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Chegando... Sou a Lucia Freitas, jornalista, blogueira. Desenvolvi um trabalho de educação na EMEF Amorim Lima aqui em Sampa em 2005/2006. Na minha opinião, o bacana é misturar. Quem sabe mais compartilha/ensina quem não sabe. Isso funciona bem até com adulto. As crianças também podem. Educar não é ato unívoco, de um para outro. Quem sabe, ao tentar transmitir para quem não sabe, aprende mais - e ainda contamina o vizinho com conhecimento.
E mais: a idéia não era fazer intervenções rápidas? Já virou curso? bj
> Então Mirian, propus que dividissemos por faixa etária supondo que eles > tem o mesmo conhecimento para não fazer diferenciação dentro de uma mesma > sala. De qualquer maneira a linguagem usada tem que ser diferente para cada > grupo e mesmo os que acham que sabem mais têm ainda muito a aprender e acho > que dá para ensinar como um todo.
Chegando também, apesar de estar lendo todos os tópicos desde o início....
Sou Ricardo Cabianca, profissional de comunicação e sobrevivente na wed desde 99. Concordo com a Lúcia que misturar é bem interessante, no sentido de que os que pouco tem conhecimento se sentirão motivados para crescer e os que tem mais podem ser da mesma forma motivados a ensinar e dividir conhecimento, condição básica para sobreviver nas mídias sociais e digitais.
Bem, mas além disso, estamos planejando uma ação sem antes perguntar ao público final e o intermediário o que eles querem. Me perdoem o pensamento de planejador, mas funciono assim. Vejamos, o que os alunos querem aprender (público final) e o que a escola e os pais apóiam (público intermediário) ? Acho que antes de definirmos tópicos, temas e estrutura, valeria cada um que se dispôs levar a Efigênia a uma instituição de ensino, ir antes conversar com a própria.
O bacana seria definirmos um questionário, onde todos usarão as mesmas perguntas e depois fazer uma tabulação. Sinto que estamos caminhando para blogs, mas faço uma ressalva de que as mídias digitais e sociais são muito mais que isso.
Outra coisa, na qualidade de profissional que usa as mídias digitais e sociais, e pai de uma adolescente de 14 anos, acho que um belo cartão de visita\entrada nas escolas seria um tópico assim: "Como se comportar, se proteger e se relacionar na internet". Tem muito pai que conheço que proíbe o filho de navegar por desconhecimento, tem muita escola que atua do mesmo jeito.
Vou continuar acompanhando os textos aqui e concordo que um blog da Efigênia seria o melhor canal para agregar todas as informações.
Aproveito para informar que o Fórum de Mídias Digitais e Sociais (www.fmds.com.br) terá temas ligados a educação e estes canais de mídia, onde convidaremos profissionais e educadores para debater sobre.
De: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com [mailto:a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com] Em nome de Lucia Freitas Enviada em: quarta-feira, 2 de abril de 2008 13:19 Para: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com Assunto: Re: 1º Dever de casa - Definição de temas
Chegando... Sou a Lucia Freitas, jornalista, blogueira. Desenvolvi um trabalho de educação na EMEF Amorim Lima aqui em Sampa em 2005/2006. Na minha opinião, o bacana é misturar. Quem sabe mais compartilha/ensina quem não sabe. Isso funciona bem até com adulto. As crianças também podem. Educar não é ato unívoco, de um para outro. Quem sabe, ao tentar transmitir para quem não sabe, aprende mais - e ainda contamina o vizinho com conhecimento.
E mais: a idéia não era fazer intervenções rápidas? Já virou curso? bj
Então Mirian, propus que dividissemos por faixa etária supondo que eles tem o mesmo conhecimento para não fazer diferenciação dentro de uma mesma sala. De qualquer maneira a linguagem usada tem que ser diferente para cada grupo e mesmo os que acham que sabem mais têm ainda muito a aprender e acho que dá para ensinar como um todo.
De: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com [mailto:a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com] Em nome de Ricardo Cabianca Enviada em: domingo, 6 de abril de 2008 13:23 Para: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com Assunto: RES: 1º Dever de casa - Definição de temas
Chegando também, apesar de estar lendo todos os tópicos desde o início....
