l Por: Raquel Crusoé Loures de Macedo Meira
Um dos fatos históricos mais relevantes do nosso país, é a
Independência, pois marca o fim do domínio português e a conquista da
autonomia política.
Anteriormente, muitas tentativas ocorreram e muitas pessoas morreram
na luta por este ideal. Podemos citar como exemplo mais conhecido, o
de Tiradentes, que foi executado pela coroa portuguesa por defender a
liberdade de nosso país, durante a famosa Inconfidência Mineira.
A nossa primeira aproximação com a Independência do Brasil acontece
nos livros de escola, quando vemos a pintura de Pedro Américo, “O
Grito do Ipiranga”, finalizada em 1888, já no final do Segundo
Reinado.
Esta tela, Independência ou Morte, de Pedro Américo, também conhecida
como Grito do Ipiranga, é um símbolo da proclamação da Independência
do Brasil, que é comemorada em 7 de setembro.A imagem, no entanto, não
é exatamente uma fotografia do momento em que D. Pedro I recebeu a
carta que o deixou irado e o levou a pronunciar a famosa frase:
“Independência ou Morte”.
Enquanto a Independência do Brasil foi proclamada em 1822, Pedro
Américo só foi terminar de pintar o quadro em 1888, em Florença, na
Itália, encomendado por D. Pedro II, um grande incentivador da cultura
e da arte na história do Brasil. Nesta época, o Imperador investia na
construção do Museu do Ipiranga, hoje oficialmente chamado Museu
Paulista, que fica em São Paulo (SP).
Pedro Américo foi um pintor histórico. Ele não estava presente no
momento em que ocorreu o fato. Assim, Independência ou Morte ou o
Grito do Ipiranga, é um quadro simbólico, como várias outras pinturas
históricas espalhadas pelo mundo.