=C3=A1tica=20
Como a industrializa=C3=A7=C3=A3o de pa=C3=ADses em desenvolvimento como Ch=
ina, =C3=8Dndia, Brasil e Indon=C3=A9sia aconteceu mais tarde, eles n=C3=A3=
o t=C3=AAm a obriga=C3=A7=C3=A3o de reduzir suas emiss=C3=B5es no primeiro =
per=C3=ADodo de compromisso do Protocolo de Quioto (2008-2012). Entretanto,=
 j=C3=A1 h=C3=A1 um forte lobby para que assumam, a partir de 2013, comprom=
issos formais de redu=C3=A7=C3=A3o. A China =C3=A9 o segundo maior emissor =
de g=C3=A1s carb=C3=B4nico do mundo, atr=C3=A1s apenas dos Estados Unidos. =
Brasil e =C3=8Dndia est=C3=A3o entre os seis maiores emissores. Um estudo d=
as Na=C3=A7=C3=B5es Unidas, revela que as emiss=C3=B5es de gases-estufa das=
 na=C3=A7=C3=B5es em desenvolvimento superar=C3=A3o as dos pa=C3=ADses dese=
nvolvidos entre 2015 e 2020. Ainda assim, o bloco dos =E2=80=9Cemergentes=
=E2=80=9D n=C3=A3o aceita compromissos formais de redu=C3=A7=C3=A3o.=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
LEIA TAMB=C3=89M :=20
=C2=A0=20
"AQUECIMENTO PLANET=C3=81RIO" :=20
http://groups.google.com.br/group/ambienteecologico1/web/o-aquecimento-plan=
etrio-i-ii-e-iii=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
CONHE=C3=87A OS GRUPOS-AMBIENTE....PARTICIPE E DIVULGUE !!=20
http://groups.google.com/group/ambienteinfoera/web=20
=C2=A0=20
=C2=A0=20
=0A=0A=0A      Veja quais s=C3=A3o os assuntos do momento no Yahoo! +Buscad=
os=0Ahttp://br.maisbuscados.yahoo.com
--0-431399547-1244899837=:98894
Content-Type: text/html; charset=utf-8
Content-Transfer-Encoding: quoted-printable

<table cellspacing=3D"0" cellpadding=3D"0" border=3D"0" ><tr><td valign=3D"=
top" style=3D"font: inherit;"><DIV id=3Dyiv1691515639><BR><BR>--- Em <B>sex=
, 12/6/09, Sellen Kalab e&nbsp;Ricardo D=C3=A0gnone&nbsp;<I>&lt; enviaram <=
/I></B>:<BR>
<BLOCKQUOTE style=3D"PADDING-LEFT: 5px; MARGIN-LEFT: 5px; BORDER-LEFT: rgb(=
16,16,255) 2px solid"><STRONG><FONT size=3D5>ESTAMOS DIANTE DE UMA PARADA P=
ROLONGADA DAS ATIVIDADES SOLARES ?<BR></FONT></STRONG>
<DIV id=3Dyiv201121250>
<DIV><STRONG><FONT size=3D5></FONT></STRONG>&nbsp;</DIV>
<DIV><BR><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Uma parada prolo=
ngada na atividade solar levou os astrof=C3=ADsicos a dedicar aten=C3=A7=C3=
=A3o especial aos seus telesc=C3=B3pios para determinar o que o Sol far=C3=
=A1 a seguir - e de que maneira o clima da Terra pode responder.</FONT> </F=
ONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O Sol vem apresentan=
do seu menor n=C3=ADvel de atividade em d=C3=A9cadas e sua menor luminosida=
de em 100 anos. A pausa solar faz com que alguns cientistas tomem como para=
lelo a Pequena Era Glacial, um per=C3=ADodo de frio incomum na Europa e na =
Am=C3=A9rica do Norte que se estendeu de 1300 a 1850.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O per=C3=ADodo mais =
frio da Pequena Era Glacial, entre 1645 e 1715, est=C3=A1 conectado a uma p=
rofunda queda nas tempestades solares conhecida como =E2=80=9CM=C3=ADnimo d=
e Maunder=E2=80=9D. Durante aquele per=C3=ADodo, o acesso =C3=A0 Groenl=C3=
=A2ndia esteve em larga medida bloqueado pelo gelo, e os canais holandeses =
costumavam se congelar completamente. As geleiras nos Alpes engoliam aldeia=
s inteiras, e o gelo no mar se adensou a tal ponto que n=C3=A3o existia mar=
 aberto em torno da Isl=C3=A2ndia em 1695.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Mas os pesquisadores=
 est=C3=A3o em guarda contra a possibilidade de que suas preocupa=C3=A7=C3=
=B5es sobre uma nova era fria sejam mal interpretadas.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9COs c=C3=A9t=
icos quanto ao aquecimento global tendem a se precipitar=E2=80=9D, disse Mi=
ke Lockwood, um f=C3=ADsico especialista nos efeitos do Sol sobre a Terra, =
da Universidade de Southampton, no Reino Unido. Ele e outros pesquisadores =
decidiram, portanto, conduzir uma =E2=80=9Cnega=C3=A7=C3=A3o preventiva=E2=
=80=9D quanto a um m=C3=ADnimo solar que levaria a um resfriamento global.<=
/FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Mesmo que a atual pa=
usa solar seja o in=C3=ADcio de um per=C3=ADodo prolongado de baixa ativida=
de, dizem os cientistas, os efeitos da estrela sobre o clima empalidecer=C3=
=A3o em contraste com a influ=C3=AAncia dos gases gerados por atividade hum=
ana e causadores do efeito-estufa.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CAcredito qu=