Sou Ricardo Cabianca, profissional de comunicação e sobrevivente na wed desde 99. Concordo com a Lúcia que misturar é bem interessante, no sentido de que os que pouco tem conhecimento se sentirão motivados para crescer e os que tem mais podem ser da mesma forma motivados a ensinar e dividir conhecimento, condição básica para sobreviver nas mídias sociais e digitais.
Bem, mas além disso, estamos planejando uma ação sem antes perguntar ao público final e o intermediário o que eles querem. Me perdoem o pensamento de planejador, mas funciono assim. Vejamos, o que os alunos querem aprender (público final) e o que a escola e os pais apóiam (público intermediário) ? Acho que antes de definirmos tópicos, temas e estrutura, valeria cada um que se dispôs levar a Efigênia a uma instituição de ensino, ir antes conversar com a própria.
O bacana seria definirmos um questionário, onde todos usarão as mesmas perguntas e depois fazer uma tabulação. Sinto que estamos caminhando para blogs, mas faço uma ressalva de que as mídias digitais e sociais são muito mais que isso.
Outra coisa, na qualidade de profissional que usa as mídias digitais e sociais, e pai de uma adolescente de 14 anos, acho que um belo cartão de visita\entrada nas escolas seria um tópico assim: "Como se comportar, se proteger e se relacionar na internet". Tem muito pai que conheço que proíbe o filho de navegar por desconhecimento, tem muita escola que atua do mesmo jeito.
Vou continuar acompanhando os textos aqui e concordo que um blog da Efigênia seria o melhor canal para agregar todas as informações.
Aproveito para informar que o Fórum de Mídias Digitais e Sociais (www.fmds.com.br) terá temas ligados a educação e estes canais de mídia, onde convidaremos profissionais e educadores para debater sobre.
De: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com [mailto:a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com] Em nome de Lucia Freitas Enviada em: quarta-feira, 2 de abril de 2008 13:19 Para: a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com Assunto: Re: 1º Dever de casa - Definição de temas
Chegando... Sou a Lucia Freitas, jornalista, blogueira. Desenvolvi um trabalho de educação na EMEF Amorim Lima aqui em Sampa em 2005/2006. Na minha opinião, o bacana é misturar. Quem sabe mais compartilha/ensina quem não sabe. Isso funciona bem até com adulto. As crianças também podem. Educar não é ato unívoco, de um para outro. Quem sabe, ao tentar transmitir para quem não sabe, aprende mais - e ainda contamina o vizinho com conhecimento.
E mais: a idéia não era fazer intervenções rápidas? Já virou curso? bj
Então Mirian, propus que dividissemos por faixa etária supondo que eles tem o mesmo conhecimento para não fazer diferenciação dentro de uma mesma sala. De qualquer maneira a linguagem usada tem que ser diferente para cada grupo e mesmo os que acham que sabem mais têm ainda muito a aprender e acho que dá para ensinar como um todo.
Olá, estou um pouco atrasado. Eu vim de bonde elétrico! E estou colocando lenha na fogueira.
Bom, a minha experiência com blog e alunas do curso de pedagogia (UFG-Catalão) vem mostrando uma variedade de conhecimentos sobre o uso tanto do computador, quanto da internet. Acreditem se quiser: tem alunos na universidade que estão com dificuldades de ler e escrever (não são poucos).
Lendo os comentários acima, pensei: o projeto A EFIGÊNIA VAI A ESCOLA irá falar de tecnologia ou educação? Claro, um não exclui o outro, mas me parece que o foco é diferente. Vou dar um exemplo: suponhamos que a caneta esferográfica esteja sendo lançada no mercado brasileiro este mes (inédito). Até então, fazíamos como no início do século XX, escrevíamos em pequenos quadros de giz, que alguns alunos tinham e outros não.
Pois bem, uma nova tecnologia estaria sendo lançada no mercado. Qual seria uma preocupação educacional? Talvez, como utilizar esta tecnologia para melhorar a produção e distribuição de conhecimentos. Ou ainda, como eu poderia criar projetos educacionais utilizando esta tecnologia da caneta esferográfica. Ou mesmo ainda: como funciona a caneta esferográfica?
O fenômeno da internet é um pouco semelhante, quanto aos problemas educacionais. Ou seja, no caso da EFIGÊNIA, o que poderemos oferecer enquanto projeto educacional que possa ser acompanhado, utilizado e apropriado com/pelo uso da internet, e por extensão, dos blogs.
