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Falta testar a ideia de se aumentar a largura das escovas para aumentar o tempo em que duas bobinas simultaneamente se ligam ao positivo ou ao negativo. Não sei ainda como implementar, mas oportunamente testarei.
Falta também mudar a ligação das barras do coletor para verificar se o centelhamento diminui ou não.
> Falta testar a ideia de se aumentar a largura das escovas para aumentar o
> tempo em que duas bobinas simultaneamente se ligam ao positivo ou ao
> negativo. Não sei ainda como implementar, mas oportunamente testarei.
> Falta também mudar a ligação das barras do coletor para verificar se o
> centelhamento diminui ou não.
Olá Estevam e todos. De fato não criei nada de novo, comentei aqui anteriormente. Não penso também em quebrar o recorde de rotação. É puro aprendizado e muito prazer, o som de motor girando é música pra mim.
Vou modificar a posição das ligações nas barras do coletor e verificar o comportamento.
Espero desenvolver um motor para o meu "autorama" diário real!
Estive pensando, se aumentarmos o diâmetro desses motores, visando aumentar a alavanca, como a força e a rotação angular seriam a mesma, o torque e a potência seriam maiores? Ou melhor, o que me impede de aumentar o diâmetro para conseguir mais potência no eixo do motor?
Se você quer um motor com muito giro, faça o diâmetro pequeno. Se quer um motor com muito torque (e pouco giro) faça com o diâmetro maior. Diâmetros muito grandes podem se desmanchar com a rotação muito alta. Os materiais podem não suportar o esforço. O quanto eles suportam, vai depender da maneira que são construídos, materiais etc. Melhor testar. Mas tira tudo da reta. Inclusive o rosto. :-)
> De fato não criei nada de novo, comentei aqui anteriormente. Não penso > também em quebrar o recorde de rotação. É puro aprendizado e muito > prazer, o som de motor girando é música pra mim.
> Vou modificar a posição das ligações nas barras do coletor e verificar > o comportamento.
> Espero desenvolver um motor para o meu "autorama" diário real!
> Estive pensando, se aumentarmos o diâmetro desses motores, visando > aumentar a alavanca, como a força e a rotação angular seriam a mesma, > o torque e a potência seriam maiores? Ou melhor, o que me impede de > aumentar o diâmetro para conseguir mais potência no eixo do motor?
Sempre que penso na forma de construção de um motor para VE, parece-me
mais lógico um motor de grande torque, com potência a baixos giros.
Inclusive, com maior número de pólos que os motores que existem por ai
(quando aproveitamos motores projetados para outros fins).
Nas velocidades usuais do trânsito urbano, nas subidas e ladeiras, tão
comuns no percurso cotidiano, a velocidade de giro das rodas é baixo.
No meu ponto de vista, quanto menos peças, atrito e peso existente em
mecanismos de redução melhor.
Eu pensava da mesma forma. Só que descobri que o conjunto, para mesma potência e torque requerido, fica mais leve e de certa forma mais barato usando motor de torque mais baixo e de rotação mais alta. Mas claro, depende de cada projeto. Vide as furadeiras manuais. Se fosse apenas um motor com trocentos polos para entregar RPM e torque necessário a furação, sem caixa de redução, o motor necessário para isso seria tão pesado que ninguém conseguiria segurar essa furadeira com uma mão só.
Isso só vai mudar quando o motor super-condutor for comercial para essa escala.
> Sempre que penso na forma de construção de um motor para VE, parece-me
> mais lógico um motor de grande torque, com potência a baixos giros.
> Inclusive, com maior número de pólos que os motores que existem por ai
> (quando aproveitamos motores projetados para outros fins).
> Nas velocidades usuais do trânsito urbano, nas subidas e ladeiras, tão
> comuns no percurso cotidiano, a velocidade de giro das rodas é baixo.
> No meu ponto de vista, quanto menos peças, atrito e peso existente em
> mecanismos de redução melhor.
Olá Alfredo e todos. Tens razão. Veja que formulei essa pergunta às 02h15 da madruga, o raciocínio já estava repousando. Se eu aumentar o diâmetro a força não será a mesma, pois a nova bobina seria sobre um circuito magnético com maior extensão e a força magnética seria nele distribuida, o que reduziria a sua intensidade em relação à mesma área no diâmetro menor. Ainda que a força seja a mesma, um maior percurso deverá ser vencido (maior velocidade linear) para manter a mesma velocidade angular. Energia não surge porque eu quero que apareça, infelizmente!
Fiz os testes em alterar a ligação das bobinas nas barras do coletor. Surpreendentemente, acertei a posição ideal de "prima", ou seja, avançando uma barra à direita reduziu o rpm pela metade e o centelhamento ficou por todo o coletor. Recuando uma barra à esquerda, aumentou o centelhamento e o rpm reduziu.
As escovas são fixas e não pude ainda testar se variando as suas posições, o motor será beneficiado de alguma forma.
Falta também aumentar a área de contato das escovas para verificar o comportamento.
Ocorreu-me que o ferro do estator não precisa ser laminado, pois o campo magnético é fixo (como no rotor do alternador). O rotor do motor em tela precisa ser laminado, pois existe variação no campo magnético deste. Caso o núcleo do estator fosse em ferro maciço, a reação do campo magnético do rotor aumentaria as perdas no ferro do estator?