e seja preciso ter em mente que o di=C3=B3xido de carbono est=C3=A1 em n=C3=
=ADvel entre 50% e 60% superior ao normal, enquanto o decl=C3=ADnio na ativ=
idade solar =C3=A9 da ordem de menos de 1%=E2=80=9D, disse Lockwood. =E2=80=
=9CCreio que isso deva ajudar a manter as coisas em perspectiva=E2=80=9D.</=
FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Mesmo assim, acresce=
ntou, pequenas varia=C3=A7=C3=B5es no brilho do sol s=C3=A3o mais poderosas=
 do que as mudan=C3=A7as na contribui=C3=A7=C3=A3o do efeito-estufa. Por ex=
emplo, uma varia=C3=A7=C3=A3o de 50% no brilho do Sol poderia representar a=
 extin=C3=A7=C3=A3o da vida na Terra.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>H=C3=A1 centenas de =
anos os cientistas v=C3=AAm registrando o n=C3=BAmero observ=C3=A1vel de ma=
nchas solares como maneira de acompanhar os ciclos de atividade solar, cuja=
 dura=C3=A7=C3=A3o m=C3=A9dia =C3=A9 de 11 anos. As manchas solares, que po=
dem ser vis=C3=ADveis sem telesc=C3=B3pio, s=C3=A3o regi=C3=B5es escuras qu=
e indicam intensa atividade magn=C3=A9tica na superf=C3=ADcie do Sol Tempes=
tades solares como essas enviam ondas de part=C3=ADculas dotadas de carga e=
l=C3=A9trica, capazes de prejudicar sat=C3=A9lites e at=C3=A9 mesmo derruba=
r redes el=C3=A9tricas.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>No atual ciclo, 2008=
 deveria ter sido o ponto mais baixo, e este ano as manchas celulares dever=
iam ter come=C3=A7ado a mostrar avan=C3=A7os. Mas nos primeiros 90 dias de =
2009, 78 n=C3=A3o apresentaram manchas solares. Os pesquisadores tamb=C3=A9=
m disseram que o brilho do sol =C3=A9 o menos intenso dos =C3=BAltimos 100 =
anos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O M=C3=ADnimo de Mau=
nder correspondeu a uma profunda parada nas atividades das manchas solares =
- os astr=C3=B4nomos da era registraram apenas 50 delas em um per=C3=ADodo =
de 30 anos. Caso o Sol entre em depress=C3=A3o semelhante, pelo menos um mo=
delo preliminar sugeriu que pontos frios poderiam surgir em diversos locais=
 da Europa, Estados Unidos e Sib=C3=A9ria.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f size=3D5>No </FONT><A href=3D"http:=
//ceticismo.net/2009/05/26/calma-excessiva-do-sol-pode-indicar-nova-era-gla=
cial/" target=3D_blank rel=3Dnofollow><FONT face=3DArial color=3D#4181ff si=
ze=3D5><U>evento</U></FONT></A><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f size=3D5>=
 anterior, por=C3=A9m, muitas partes do mundo passaram sem efeitos, disse J=
effrey Hall, astr=C3=B4nomo e </FONT><A href=3D"http://ceticismo.net/2009/0=
5/26/calma-excessiva-do-sol-pode-indicar-nova-era-glacial/" target=3D_blank=
 rel=3Dnofollow><FONT face=3DArial color=3D#4181ff size=3D5><U>diretor</U><=
/FONT></A><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f> associado do O=
bservat=C3=B3rio Lowell, em Flagstaff, Arizona. =E2=80=9CAt=C3=A9 mesmo um =
m=C3=ADnimo intenso como aquele n=C3=A3o exerceu atividade mundial=E2=80=9D=
, ele disse.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>Inc=C3=B3gnitas e=
 incertezas</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>As mudan=C3=A7as na =
atividade solar podem afetar a Terra de outras maneiras, al=C3=A9m disso. P=
or exemplo, a radia=C3=A7=C3=A3o ultravioleta emitida pelo Sol n=C3=A3o est=
=C3=A1 se reduzindo da mesma maneira que nos m=C3=ADnimos visuais do passad=
o.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CA luz vis=
=C3=ADvel n=C3=A3o varia tanto assim, mas a ultravioleta vaia em 20%, e os =
raios-X podem variar por um de 10=E2=80=B3, disse Hall. =E2=80=9CO que n=C3=
=A3o compreendemos t=C3=A3o nem =C3=A9 o impacto dessa irradia=C3=A7=C3=A3o=
 espectral diferenciada=E2=80=9D.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>A radia=C3=A7=C3=A3o=
 solar ultravioleta, por exemplo, afeta mais as camadas superiores da atmos=
fera terrestre, onde os efeitos s=C3=A3o menos percept=C3=ADveis para os se=
res humanos. Mas alguns pesquisadores suspeitam que esses efeitos possam in=
fluenciar camadas mais baixas, que t=C3=AAm papel na forma=C3=A7=C3=A3o do =
clima. Em termos gerais, as pesquisas mais recentes v=C3=AAm definindo uma =
situa=C3=A7=C3=A3o sob a qual o Sol tem influ=C3=AAncia ligeiramente superi=
or =C3=A0 prevista por teorias do passado, no que tange ao clima terrestre.=