Vejam, ser bloggeiro no Brasil ainda é algo muiiiiiito restrito. Na minha universidade (Campus) entre 140 professores, acho que sou o único. Muitos se interessam, poucos se aventuram. Por conseguinte, o uso de blogs na educação é algo ainda muito pequeno entre os professores (impressão de marinheiro...). (Tenho clareza que o projeto não se restringirá aos blogs)
A Internet traz um balde de possibilidades, de múltiplas escolhas. Como podemos compartilhar o que já sabemos, educando, ou reeducando uns aos outros? E também incorporando novos grupos sociais?
Muitas perguntas, poucas resposta. Mas estou ligado! Abraço!
-- Wolney H. Filho whonor...@gmail.com http://www.soprando.net "Viver é afinar o instrumento / De dentro pra fora / De fora pra dentro". Walter Franco
Em 06/04/08, Ricardo Cabianca <rica...@cabianca.net> escreveu:
> *De:* a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com [mailto: > a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com] *Em nome de *Ricardo Cabianca > *Enviada em:* domingo, 6 de abril de 2008 13:23 > *Para:* a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com > *Assunto:* RES: 1º Dever de casa - Definição de temas
> Chegando também, apesar de estar lendo todos os tópicos desde o início....
> Sou Ricardo Cabianca, profissional de comunicação e sobrevivente na wed > desde 99. Concordo com a Lúcia que misturar é bem interessante, no sentido > de que os que pouco tem conhecimento se sentirão motivados para crescer e os > que tem mais podem ser da mesma forma motivados a ensinar e dividir > conhecimento, condição básica para sobreviver nas mídias sociais e digitais.
> Bem, mas além disso, estamos planejando uma ação sem antes perguntar ao > público final e o intermediário o que eles querem. Me perdoem o pensamento > de planejador, mas funciono assim. Vejamos, o que os alunos querem aprender > (público final) e o que a escola e os pais apóiam (público intermediário) ? > Acho que antes de definirmos tópicos, temas e estrutura, valeria cada um que > se dispôs levar a Efigênia a uma instituição de ensino, ir antes conversar > com a própria.
> O bacana seria definirmos um questionário, onde todos usarão as mesmas > perguntas e depois fazer uma tabulação. Sinto que estamos caminhando para > blogs, mas faço uma ressalva de que as mídias digitais e sociais são muito > mais que isso.
> Outra coisa, na qualidade de profissional que usa as mídias digitais e > sociais, e pai de uma adolescente de 14 anos, acho que um belo cartão de > visita\entrada nas escolas seria um tópico assim: "Como se comportar, se > proteger e se relacionar na internet". Tem muito pai que conheço que proíbe > o filho de navegar por desconhecimento, tem muita escola que atua do mesmo > jeito.
> Vou continuar acompanhando os textos aqui e concordo que um blog da > Efigênia seria o melhor canal para agregar todas as informações.
> Aproveito para informar que o Fórum de Mídias Digitais e Sociais ( > www.fmds.com.br) terá temas ligados a educação e estes canais de mídia, > onde convidaremos profissionais e educadores para debater sobre.
> *De:* a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com [mailto: > a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com] *Em nome de *Lucia Freitas > *Enviada em:* quarta-feira, 2 de abril de 2008 13:19 > *Para:* a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com > *Assunto:* Re: 1º Dever de casa - Definição de temas
> Chegando... > Sou a Lucia Freitas, jornalista, blogueira. Desenvolvi um trabalho de > educação na EMEF Amorim Lima aqui em Sampa em 2005/2006. > Na minha opinião, o bacana é misturar. Quem sabe mais compartilha/ensina > quem não sabe. Isso funciona bem até com adulto. As crianças também podem. > Educar não é ato unívoco, de um para outro. Quem sabe, ao tentar transmitir > para quem não sabe, aprende mais - e ainda contamina o vizinho com > conhecimento.
> E mais: a idéia não era fazer intervenções rápidas? Já virou curso? > bj
> Então Mirian, propus que dividissemos por faixa etária supondo que eles > tem o mesmo conhecimento para não fazer diferenciação dentro de uma mesma > sala. De qualquer maneira a linguagem usada tem que ser diferente para cada > grupo e mesmo os que acham que sabem mais têm ainda muito a aprender e acho > que dá para ensinar como um todo.