</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Inc=C3=B3gnitas atmo=
sf=C3=A9ricas como a radia=C3=A7=C3=A3o ultravioleta podem ser parte da exp=
lica=C3=A7=C3=A3o, segundo Lockwood. Enquanto isso, ele e outros especialis=
tas acautelam contra contar com pausas solares futuras como forma de mitiga=
r o aquecimento global.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f size=3D5>=E2=80=9CExistem muitas in=
certezas=E2=80=9D, disse Jos=C3=A9 Abreu, estudante de doutorado no Eawag, =
o instituto de estudos do clima do governo su=C3=AD=C3=A7o. N=C3=A3o sabemo=
s at=C3=A9 que ponto o clima =C3=A9 sens=C3=ADvel =C3=A0s altera=C3=A7=C3=
=B5es na intensidade do Sol. Em minha </FONT><A href=3D"http://ceticismo.ne=
t/2009/05/26/calma-excessiva-do-sol-pode-indicar-nova-era-glacial/" target=
=3D_blank rel=3Dnofollow><FONT face=3DArial color=3D#4181ff size=3D5><U>opi=
ni=C3=A3o</U></FONT></A><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>,=
 melhor n=C3=A3o brincar com aquilo que desconhecemos=E2=80=9D.</FONT> </FO=
NT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Espessas camadas de =
gelo cobririam a maior parte do hemisf=C3=A9rio norte daqui a milhares de a=
nos - se n=C3=A3o fosse por n=C3=B3s inoportunos seres humanos, diz um novo=
 estudo.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>A emiss=C3=A3o de ga=
ses do efeito estufa - como di=C3=B3xido de carbono, ou CO2, que vem de usi=
nas energ=C3=A9ticas e carros - est=C3=A1 aquecendo a atmosfera tanto que a=
 pr=C3=B3xima era glacial, prevista para ser a mais intensa em milh=C3=B5es=
 de anos, pode ser adiada indefinidamente. =E2=80=9COs c=C3=A9ticos do clim=
a poderiam olhar para isso e dizer, CO<SUB>2</SUB> =C3=A9 bom para n=C3=B3s=
,=E2=80=9D disse o l=C3=ADder do estudo Thomas Crowley da Universidade de E=
dimburgo, Esc=C3=B3cia. Mas a id=C3=A9ia de que o aquecimento global pode e=
star protelando uma era glacial =E2=80=9Cn=C3=A3o =C3=A9 motivo para relaxa=
rmos, porque na verdade estamos caminhando para um estado clim=C3=A1tico al=
tamente incomum,=E2=80=9D Crowley acrescentou. Dentro de 10 mil a 100 mil a=
nos, as camadas de gelo =E2=80=9Cpermanentes=E2=80=9D, como as da Ant=C3=A1=
rtica, envolveriam a maior parte do Canad=C3=A1, Europa e =C3=81sia.</FONT>=
 </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CAcredito qu=
e os n=C3=ADveis (de di=C3=B3xido de carbono) atuais s=C3=A3o provavelmente=
 suficientes para impedir que isso ocorra algum dia,=E2=80=9D disse Crowley=
, cujo estudo aparecer=C3=A1 amanh=C3=A3 na revista Nature.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Camadas de gelo perm=
anentes?<BR>Nos =C3=BAltimos tr=C3=AAs milh=C3=B5es de anos, o clima da Ter=
ra passou por dezenas de eras glaciais, com grossas camadas de gelo se espa=
lhando a partir dos p=C3=B3los e ent=C3=A3o encolhendo. Essas eras glaciais=
 costumavam durar cerca de 41 mil anos. Mas nos =C3=BAltimos 500 mil anos, =
essas grandes geleiras esticaram sua dura=C3=A7=C3=A3o para cerca de 100 mi=
l anos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Enquanto isso, as mu=
dan=C3=A7as de temperatura durante e entre essas eras glaciais se tornaram =
mais extremas, com novas altas e m=C3=ADnimas. N=C3=A3o parece que essas am=
plitudes t=C3=A9rmicas extremas ir=C3=A3o se atenuar t=C3=A3o cedo, segundo=
 ind=C3=ADcios encontrados em rochas terrestres, Crowley disse. =E2=80=9CAs=
 =C3=BAltimas duas glacia=C3=A7=C3=B5es foram as maiores que j=C3=A1 vimos.=
=E2=80=9D</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O aumento da variabi=
lidade de temperatura =C3=A9 sinal de que o clima da Terra logo passar=C3=
=A1 para um novo estado, segundo um modelo de computador usado por Crowley =
e seu colega William Hyde, da Universidade de Toronto, Canad=C3=A1. Eles ha=
viam anteriormente usado o modelo para simular eras glaciais do passado. Os=
 pesquisadores descobriram que dentro de 10 mil a 100 mil anos, a Terra ent=
raria num per=C3=ADodo de camadas de gelo permanentes - mais severo do que =
qualquer outro visto em milh=C3=B5es de anos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Em alguns aspectos, =
a era glacial seria como as das =C3=BAltimas centenas de milhares de anos, =
com camadas grossas de gelo cobrindo a Am=C3=A9rica do Norte, previu o estu=
do. Mas no modelo, a Europa e a =C3=81sia tamb=C3=A9m sucumbiriam sob camad=
as de gelo com at=C3=A9 3,5 quil=C3=B4metros de espessura, que se estenderi=
am da Inglaterra at=C3=A9 a Sib=C3=A9ria - algo nunca visto nas modelagens =
das eras glaciais anteriores.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CFicamos sur=
presos,=E2=80=9D Crowley disse. =E2=80=9CN=C3=A3o h=C3=A1 ind=C3=ADcios de =
que isso tenha ocorrido na =C3=81sia,=E2=80=9D nas eras glaciais dos =C3=BA=
ltimos milh=C3=B5es de anos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Dif=C3=ADcil saber<B=
R>Essa era glacial extrema seria incomum, mas o mesmo pode ser dito do clim=
a que as pessoas est=C3=A3o criando ao emitirem grandes quantidades de gase=
s do efeito estufa, Crowley disse. =E2=80=9C=C3=89 dif=C3=ADcil dizer o que=
 vai acontecer,=E2=80=9D afirmou. =E2=80=9CO simples fato de termos essa at=
mosfera n=C3=A3o-glacial (aquecida) com calotas de gelo (ainda presentes) c=
onfigura um cen=C3=A1rio bizarro. N=C3=A3o sei se temos uma analogia para i=
sso no hist=C3=B3rico geol=C3=B3gico.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>A especialista em cl=
ima pr=C3=A9-hist=C3=B3rico Lorraine Lisiecki disse, =E2=80=9Cesse =C3=A9 o=
 =C3=BAnico estudo do meu conhecimento que sugere que a pr=C3=B3xima era gl=
acial seria muito mais extrema do que as do =C3=BAltimo um milh=C3=A3o de a=
nos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f size=3D5>Muito mais testes ainda s=
=C3=A3o necess=C3=A1rios para verificar a precis=C3=A3o do que o estudo pre=
v=C3=AA, disse Lisiecki, da Universidade da Calif=C3=B3rnia, Santa B=C3=A1r=
bara. Mas ela concordou que poderemos nunca vir a descobrir o que teria aco=
ntecido naturalmente, devido ao aquecimento global causado pelo </FONT><A h=
ref=3D"http://ceticismo.net/2008/11/17/nova-era-glacial-e-adiada-pelo-aquec=
imento-global/" target=3D_blank rel=3Dnofollow><FONT face=3DArial color=3D#=
4181ff size=3D5><U>homem</U></FONT></A><FONT size=3D5><FONT face=3DArial co=
lor=3D#2f2f2f>.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CAs atuais c=
oncentra=C3=A7=C3=B5es de gases do efeito estufa s=C3=A3o provavelmente sim=
ilares a aquelas ocorridas h=C3=A1 tr=C3=AAs milh=C3=B5es de anos, ela diss=
e, =E2=80=9Ce s=C3=A3o altas o bastante para impedir uma era glacial por ce=
ntenas de milhares de anos.=E2=80=9D</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Em um comunicado fin=
al onde delinearam seis pontos-chave para alertar os l=C3=ADderes pol=C3=AD=
ticos do mundo, os cientistas afirmam que h=C3=A1 um risco crescente de mud=
an=C3=A7as clim=C3=A1ticas abruptas e irrevers=C3=ADveis.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CObserva=C3=
=A7=C3=B5es recentes confirmam que, dados os altos =C3=ADndices de emiss=C3=
=B5es, as piores proje=C3=A7=C3=B5es do IPCC (Painel Intergovernamental sob=
re Mudan=C3=A7as Clim=C3=A1ticas), ou ainda piores, est=C3=A3o sendo perceb=
idas=E2=80=9D, diz o documento.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CO clima j=
=C3=A1 est=C3=A1 se modificando al=C3=A9m dos padr=C3=B5es de variabilidade=
 natural. (=E2=80=A6) H=C3=A1 uma possibilidade significativa de que muitos=
 desses padr=C3=B5es ir=C3=A3o se acelerar, levando a um risco crescente de=
 mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas abruptas e irrevers=C3=ADveis=E2=80=9D.</FON=
T> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Os pesquisadores tam=
b=C3=A9m alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetar=C3=A3o=
 milh=C3=B5es de pessoas, particularmente em pa=C3=ADses em desenvolvimento=
.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Mas, segundo eles, a=
 maioria das ferramentas necess=C3=A1rias para diminuir as emiss=C3=B5es de=
 di=C3=B3xido de carbono j=C3=A1 existe.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Mais de 2.500 pesqui=
sadores e economistas de 80 pa=C3=ADses participaram do encontro que teve c=
omo objetivo apresentar os =C3=BAltimos estudos na =C3=A1rea como prepara=
=C3=A7=C3=A3o para a Confer=C3=AAncia sobre Mudan=C3=A7as Clim=C3=A1ticas d=
as Na=C3=A7=C3=B5es Unidas, que acontece em dezembro deste ano.</FONT> </FO=
NT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>Novos dados</B></=
FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Novos dados apresent=
ados no encontro apontam que as proje=C3=A7=C3=B5es feitas pelo IPCC h=C3=
=A1 dois anos sobre o aumento nos n=C3=ADveis dos oceanos j=C3=A1 est=C3=A3=
o desatualizadas.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Segundo as novas pre=
vis=C3=B5es, o n=C3=ADvel das =C3=A1guas pode subir mais de um metro em v=
=C3=A1rias partes do globo, com enormes impactos para milh=C3=B5es de pesso=
as.</FONT> </FONT>
<DIV><A href=3D"http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090310_niv=
elmares.shtml" target=3D_blank rel=3Dnofollow><FONT size=3D5></FONT></A>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Foram divulgadas tam=
b=C3=A9m novas informa=C3=A7=C3=B5es sobre como a Floresta Amaz=C3=B4nica i=
r=C3=A1 sofrer com os aumentos nas temperaturas.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Um estudo do Centro =
Meteorol=C3=B3gico da Gr=C3=A3-Bretanha concluiu que pode haver uma perda d=
e 75% na cobertura florestal em um s=C3=A9culo se a temperatura mundial aum=
entar em 3=C2=BAC.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CN=C3=B3s ob=
servamos muitos dados novos. Podemos ver onde estamos e temos um problema=
=E2=80=9D, afirmou Katherine Richardson, que liderou o comit=C3=AA cient=C3=
=ADfico que organizou a confer=C3=AAncia.</FONT></FONT>=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV>&nbsp;=20
<DIV>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>Migra=C3=A7=C3=B5=
es em massa</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O economista brit=C3=
=A2nico Nicholas Stern, autor de um impactante relat=C3=B3rio sobre as cons=
equ=C3=AAncias econ=C3=B4micas das mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas, publicado=
 em 2006, tamb=C3=A9m participou do encontro.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Durante a reuni=C3=
=A3o, ele afirmou que seu relat=C3=B3rio subestimou a escala dos riscos e a=
 velocidade com que o planeta est=C3=A1 se aquecendo.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Ele pediu aos cienti=
stas que alertem os pol=C3=ADticos sobre o que pode acontecer com o planeta=
 caso medidas para combater o aquecimento global n=C3=A3o sejam tomadas.</F=
ONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Segundo ele, se a te=
mperatura do planeta aumentar em 5=C2=BA C at=C3=A9 o pr=C3=B3ximo s=C3=A9c=
ulo, as consequ=C3=AAncias ser=C3=A3o dram=C3=A1ticas para milh=C3=B5es de =
pessoas.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Stern afirmou que o =
aumento do n=C3=ADvel dos oceanos far=C3=A1 com que muitas =C3=A1reas se to=
rnem inabit=C3=A1veis, levando a migra=C3=A7=C3=B5es em massa e conflitos v=
iolentos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CN=C3=B3s po=
deremos ver centenas de milh=C3=B5es de pessoas, provavelmente bilh=C3=B5es=
, que ter=C3=A3o que se mudar, e sabemos que isso pode causar conflitos. En=
t=C3=A3o, poderemos ver um grande per=C3=ADodo de conflitos em todo o mundo=
, de d=C3=A9cadas ou s=C3=A9culos=E2=80=9D, afirmou Stern.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CAcho que =
=C3=A9 importante que entendamos a magnitude do risco que estamos correndo=
=E2=80=9D.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Stern ainda afirmou =
que um acordo global sobre as mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas =C3=A9 urgentem=
ente necess=C3=A1rio para evitar esse cen=C3=A1rio, e que a crise econ=C3=
=B4mica pode ajudar de alguma maneira.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9CA ina=C3=A7=
=C3=A3o =C3=A9 indefens=C3=A1vel. Esta =C3=A9 uma oportunidade, j=C3=A1 que=
 os recursos ficar=C3=A3o mais baratos do que no futuro. Agora =C3=A9 o mom=
ento de fazer com que os desempregados da Europa trabalhem em (projetos) de=
 efici=C3=AAncia energ=C3=A9tica=E2=80=9D, disse.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>O primeiro-ministro =
dinamarqu=C3=AAs, Andres Fogh Rasmussen, afirmou que as tecnologias sustent=
=C3=A1veis s=C3=A3o a solu=C3=A7=C3=A3o para os problemas clim=C3=A1ticos e=
 econ=C3=B4micos.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>=E2=80=9COs neg=C3=
=B3cios n=C3=A3o ser=C3=A3o mais como antes. O crescimento verde =C3=A9 a r=
esposta para nossos problemas econ=C3=B4micos e clim=C3=A1ticos=E2=80=9D, a=
firmou.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f size=3D5>Fonte: </FONT><A href=3D"h=
ttp://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/03/090312_aquecimento_dinamarc=
a_cq.shtml" target=3D_blank rel=3Dnofollow><FONT face=3DArial color=3D#0082=
bf size=3D5>BBC Brasil</FONT></A><FONT size=3D5> </FONT>
<DIV><BR><BR><BR><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>As proje=
=C3=A7=C3=B5es reveladas pelos estudos do <B>IPCC</B> mostram que o aquecim=
ento poder=C3=A1 variar de regi=C3=A3o para regi=C3=A3o, sendo acompanhado =
por aumentos e diminui=C3=A7=C3=B5es na precipita=C3=A7=C3=A3o (chuvas). Al=
=C3=A9m disso, poder=C3=A3o ocorrer altera=C3=A7=C3=B5es na variabilidade d=
o clima e na freq=C3=BC=C3=AAncia e intensidade de alguns fen=C3=B4menos cl=
im=C3=A1ticos extremos. </FONT><BR><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>A lit=
eratura dispon=C3=ADvel ainda n=C3=A3o avaliou os impactos, adapta=C3=A7=C3=
=B5es e vulnerabilidade decorrentes das mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas, quan=
do considerado os valores m=C3=A1ximos de aquecimento apontados pelas proje=
=C3=A7=C3=B5es. As evid=C3=AAncias existentes, por=C3=A9m, indicam que as m=
udan=C3=A7as regionais no clima - particularmente, o aumento de temperatura=
 - j=C3=A1 afetaram um conjunto de sistemas f=C3=ADsicos e biol=C3=B3gicos =
em diversas partes do mundo. Os exemplos incluem o encolhimento das geleira=
s, o derretimento parcial de camadas de gelo permanente,
 o congelamento tardio e descongelamento precoce do gelo em rios e lagos, o=
 decl=C3=ADnio das popula=C3=A7=C3=B5es de algumas plantas e animais, a ant=
ecipa=C3=A7=C3=A3o da flora=C3=A7=C3=A3o de algumas =C3=A1rvores, do surgim=
ento de insetos e da postura de ovos de algumas aves.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Foram avaliadas pesq=
uisas de longo prazo, em geral 20 anos ou mais, e os resultados revelam pos=
s=C3=ADveis associa=C3=A7=C3=B5es entre mudan=C3=A7as regionais na temperat=
ura e altera=C3=A7=C3=B5es em sistemas f=C3=ADsicos e biol=C3=B3gicos em mu=
itos ambientes terrestres, marinhos e de =C3=A1gua doce. Apesar de haver ou=
tras vari=C3=A1veis em a=C3=A7=C3=A3o, o conjunto de evid=C3=AAncias de que=
 mudan=C3=A7as recentes na temperatura levaram a impactos em sistemas f=C3=
=ADsicos e biol=C3=B3gicos =C3=A9 considerado pelos analistas como altament=
e confi=C3=A1vel.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Muitos sistemas huma=
nos s=C3=A3o sens=C3=ADveis =C3=A0s mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas. A vulner=
abilidade das sociedades humanas e dos sistemas naturais =C3=A0s condi=C3=
=A7=C3=B5es clim=C3=A1ticas extremas =C3=A9 demonstrada atrav=C3=A9s dos da=
nos, adversidades e mortes causados por eventos como secas, enchentes, onda=
s de calor, avalanches e tempestades. Embora haja incertezas quanto =C3=A0s=
 estimativas de tais mudan=C3=A7as, as proje=C3=A7=C3=B5es apontam para o a=
umento na freq=C3=BC=C3=AAncia e/ou gravidade de alguns eventos extremos du=
rante o s=C3=A9culo 21, devido a altera=C3=A7=C3=B5es na m=C3=A9dia ou vari=
abilidade clim=C3=A1tica, devendo-se ent=C3=A3o esperar que a severidade de=
 seus impactos tamb=C3=A9m cres=C3=A7a com o aquecimento global.</FONT> </F=
ONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>As mudan=C3=A7as cli=
m=C3=A1ticas calculadas para o s=C3=A9culo 21 t=C3=AAm o potencial de causa=
r futuras mudan=C3=A7as em, larga escala, e irrevers=C3=ADveis, nos sistema=
s do planeta, resultando em impactos de escala continental e global. Por ex=
emplo, a redu=C3=A7=C3=A3o significativa da velocidade de circula=C3=A7=C3=
=A3o das =C3=A1guas no oceano, que faz chegar =C3=A1gua quente ao Atl=C3=A2=
ntico Norte, afetaria os n=C3=ADveis de oxig=C3=AAnio em =C3=A1guas profund=
as e a absor=C3=A7=C3=A3o de carbono pelos oceanos e ecossistemas marinhos,=
 reduzindo o aquecimento em algumas partes da Europa. O derretimento das ca=
madas de gelo da Groenl=C3=A2ndia e Ant=C3=A1rtica, por sua vez, poderiam a=
umentar o n=C3=ADvel global dos oceanos em at=C3=A9 3 metros ao longo dos p=
r=C3=B3ximos mil anos, cobrindo diversas ilhas e inundando extensas =C3=A1r=
eas costeiras.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f>Os sistemas humanos =
sens=C3=ADveis =C3=A0s mudan=C3=A7as clim=C3=A1ticas incluem principalmente=
 recursos h=C3=ADdricos; agricultura (especialmente seguran=C3=A7a alimenta=
r) e silvicultura; zonas costeiras e sistemas marinhos (pesqueiros); ocupa=
=C3=A7=C3=B5es humanas, energia e ind=C3=BAstria; seguros e outros servi=C3=
=A7os financeiros; e sa=C3=BAde humana. A vulnerabilidade desses sistemas v=
aria de acordo com a localiza=C3=A7=C3=A3o geogr=C3=A1fica e com as condi=
=C3=A7=C3=B5es sociais, econ=C3=B4micas e ambientais.</FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B><I>Perguntas e re=
spostas sobre o aquecimento global</I></B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>1) =E2=80=9CAquec=
imento global=E2=80=9D n=C3=A3o =C3=A9 =E2=80=98=E2=80=98efeito estufa=E2=
=80=9D ?</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>Efeito estufa =C3=
=A9 um fen=C3=B4meno natural que assegura a manuten=C3=A7=C3=A3o da vida na=
 Terra. Gra=C3=A7as ao efeito estufa, ou seja, aos gases que comp=C3=B5em a=
 atmosfera h=C3=A1 milhares de anos, a temperatura m=C3=A9dia do planeta =
=C3=A9 de aproximadamente 15=C2=B0C, favorecendo a manuten=C3=A7=C3=A3o da =
vida. Aquecimento global =C3=A9 o fen=C3=B4meno causado, entre outros fator=
es, pela queima progressiva de petr=C3=B3leo, carv=C3=A3o e g=C3=A1s, e que=
 agrava o efeito estufa. Segundo cientistas da ONU, n=C3=A3o h=C3=A1 d=C3=
=BAvidas de que a humanidade contribui para o aquecimento global. O que n=
=C3=A3o se sabe exatamente =C3=A9 em que propor=C3=A7=C3=A3o isso acontece.=
</I></FONT></FONT>=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>2) Aquecimento gl=
obal n=C3=A3o tem nada a ver com camada de oz=C3=B4nio?</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>A camada de oz=C3=
=B4nio tem a fun=C3=A7=C3=A3o de proteger o planeta da radia=C3=A7=C3=A3o u=
ltra-violeta do sol. A exposi=C3=A7=C3=A3o excessiva a essa radia=C3=A7=C3=
=A3o provoca queimaduras e pode causar c=C3=A2ncer de pele. A camada de oz=
=C3=B4nio =C3=A9 destru=C3=ADda pela a=C3=A7=C3=A3o de alguns gases industr=
iais, como o CFC (clorofluorcarbono) e o HCFC (hidroclorofluorcarbono), que=
, apesar de n=C3=A3o serem controlados pela Conven=C3=A7=C3=A3o de Mudan=C3=
=A7a do Clima e pelo Protocolo de Quioto, s=C3=A3o gases de efeito estufa. =
Tratados internacionais estabeleceram a substitui=C3=A7=C3=A3o desses gases=
 por outros que n=C3=A3o destruam a camada de oz=C3=B4nio. H=C3=A1 um aspec=
to do problema que pode causar confus=C3=A3o se n=C3=A3o for devidamente co=
mpreendido: o oz=C3=B4nio =C3=A9 um g=C3=A1s de efeito estufa natural, port=
anto, a destrui=C3=A7=C3=A3o da camada de oz=C3=B4nio ajuda a esfriar a Ter=
ra, embora ningu=C3=A9m defenda isso.</I></FONT></FONT>=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>3) Os Estados Uni=
dos assinaram o Protocolo de Kyoto?</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>Ao contr=C3=A1rio=
 do que se pensa, os Estados Unidos assinaram o Protocolo de Quioto no segu=
ndo governo Clinton, em 1997. Mas nem Clinton, e muito menos George W. Bush=
, ratificaram o protocolo. A ratifica=C3=A7=C3=A3o significa o endosso do p=
arlamento de cada pa=C3=ADs ao documento. Os Estados Unidos emitem 25% de t=
odos os gases-estufa do planeta. Transformam em fuma=C3=A7a 20 milh=C3=B5es=
 de barris de petr=C3=B3leo por dia. O governo americano alega que a implem=
enta=C3=A7=C3=A3o do protocolo implicaria custos danosos a sua economia. E =
considera injusto que pa=C3=ADses como China, =C3=8Dndia e Brasil n=C3=A3o =
tenham compromissos formais de redu=C3=A7=C3=A3o.</I></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>4) As regras b=C3=
=A1sicas do Protocolo de Kyoto</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I><FONT size=3D5>O Protocolo de Ky=
oto prev=C3=AA que os pa=C3=ADses ricos ou industrializados (do chamado <B>=
Anexo 1</I></B><I>) reduzam suas emiss=C3=B5es de gases-estufa em pelo meno=
s 5% (cada pa=C3=ADs tem sua meta diferenciada), tendo como base o ano de 1=
990. O primeiro per=C3=ADodo de compromisso do protocolo =C3=A9 entre 2008 =
e 2012. Outros per=C3=ADodos de compromisso ser=C3=A3o necess=C3=A1rios par=
a que se resolva o problema. Estima-se que seria necess=C3=A1rio reduzir em=
 60% as emiss=C3=B5es atuais de gases-estufa para conter o aquecimento glob=
al.</I></FONT></FONT><FONT size=3D5> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>5) Por que s=C3=
=B3 os pa=C3=ADses industrializados t=C3=AAm de reduzir emiss=C3=B5es?</B><=
/FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>Ratificado p=C3=
=B4r 136 na=C3=A7=C3=B5es (at=C3=A9 fevereiro de 2005), o Protocolo de Kyot=
o definiu que apenas os pa=C3=ADses industrializados t=C3=AAm o compromisso=
 formal de reduzir emiss=C3=B5es. A l=C3=B3gica =C3=A9 a seguinte: essas na=
=C3=A7=C3=B5es (36), historicamente as que mais lan=C2=AC=C3=A7aram gases-e=
stufa na atmosfera, s=C3=A3o as principais respons=C3=A1veis pelo aquecimen=
to global. De acordo com o governo brasileiro, tais pa=C3=ADses contribu=C3=
=ADram com 90% dos gases acumulados na atmosfera. O CO2 (di=C3=B3xido de ca=
rbono) leva s=C3=A9culos para se decompor, e seu lento e perigoso ac=C3=BAm=
ulo deriva da queima de petr=C3=B3leo, g=C3=A1s e carv=C3=A3o que vem ocorr=
endo desde a Revolu=C3=A7=C3=A3o Industrial.</I></FONT> </FONT>
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<DIV><FONT size=3D5></FONT>&nbsp;=20
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>6) O Protocolo de=
 Kyoto n=C3=A3o =C3=A9 um tratado para reduzir os gases poluentes?</B></FON=
T> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>A fun=C3=A7=C3=A3=
o primordial do acordo =C3=A9 reduzir o aquecimento global. In=C3=BAmeros g=
ases poluentes ficaram de fora do tratado.</I></FONT> </FONT>
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<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><B>7) Guerra diplom=
=C3=A1tica</B></FONT> </FONT>
<DIV><FONT size=3D5><FONT face=3DArial color=3D#2f2f2f><I>Como a industrial=
iza=C3=A7=C3=A3o de pa=C3=ADses em desenvolvimento como China, =C3=8Dndia, =
Brasil e Indon=C3=A9sia aconteceu mais tarde, eles n=C3=A3o t=C3=AAm a obri=
ga=C3=A7=C3=A3o de reduzir suas emiss=C3=B5es no primeiro per=C3=ADodo de c=
ompromisso do Protocolo de Quioto (2008-2012). Entretanto, j=C3=A1 h=C3=A1 =
um forte lobby para que assumam, a partir de 2013, compromissos formais de =
redu=C3=A7=C3=A3o. A China =C3=A9 o segundo maior emissor de g=C3=A1s carb=
=C3=B4nico do mundo, atr=C3=A1s apenas dos Estados Unidos. Brasil e =C3=8Dn=
dia est=C3=A3o entre os seis maiores emissores. Um estudo das Na=C3=A7=C3=
=B5es Unidas, revela que as emiss=C3=B5es de gases-estufa das na=C3=A7=C3=
=B5es em desenvolvimento superar=C3=A3o as dos pa=C3=ADses desenvolvidos en=
tre 2015 e 2020. Ainda assim, o bloco dos =E2=80=9Cemergentes=E2=80=9D n=C3=
=A3o aceita compromissos formais de redu=C3=A7=C3=A3o.</I></FONT> </FONT>
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<DIV><FONT size=3D5>LEIA TAMB=C3=89M :</FONT>=20
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<DIV><FONT size=3D5>"AQUECIMENTO PLANET=C3=81RIO" :</FONT>=20
<DIV><A href=3D"http://groups.google.com.br/group/ambienteecologico1/web/o-=
aquecimento-planetrio-i-ii-e-iii" target=3D_blank rel=3Dnofollow>http://gro=
ups.google.com.br/group/ambienteecologico1/web/o-aquecimento-planetrio-i-ii=
-e-iii</A>=20
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<DIV>CONHE=C3=87A OS GRUPOS-AMBIENTE....PARTICIPE E DIVULGUE !!=20
<DIV><A href=3D"http://groups.google.com/group/ambienteinfoera/web" target=
=3D_blank rel=3Dnofollow>http://groups.google.com/group/ambienteinfoera/web=
</A>=20
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<DIV><FONT size=3D5></FONT></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>=
</DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></D=
IV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>=
</DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></D=
IV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>=
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IV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>=
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IV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV>=
</DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></BLOCKQU=
OTE></DIV></td></tr></table><br>=0A=0A=0A      <hr size=3D1>Veja quais s=C3=
=A3o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: <a href=3D"http://br.rd.y=
ahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/">Top 10</a> =
- <a href=3D"http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbusca=
dos.yahoo.com/celebridades/">Celebridades</a> - <a href=3D"http://br.rd.yah=
oo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/m%C3%BAsica/">M=
=C3=BAsica</a> - <a href=3D"http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http=
://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/">Esportes</a>
--0-431399547-1244899837=:98894--

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